2
Oferta Formativa

Informações sobre a oferta formativa.

Documentos

Download de documentos e formulários.

Avaliação Externa de Docentes I AEDD 2025/2026

Documentos

> Memorando do Processo (clique aqui)

> Decreto Regulamentar 26/2012

> Despacho Normativo 24/2012

> Anexos I e II (Despacho n.º 13981/2012)

Apresentação ACD 12 I 25.26

> Indicadores de Observação 

> Manual de utilização da plataforma

Notas: 1. Pertence ao avaliador externo a iniciativa de contacto com o docente avaliado para início do processo; 2. Para esclarecimentos deverá contactar o CFAE AltoTejo, preferencialmente através do endereço eletronico: cfaealtotejo@altotejo.com


 

PLANO DE FORMAÇÃO 24_27

 

 

O Plano de Formação financiado pelo Pessoas 2030 do CFAE AltoTejo, construido em articulação com as Unidades Orgânicas associadas visa corresponder às necessidades formativas diagnosticadas, encontrando-se alinhado com os objetivos e com as políticas educativas na área da (re)qualificação dos docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e outros agentes profissionais do sistema de educação e formação.
O CFAE AltoTejo tem como objetivo a execução de 115 turmas de 55 ações e atingir um universo de 996 formandos, com uma taxa de conclusão mínima de 80%, no período de out/2024 a out/2026.

O Anúncio de pré-informação e seleção de formador externo pode ser consultado aqui.


 

ACADEMIA PORTUGAL DIGITAL

TESTE AS SUAS COMPETENCIAS DIGITAIS (aqui)

REPORTE OS SEUS RESULTADOS (aqui)

* Procedimento de encaminhamento de formandos para a realização de diagnostico de autoavaliação do nível de competências digitais em alinhamento com os objetivos da Academia Portugal Digital, previsto no aviso de abertura da candidatura PESSOAS 2030.


 

DIVULGAÇÃO

527

Formas de Intervenção precoce em crianças com NEE
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente;

Castelo Branco

Ao longo dos anos fomos assistindo a mudanças conceptuais da Intervenção Precoce na Infância (IPI), dada a consciencialização crescente da importância que assume uma estimulação em idades precoces, reconhecendo os primeiros anos de vida como determinantes no desenvolvimento da criança. A IPI age assim ...
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Ref. 35355IT02IPND_PESSOAS Inscrições abertas até 2026-09-04 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1331/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-07

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Bruno Miguel Martins Calheiros Trindade

Destinatários

Pessoal não docente;

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

Ao longo dos anos fomos assistindo a mudanças conceptuais da Intervenção Precoce na Infância (IPI), dada a consciencialização crescente da importância que assume uma estimulação em idades precoces, reconhecendo os primeiros anos de vida como determinantes no desenvolvimento da criança. A IPI age assim numa perspetiva preventiva de eventuais atrasos ao nível do desenvolvimento ou da minimização das consequências destes. A família passa a ser o centro desta intervenção, devendo toda a comunidade educativa estar sensibilizada para esta importante temática.Combater a lacuna existente nesta "área" por parte de toda na comunidade escolar/pais e outros. Pretende-se contribuir com a presente ação para criação de possibilidades de desenvolvimento de um conjunto de competências pessoais e profissionais, de modo a capacitar a comunidade educativa, no âmbito das escolas de referência ou serviços a que pertencem, para um desenvolvimento pleno da intervenção numa área tão específica como é a intervenção precoce na infância, promovendo o pleno desenvolvimento da criança em causa, com base no apoio à família ou cuidadores.

Objetivos

* Identificar o processo de intervenção precoce em crianças com necessidades especiais de educação. * Dominar a aplicar competências em matérias relacionadas com o desenvolvimento da criança, intervindo ativamente nas áreas mais deficitárias, promovendo assim a sua inclusão educativa.

Conteúdos

Teórica:- O que é a Intervenção Precoce (IP) versus estimulação precoce; (2 horas) Público-alvo; (1 hora Caraterísticas gerais da IPI; (3 hora) Prática: (19 horas)- Sinalização / Intervenção; Rotinas.- Tono muscular; Postura; Cara; Linguagem; Socialização; Hábitos; Cognição; Motricidade grossa e fina; Postura do auxiliar de ação educativa face à intervenção, Família e aluno.

Bibliografia

Portal da Saúde:https://www.dgs.pt/sistema-nacional-de-intervencao-precoce-na-infancia.aspx http://www.dge.mec.pt/escolas-de-referencia-para-intervencao-precoce-na-infancia


Observações

Dependendo do número de formandos inscritos poderão ser realizadas duas turmas. Prioridade na seleção a quem exerce funções no Pré-Escolar.


INSCREVER-ME

527
441

Capacitação Digital de Pessoal Não Docente – Nível 1
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente;

Proença a Nova/Sertã

Em função do plano de atividades: Constituindo um imperativo que a escola acompanhe, lidere o desenvolvimento verificado nas outras áreas e contextos da vida em sociedade e a par dos recursos disponibilizados, faz sentido preparar convenientemente os agentes educativos para usarem regularmente e poderem ...
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Ref. 29648T02I25.26IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1325/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Proença a Nova/Sertã

Formador

Pedro José Fernandes Vitorino Coelho

Destinatários

Pessoal não docente;

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

PESSOAS 2030 I CFAE AltoTejo

Enquadramento

Em função do plano de atividades: Constituindo um imperativo que a escola acompanhe, lidere o desenvolvimento verificado nas outras áreas e contextos da vida em sociedade e a par dos recursos disponibilizados, faz sentido preparar convenientemente os agentes educativos para usarem regularmente e poderem tirar partido das TIC nas suas atividades quotidianas. Uma correta e eficiente atuação das escolas, como organismo da divulgação das TIC, pressupõe conhecimento satisfatório para o tratamento de informação/correio eletronico, bem como, enviar e receber informação/ficheiros e organizar a tudo em pastas. Criar métodos e técnicas de pesquisa avançada na web. Em função dos destinatários: Carência de formação do pessoal não docente nesta área das novas tecnologias de informação, tendo em conta, que cada vez mais tem de ser polivalentes. Motivar e sensibilizar o pessoal não docente para a utilização de novos programas/funcionalidades, para uma melhor eficácia e desempenho no seu trabalho, como forma de responder aos objetivos da modernização da escola em Portugal.

Objetivos

Promover o desenvolvimento das Competências Digitais dos Não docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; Capacitar os Não docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades; Capacitar os Não docentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; Capacitar os Não docentes para a implementação das plataformas a utilizar bem como o desenvolvimento das competências digitais

Conteúdos

1. Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital - 3 horas 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional - 4 horas 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. - 4 horas 4. Competências Digitais dos Não docentes: Exploração das plataformas e uso pedagógico de tecnologias digitais. - 5 horas 5. Utilização de ferramentas e estratégias para suporte o desenvolvimento e implementação das tarefas a realizar- 5 horas. 6. Planificação de atividades com tecnologias digitais em diferentes áreas de serviços administrativos e outros - 4 horas

Metodologias

Presencial

Avaliação

quantitativa

Modelo

0 a 20 valores

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21.Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legalcontent/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022 from=EN Lucas, M., Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UAEditora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels.Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME


Observações

O período de realização é meramente indicativo e está dependente do cumprimento do numero mínimo de formandos e do cronograma a divulgar.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 12-03-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 19-03-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 24-03-2025 (Segunda-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Presencial
4 26-03-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 02-04-2025 (Quarta-feira) 18:00 - 22:00 4:00 Presencial

INSCREVER-ME

441
461

Proteção de dados e a Cibersegurança nas Escolas
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente

Castelo Branco

Carência de formação do pessoal não docente nesta área das novas tecnologias de informação, tendo em conta, que cada vez mais tem de ser polivalentes. Motivar e sensibilizar o pessoal não docente para a utilização de novos programas, para uma melhor eficácia e desempenho no seu trabalho.
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Ref. 31051IT01I24.25IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1324/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Vítor Hugo de Brito Alves Ângelo

Destinatários

Pessoal não docente

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

Carência de formação do pessoal não docente nesta área das novas tecnologias de informação, tendo em conta, que cada vez mais tem de ser polivalentes. Motivar e sensibilizar o pessoal não docente para a utilização de novos programas, para uma melhor eficácia e desempenho no seu trabalho.

Objetivos

Desenvolver práticas de referência respeitantes a proteção de dados, designadamente abstendo-se de tratar dados pessoais que não sejam essenciais para a finalidade pedagógica e adotando comportamentos responsáveis, quando se tem acesso a dados pessoais de alunos, professores e outros titulares dos dados; Criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção, que abordem estas temáticas em contexto educativo/laboral;

Conteúdos

Módulo 1: Proteção de dados em contexto escolar – 4 horas Reflexão e análise de documentação de referência; Desenvolver práticas relativas à proteção de dados na escola. Módulo 2: A Cibersegurança na Escola - 3 horas As plataformas digitais e as recomendações de segurança; Desenvolver práticas relativas à Cibersegurança na escola. Módulo 3: Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas: 8horas Iniciativas e campanhas do Centro de Sensibilização SeguraNet; Iniciativas e campanhas do Centro Nacional de Cibersegurança; O Selo de Segurança Digital; A integração curricular e transversalidade das temáticas. Módulo 4: Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados - 5 horas Análise de projetos existentes no âmbito da Cibersegurança e de proteção de dados; Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando. Módulo 5: Avaliação e reflexão - 5horas Apresentação, partilha e reflexão dos trabalhos desenvolvidos pelos formandos durante o curso

Metodologias

Presencial

Avaliação

Relatório final de reflexão Desempenho das tarefas Trabalho solicitado

Modelo

Classificação de 0 a 20

Bibliografia

Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.pt Comissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.pt SeguraNet – Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.pt Rede europeia de Centros Internet Segura – Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/home Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/home


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

461
479

Capacitação Digital de Docentes da educação pré-escolar
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância

Castelo Branco

Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no ...
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Ref. 27507IT02I25.26IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-28 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123473/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Teresa Isabel dos Santos Mota Saraiva

Destinatários

Educadores de Infância

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no sentido de os dotar das competências necessárias à integração transversal, de modo a que estas se afirmem como facilitadoras das práticas profissionais e pedagógicas e, simultaneamente, promotoras de inovação no processo de ensino e de aprendizagem. O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores é o referencial que dá suporte a este plano, contribuindo para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional.

Objetivos

Pretende-se apoiar os educadores na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. São objetivos específicos da oficina: Conceber, selecionar e partilhar recursos digitais no âmbito da educação de infância; Integrar o digital nas propostas educativas, numa perspetiva da articulação plena das aprendizagens; Planificar, avaliar e comunicar com recurso ao digital. Capacitar os docentes da EPE para a promoção da utilização crítica e responsável de diferentes suportes digitais nas atividades do quotidiano das crianças.

Conteúdos

1. Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 2. Exploração de estratégias de promoção do uso pedagógico de tecnologias digitais. 3. Exploração, seleção e adequação de Recursos Educativos Digitais (RED) ao contexto de aprendizagem. 4. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens. 6. Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais. 7. Utilização de estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da cidadania digital das crianças. 8. Apresentação e partilha das atividades desenvolvidas pelos formandos na oficina. 9. Reflexão e debate sobre as atividades apresentadas e análise dos resultados obtidos pela sua implementação. 10. Avaliação e conclusões.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfLopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. Disponível em: http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf


Observações

O período de realização é meramente indicativo e está dependente do cumprimento do numero mínimo de formandos e do cronograma a divulgar.


INSCREVER-ME

479
483

Capacitação Digital de Pessoal Não Docente – Nível 2
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente;

Castelo Branco

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa ...
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Ref. 32049IT01I25.26 PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1326/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Ana Sofia Barros Teixeira

Destinatários

Pessoal não docente;

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

PESSOAS 2030 I CFAE AltoTejo

Enquadramento

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos NÃO docentes do sistema educativo (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras no seu local de trabalho.. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas e administrativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos agentes educativos. Carência de formação do pessoal não docente nesta área das novas tecnologias de informação, tendo em conta, que cada vez mais tem de ser polivalentes. Motivar e sensibilizar o pessoal não docente para a utilização de novos programas/funcionalidades, para uma melhor eficácia e desempenho no seu trabalho, como forma de responder aos objetivos da modernização da escola em Portugal.

Objetivos

Capacitar os Não docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes contexto de trabalho; Capacitar os Não docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento nos diferentes contexto de trabalho; Estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto de trabalho.

Conteúdos

Documentos de enquadramento das políticas educativas. - 2horas Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - 5horas Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - 5horas Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática e da forma estratégica e intencional. Inovação no processo de aprendizagem em diferentes contextos de trabalho. - 5horas Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - 5horas Competências Digitais dos agentes de ação educativa: Promoção das Competência Digitais dos Não docentes de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos agentes utilizando formatos inovadores para promover a sua Competências Digitais. - 3horas

Avaliação

Quantitativa de 0 a 20

Modelo

Participação, elaboração das tarefas, relatório final

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21.Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UAEditora


Observações

O período de realização é meramente indicativo e está dependente do cumprimento do numero mínimo de formandos e do cronograma a divulgar.


INSCREVER-ME

483
484

Género, Igualdade e Cidadania
Pessoal Não Docente - A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Castelo Branco

Os agentes de ação educativa são pontos estratégicos na mudança social necessária para valores e padrões culturais que promovam a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, pois é através da educação que se podem desconstruir muitos dos estereótipos de género vigentes. A Estratégia Nacional de ...
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Ref. 32152IT01I25.26IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1328/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Jorge Manuel Clemente Cameira

Destinatários

A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

PESSOAS 2030 I CFAE AltoTejo

Enquadramento

Os agentes de ação educativa são pontos estratégicos na mudança social necessária para valores e padrões culturais que promovam a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, pois é através da educação que se podem desconstruir muitos dos estereótipos de género vigentes. A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania introduziu a disciplina “Cidadania e Desenvolvimento” que integra na estrutura curricular o tema da Igualdade de Género. Atualmente já está plenamente implementada e é fundamental reforçar as competências dos Não docentes para abordar a igualdade de género nas escolas, fundamental para promover uma sociedade mais justa e igualitária. Lacuna de formação nesta temática, uma vez que cada vez mais na escola há vários estereótipos, tendo em conta, que se deve ter uma atitude/postura correta na forma como se fala/ se gesticula .... A Escola é um meio de integração social. A Escola é de todos e para todos.

Objetivos

Contribuir para a construção de uma sociedade mais igualitária, onde as pessoas - homens e mulheres - se possam realizar em função das suas potencialidades e aspirações, sem as limitações de estereótipos que estabelecem e condicionam a sua liberdade de escolha e de realização individual. Reforçar as competências dos agentes da ação educativa enquanto actores-chave na promoção de uma cultura de igualdade e não discriminação.

Conteúdos

1. A ORDEM SOCIAL DE GÉNERO ‐ 5h a. Conceitos de sexo e de género: descrever e compreender a realidade de homens e de mulheres b. Estereótipos de género e representações sociais de homens e de mulheres c. Papéis sociais de género e organização social d. Relações de género: hierarquias e relações de poder entre mulheres e homens; discriminações sexuais diretas e indiretas; violência de género 2. GÉNERO, EDUCAÇÃO E CURRÍCULO – 5h a. As diferentes dimensões do currículo (formal, informal, oculto, nulo) b. Comunicação, linguagem e recursos pedagógicos: (in)visibilidades e estereotipias c. Género, saberes e competências: conhecimento e memória 3. ÁREAS E DIMENSÕES DE INTERVENÇÃO EDUCATIVA –5h a. Género, espaços, ambientes e interações entre os sexos b. Género, corpo, saúde e cuidado 4. EDUCAR PARA A IGUALDADE: DESAFIOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA E DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR – 10h a. Guiões de educação género e cidadania: o caminho da integração curricular coerente e continuada da igualdade entre mulheres e homens b. Escolhas vocacionais e o desafio da desconstrução dos estereótipos sexistas

Metodologias

Quantitativa 0 a 20

Avaliação

realização de tarefas, participação e relatório de reflexão

Bibliografia

CARDONA, Maria João (coord.) et al. (2015), Guião de Educação. Género e Cidadania. Pré-escolar, Lisboa, CIG CARDONA, Maria João (coord.) et al. (2015), Guião de Educação. Género e Cidadania. 1º ciclo, Lisboa, CIG POMAR, Clarinda (Coord.) et al. (2012), Guião de Educação. Género e Cidadania.2º Ciclo, Lisboa CIG


Observações

O período de realização é meramente indicativo e está dependente do cumprimento do numero mínimo de formandos e do cronograma a divulgar.


INSCREVER-ME

484
488

Capacitação de Docentes para a exploração pedagógica de Laboratórios de Educação Digital (LED)
Apenas para docentes do A. E. José Sanches e S. Vicente da Beira

Curso

 

25.0 horas

 

b-learning

 

Professores do Ensino Básico, Secundário e EE

A. E. José Sanches e S. Vicente da Beira

Dada a natureza prática da temática e por decisão dos formadores a ação é presencial. A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos
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Ref. 29810IT05I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-28 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123889/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: b-learning

Local: A. E. José Sanches e S. Vicente da Beira

Formador

Vítor Hugo de Brito Alves Ângelo

Nuno Miguel Amaro Monteiro

Destinatários

Professores do Ensino Básico, Secundário e EE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Ensino Básico, Secundário e EE. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Os LED, enquadrados na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), visam a inovação educativa e pedagógica, o desenvolvimento de competências digitais e a promoção da recuperação das aprendizagens, no âmbito do definido no Plano 21|23 Escola+, sobre a ação específica "Recuperar com o Digital". A exploração pedagógica destes espaços diferenciadores e o desenvolvimento de metodologias promotoras de diversificação da aprendizagem, têm um papel determinante na promoção da igualdade e na inclusão dos alunos, tornando-se necessário capacitar os docentes neste domínio, dotando-os das competências necessárias à integração das tecnologias digitais e às práticas pedagógicas potenciadas pelos LED. A instalação de LED nas escolas deverá contribuir para a integração das tecnologias digitais no ensino e na aprendizagem, para proporcionar a professores e a alunos a utilização de recursos tecnológicos, em estreita articulação com atividades curriculares e/ou extracurriculares. Com esses recursos, será possível pesquisar, organizar, modelar, manipular, realizar experiências, analisar resultados, automatizar processos e criar artefactos, potenciando e desenvolvendo a experiência de ensino e de aprendizagem. Para tal, será necessário, em contexto formativo, criar cenários/guiões de aprendizagem, aplicáveis a vários contextos disciplinares e interdisciplinares, desenvolvidos com os professores para posterior implementação com os alunos.

Objetivos

Pretende-se apoiar os docentes na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. São objetivos específicos do curso: ● Conhecer a contextualização e finalidades do projeto LED; ● Integrar o digital nas propostas educativas, numa perspetiva da articulação plena das aprendizagens; ● Capacitar os docentes para a utilização crítica e responsável de diferentes suportes digitais nas atividades do quotidiano com os seus alunos; ● Pesquisar, organizar, modelar, manipular e realizar experiências com recurso ao digital; ● Criar cenários/guiões de aprendizagem, aplicáveis a vários contextos disciplinares e interdisciplinares; ● Conceber, selecionar e partilhar recursos digitais.

Conteúdos

Os LED na Educação ● Contextualização e finalidades do projeto LED; ● Documentos de enquadramento. A capacitação de docentes no âmbito dos LED ● Exploração de estratégias de promoção do uso pedagógico de tecnologias digitais. ● Exploração, seleção e adequação de Recursos Educativos Digitais (RED) ao contexto de aprendizagem. ● Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. ● Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais. ● Apresentação e partilha das atividades desenvolvidas pelos formandos. ● Reflexão e debate sobre as atividades apresentadas e análise dos resultados obtidos pela sua implementação. ● Avaliação e conclusões.

Metodologias

A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona. A formação decorrerá numa plataforma digital, organizada com os conteúdos de formação e onde decorrem interações múltiplas entre os diferentes atores, formadores, formandos e outros especialistas. O contexto de formação visa estimular a criação de comunidades de partilha de conhecimento, recursos e experiências formativas, onde os formandos tomarão contato com as diversas funções e atividades que lhes estão atribuídas.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos desenvolvidos pelos formandos, bem como a elaboração de um trabalho final individual (em formato multimédia) por parte dos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur- lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENComissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended- learning-guidelines.htmDias, P. (2012). Comunidades de educação e inovação na sociedade digital. Educação, Formação e Tecnologias, 5 (2), 3-9.Licht, A., Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfComissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended- learning-guidelines.htm


Observações

Dada a natureza prática da temática e por decisão dos formadores a ação é presencial. A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos


INSCREVER-ME

488
490

Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Português (2.º ciclo)
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300

Sertã/Proença a Nova I Plataforma Digital

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. 32623IT02I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128589/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: b-learning

Local: Sertã/Proença a Nova I Plataforma Digital

Formador

Anabela Macedo Pinto Ferreira Santos

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Português (2.º ciclo), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento, de forma articulada, dos domínios da Oralidade, Leitura, Educação Literária, Escrita e Gramática. - Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias integradas nas áreas críticas do Português; - Associar as AE da disciplina de Português ao desenvolvimento das áreas de competências do PA; - Refletir sobre os contributos da disciplina de Português para o exercício de uma cidadania ativa.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Escrita e Leitura: da teoria do texto (texto e textualidade) às técnicas de escrita criativa (desbloqueadores de criatividade, modelos de escrita): clube de leitura; dramatizações; jornal escolar. (5 horas) Módulo 3 – Leitura e Educação Literária: da teoria do texto (pragmática; retórica / argumentação) ao projeto de leitura (dinamização do processo; interdisciplinaridade): criação de antologias; tertúlia literária dialógica; plataformas digitais de suporte literário. (5 horas) Módulo 4 – Escrita e Educação Literária: das técnicas de escrita (escrita para transmissão de conhecimento e para defesa de opinião fundamentada) à valorização de culturas, vivências e mundivisões na Literatura(s) para a infância: oficinas poéticas; ebook de texto criativo; oficina de escrita. (5 horas) Módulo 5 – Escrita e Gramática: das técnicas de escrita (planificação, textualização e revisão) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (plano sintático, plano semântico e plano textual-discursivo, observando áreas críticas - regências verbos/preposições; coesão e coerência textual…): plano esquemático; técnicas de revisão linguística; recursos interativos digitais. (5 horas) Módulo 6 – Leitura e Gramática: da semântica do texto (sentido global, inferências, tema, ideias principais, pontos de vista e estrutura) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (morfologia e classes de palavras, observando áreas críticas - pronominalização, processos de formação de palavras…): campeonato de gramática; recursos interativos digitais; workshop de ortografia. (5 horas) Módulo 7 – Oralidade e Escrita: da comunicação e interação discursivas (ato de fala; processos interpretativos e inferenciais; géneros formais e públicos; intenção comunicativa: pertinência da informação) à escrita de textos de caráter narrativo e de textos de opinião: exposição, reconto, resumo, tomada de posição; guiões de apoio à oralidade; clube de debate. (5 horas) Módulo 8 – Oralidade e Leitura: das técnicas performativas na oralidade (processos de escuta; produção discursiva planificada, espontânea e interativa; retórica da oralidade (postura corporal, expressão) à análise textual e procedimentos de registo e tratamento de informação: técnicas de anotação; webinars; workshop sobre performance. (5 horas) Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Costa, A. et al. (2010). Muitas ideias, um mar de palavras – propostas para o ensino da escrita. Fundação Calouste Gulbenkian


Observações

As datas de inicio e fim da ação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

490
494

Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Geografia
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores do grupo de recrutamento 420

Castelo Branco I Plataforma Digital

O Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, ...
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Ref. 32921IT01I25.26IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128377/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: b-learning

Local: Castelo Branco I Plataforma Digital

Formador

Anabela Cunha dos Reis David

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 420

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 420.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Geografia e Geografia A, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover a revisão das práticas pedagógicas, com particular destaque para o desenvolvimento de competências na utilização das TIC (bigdata) e das TIG (websig), na exploração de imagens e vídeos e na utilização de Casos de Estudo, Estudo de Caso e de PBL.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 – (5 horas) Representação gráfica e cartográfica Orientação e Localização Módulo 3 - (5 horas) Tempo e clima (inclui radiação solar) Ambiente biogeográficos Módulo 4 - (5 horas) Recursos Hídricos (gestão sustentável/ impactes das alterações dos níveis das águas, ODS) Recursos Marítimos (gestão, litoral/ economia do mar, ODS) Módulo 5- (5 horas) Transportes e Telecomunicações (redes e modos) Mobilidade verde Módulo 6 - (5 horas) Indicadores demográficos / evolução e distribuição Mobilidade e fluxos migratórios Módulo 7- (5 horas) Recursos do Subsolo Espaços Rurais em mudança Módulo 8 - (5 horas) Áreas e Rede Urbana Planear cidades verdes Módulo 9 - (5 horas) Análise paisagem Tipos de paisagem (a partir da função) Módulo 10 - (5 horas) Gestão e ordenamento do território (inclui instrumentos de planeamento) SIG Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 11 módulos (2 obrigatórios e 9 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Didática da Geografia para uma Cidadania Territorial. Uma bússola para um mundo em profunda transformação (2023), Livro de Atas (Atas XCIDG_vf1.pdf (cfpor.pt)


Observações

A indicação de data de inicio e fim da ação é meramente indicativa enquanto não estiverem reunidos os requisitos de desenvolvimento da ação e publicitado o cronograma.


INSCREVER-ME

494
524

Socorrismo básico
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente;

Castelo Branco

Em função do plano de atividades: Qualquer pessoa pode ver-se, inesperadamente, na necessidade de prestar Primeiros Socorros, num esforço de preservar a vida de outra pessoa, diminuir a sua capacidade e minorar o seu sofrimento. A Escola, quer pela população que abrange, quer pelo tipo de actividades que ...
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Ref. 35053IT01IPESSOAS_PND Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1330/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

João Paulo Ramos Ramalho

Destinatários

Pessoal não docente;

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

Em função do plano de atividades: Qualquer pessoa pode ver-se, inesperadamente, na necessidade de prestar Primeiros Socorros, num esforço de preservar a vida de outra pessoa, diminuir a sua capacidade e minorar o seu sofrimento. A Escola, quer pela população que abrange, quer pelo tipo de actividades que nela são desenvolvidas, é um espaço onde poderão ocorrer, com alguma frequência, incidentes que atingem principalmente os alunos. Assim sendo, reveste-se de extrema importância dotar as pessoas que com eles lidam , assistentes técnicos, assistentes SASE, assistentes operacionais, psicólogos.... de conhecimentos que lhe permitam agir em conformidade com a situação e assim prestar aos acidentados a primeira assistência Em função dos destinatários: Carências neste domínio no pessoal não docente.

Objetivos

Identificar os principais sinais e sintomas em situações de doença súbita e trauma. Aplicar os procedimentos de Socorrismo, de acordo com os sinais e sintomas em situação de doença súbita e/ou trauma.

Conteúdos

Sistema integrado de emergência médica - 2 horas Exame da vítima - 3 horas Suporte básico de vida - 6 horas Emergências Médicas - 9 horas Perda de conhecimento, acidente vascular cerebral; dor torácica, diabetes, dificuldade respiratória, convulsão Intoxicações Controlo de hemorragias Lesões da pele Fraturas Traumatologia - 5horas Traumatismos crânio-encefálicos e de coluna Imobilização e extração de vítimas

Bibliografia

Cruz Vermelha Portuguesa ( 1989; Manual de primeiros socorros - como atuar numa emergência em casa, no trabalho, em viagem" Porto Editora, Porto.MILLS, S. (S.D.); "Indicações práticas da terapêutica da diabetes", Hoechst Portuguesa, LisboaMILLES, S. (1979 "Manual dos primeiros Socorros" Publicações Europa América.


Observações

Dependendo do número de formandos inscritos poderão ser realizadas duas turmas, uma em Castelo Branco e outra na Sertã.


INSCREVER-ME

524
529

TUTORIA EM CONTEXTO ESCOLAR: O papel do professor tutor
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 inscritos O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado após existência de pelo menos 15 formandos.

Oficina

 

30.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Castelo Branco

A presente ação é uma reacreditação da ação de formação com o mesmo nome com o Registo de acreditação CCPFC/ACC-94026/19. Os desafios que se colocam atualmente às escolas e aos professores, por um lado, a nível da inclusão dos alunos, respondendo à incumbência de promover uma efetiva igualdade de ...
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Ref. 35536IT01I25.26PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123742/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Andreia Sofia Rodrigues Balas

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

A presente ação é uma reacreditação da ação de formação com o mesmo nome com o Registo de acreditação CCPFC/ACC-94026/19. Os desafios que se colocam atualmente às escolas e aos professores, por um lado, a nível da inclusão dos alunos, respondendo à incumbência de promover uma efetiva igualdade de oportunidades, e, por outro lado, na gestão da diversidade pessoal, familiar, social, económica e cultural existente na comunidade educativa, impulsionam o exercício de reflexão e reformulação dos modelos de orientação e intervenção educativa praticados. Como uma das respostas possíveis a estes alunos, existe a figura do professor-tutor que se encontra prevista nos documentos de referência da maioria das escolas/agrupamentos de escolas, nomeadamente no Regulamento Interno e nos Projetos Educativo e Curricular. Os objetivos principais da intervenção do professor-tutor junto dos alunos “tutorados” centram-se no apoio individual para melhorar a organização pessoal e o estudo, promover a integração e inclusão escolares, incentivar comportamentos adequados, prevenindo o insucesso, a indisciplina e os comportamentos considerados de risco. É importante a organização fundamentada das metodologias e procedimentos aplicados neste tipo de apoio, assim como clarificar as competências, funções e o perfil da figura do professor-tutor, partindo do que está previsto na legislação respetiva, mas avançando para a prática, com vista a melhorar o processo organizacional das tutorias.

Objetivos

A partir da partilha de experiências pessoais e profissionais pré-existentes, enquadrando-as e fundamentando-as de forma científica, pretende-se que sejam criadas situações que potenciem a reflexão, o questionamento, a discussão e a melhoria das práticas e procedimentos. Além disso, deseja-se que seja possível produzir e realizar a aplicação experimental no terreno de instrumentos, formulários e atividades que possam ser pertinentes para o trabalho com alunos. As sessões presenciais conjuntas focar-se-ão nos constructos teóricos mas também no trabalho individual autónomo de natureza prática, pretendendo-se que sejam reflexivas e renovadoras das propostas materiais.Espera-se, ainda, com esta formação, contribuir para a mudança organizacional, a partir do interior da própria organização, assim como:1. Identificar e implementar as estratégias de orientação educativa mais eficazes; 2. Promover competências pessoais e profissionais dos docentes;3.Incentivar o trabalho em rede, abrindo a Escola a novas e melhores parcerias com a rede social local.

Conteúdos

Módulo 1 -3 horas - Enquadramento da ação tutorial como resposta à diversidade populacional da escola - 1 hora Brainstorming-Leitura e discussão de textos, em pequeno grupo, seguido de apresentação das conclusões em plenário. Clarificação de conceitos;Plano de ação tutorial a nível de escola: operacionalização das tutorias; Análise dos documentos de referência no Agrupamento de Escolas para identificação das referências efetuadas à figura do professor-tutor; Princípios éticos e deontológicos na abordagem de casos;Salvaguarda da confidencialidade e privacidade da informação. Indicações para a codificação de elementos que possam ser identificadores. Exemplos de registos devidamente codificados; Identificação do público-alvo; Procedimentos de sinalização de alunos e emparelhamento com os professores-tutores;Alterações organizacionais subjacentes à existência de tutorias. Módulo 2_3 horas - Perfil do professor - Leitura de texto sobre o perfil do professor tutor; Reflexão escrita acerca do ajustamento do perfil pessoal ao perfil de um tutor; Competências e funções do professor-tutor ; Análise da legislação relevante para esta função; Resposta a um questionário com afirmações sobre as competências e funções do professor-tutor Exemplificação de uma situação em que tenha sido observada uma dessas competências com alunos. Módulo 3_3 horas - Comunicação assertiva – Resposta a um questionário sobre o perfil comunicacional pessoal; Leitura de um texto para clarificação dos estilos comunicacionais passivo, agressivo, manipulador e assertivo. Resposta a um teste, consistindo em diálogos, assinalando o tipo de comunicação utilizado; Partilha e debate a partir de um exemplo pessoal de comunicação não assertiva, propondo uma possível resposta assertive; Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado. Módulo 4_ 2 horas - Inteligência emocional-Resposta a um questionário para avaliação do Quociente Emocional (QE); Leitura de um texto sobre Inteligência Emocional, reflexão e discussão sobre o mesmo; Inserção de, pelo menos, uma sugestão, no glossário de estratégias e atividades para desenvolver a inteligência emocional; Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado. Módulo 5_4 horas - Perfil do aluno candidato a tutoria - Reflexão conjunta, complementada com informações fornecidas pelo formador, acerca das razões principais para um aluno ser encaminhado para tutorial; Elaboração de um guião de entrevista semiestruturada ao aluno “tutorado” e da ficha de identificação/caracterização; pessoal do aluno (registo com elementos identificadores codificados). Plano de ação tutorial individual – Construção/reformulação, em pequeno grupo, de planos de ação tutorial individuais para alunos Exploração das atividades: Autorretrato presente, passado e futuro e O meu estilo de aprendizagem Importância da comunicação entre o professor-tutor e a família do aluno – Elaboração de propostas para guiões de entrevista semiestruturadas para as famílias; Exploração das atividades: Comboio da vida e A minha Vida como um Estrada; Importância da promoção de parcerias entre o professor-tutor e a Rede Social Local – 1 hora Importância da comunicação regular com a CPCJ; Formas de comunicação eficaz com os serviços médico-hospitalares Princípios a respeitar nas parcerias da Escola com outras entidades; Reflexão/avaliação sobre o trabalho autónomo. Avaliação da ação pelos formandos.

Metodologias

Presencial: A formação compreende sessões presenciais conjuntas com tipologia teórico-prática, implementando os métodos: expositivo, demonstrativo interrogativo e ativo. Nestas sessões serão expostos e discutidos os aspetos teóricos e organizacionais da tutoria em meio escolar, permitindo a interrogação das práticas existentes, a consolidação de procedimentos e a produção de novos materiais de intervenção.No fim de cada sessão de formação presencial será refletido o trabalho autónomo, havendo salvaguarda dos princípios éticos da confidencialidade e privacidade da informação recorrendo à codificação de toda a informação que possa identificar alunos ou famílias. Trabalho Autónomo: Através do trabalho individual autónomo, os participantes serão convidados a refletir sobre as suas práticas, aferir a qualidade e eficácia das mesmas, terão oportunidade para implementar novos métodos e materiais, testar hipóteses e propostas, experimentar novas técnicas e desenvolver as competências pessoais e profissionais respeitantes à sua intervenção educativa.O trabalho autónomo será registado individualmente por cada formando, em formato de portefólio, contendo todas as atividades implementadas.

Avaliação

Regime de avaliação dos formandos Nos termos do artigo 13.º do Regime Jurídico de Formação Contínua, com a redação dada pelo artigo 4.º do Decreto-lei n.º 15/2007 de 19 Janeiro a avaliação dos formandos será quantitativa e expressa na escala de 1 a 10. A avaliação será contínua e os pesos da classificação final serão os seguintes: Nível de participação – 50% Portefólio individual com reflexão pessoal final – 50% Forma de avaliação da acção: Inquéritos de satisfação/avaliação aos formandos; Relatório crítico apresentado pelo Formador; Relatório crítico do formando

Bibliografia

FACHADA, M. (1992). Psicologia das Relações Interpessoais. Lisboa: Edições Rumo.TOPPING, K. (2000). Tutoria. Série Práticas Educativas – 5. UNESCO: International Academy of EducationÁLVARES, M. (Coord.) et al. (2013). Combate ao Abandono Escolar Precoce: Políticas e Práticas – Relatório Final. Lisboa: CIES-IUL.AZEVEDO, N. e NASCIMENTO, A. (2007). Modelo de Tutoria: construção dialógica de sentido(s). Interacções, Vol. 3, N.º 7, pp. 97-115. ISSN 1646-2335. (Consultado em janeiro, 2010, de http://nonio.eses.pt/interaccoes/)SIMÃO e FLORES (2008). Experiências de Tutoria: Problemas e Desafios. Texto não publicado. Universidade de Lisboa, Portugal.


Observações

O período de desenvolvimento referido (de 27/05/2026 a 15/07/2026) é apenas indicativo


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529
531

Cidadania e Desenvolvimento: planeamento e implementação
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial

Castelo Branco

O sucesso académico, a inclusão e a cidadania são objetivos a cumprir com a operacionalização da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), e da Autonomia e Flexibilidade Curricular. A Educação para a Cidadania está integrada no ...
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Ref. 35706IT01PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-31 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137757/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: e-learning

Local: Castelo Branco

Formador

Maria de Lurdes Neves Batista Picado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O sucesso académico, a inclusão e a cidadania são objetivos a cumprir com a operacionalização da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), e da Autonomia e Flexibilidade Curricular. A Educação para a Cidadania está integrada no currículo, nas atividades letivas e não letivas, nas práticas diárias da vida escolar e articulação com a comunidade, propondo-se, na ENEC que a implementação da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento (CD), abordagem que integre toda a escola. Os domínios de Educação para a Cidadania, devem privilegiar o contributo de cada um para o desenvolvimento dos princípios, dos valores e das áreas de competências do PA. As Aprendizagens Essenciais constituem as orientações curriculares de base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem. Com o Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, e da ENEC, a EC adquire centralidade no currículo, na obrigatoriedade de elaboração e concretização de uma EECE em cada AE/ENA. A componente curricular de CD – integrando as matrizes curriculares das ofertas educativas e formativas – e, a indicação dos domínios de EC intercomunicantes e complementares, pretende-se que os alunos realizam aprendizagens através da participação plural e responsável, no quadro da democracia, do respeito pela diversidade e da defesa dos Direitos Humanos. Na oferta de formação aos docentes focada na operacionalização da componente de CD.

Objetivos

1. Refletir sobre o valor da cidadania nas sociedades democráticas e na defesa dos Direitos Humanos, como fundamental para maior coesão social e para a paz; 2. Promover uma abordagem integrada dos conteúdos de EC; 3. Reforçar a articulação entre as disposições dos referenciais curriculares de EC, que constituem referências curriculares, e os documentos e variáveis do contexto das escolas; 4. Incentivar o trabalho colegial de desenvolvimento curricular das equipas educativas; 5. Promover a utilização de metodologias ativas, centradas na aprendizagem vivencial da cidadania democrática e na abordagem integrada da EC e envolvimento ativo dos stakeholders; 6. Contribuir para a reflexão crítica sobre as partes e a componente do currículo de CD.

Conteúdos

1. A componente de Cidadania e Desenvolvimento: enquadramento curricular e articulação com as referências e referencias curriculares (7h) 2. Os conteúdos da Educação para a Cidadania fixados nos referenciais curriculares: níveis de articulação compreendendo o PA, as Aprendizagens Essenciais (AE), os perfis profissionais/referenciais de competência, quando aplicável, e os domínios de Educação para a Cidadania (7h) 3. Avaliação (7h) 4. Apresentação de trabalhos (4h)

Metodologias

As sessões terão uma abordagem teórico-prática, conjugando a exploração de conteúdos teóricos com a realização e experimentação de atividades e de momentos de reflexão e de debate sobre os mesmos. Utilizar-se-ão metodologias ativas de forma a promover a respetiva implementação pelos docentes nas suas práticas pedagógicas.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua”. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.

Bibliografia

Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julhoDecreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julhoDecreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julhoDespacho n.º 6605-A/2021, de 6 de julhoPortaria n.º 194/2021, de 17 de setembro



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531
539

PREVENÇÃO DE PATOLOGIAS DA VOZ NA CLASSE DOCENTE
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Castelo Branco

O período de desenvolvimento referido (de 15/06/2026 a 15/07/2026) é apenas indicativo estando dependente do cumprimento do critério de numero mínimo de inscritos.
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Ref. 36135IT01IPESSOAS 2030 Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139987/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Liliana Isabel Ventura Lucas

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

PESSOAS 2030

Enquadramento

AÇÃO ACREDITADA ANTERIORMENTE: CCPFC/ACC-85501/16 No desempenho da atividade profissional docente, a voz surge como um instrumento de trabalho com tanto de precioso como de ignorado. Esta formação tem como objetivo colmatar uma grande lacuna existente na classe docente no que diz respeito à prevenção das patologias vocais tão frequentes no seio deste grupo profissional. Os profissionais da voz são um grupo profissional que apresenta um elevado risco vocal em virtude do tempo e condições de utilização a que diariamente expõem a sua voz. Esta formação tem como finalidade informar e contribuir para a prevenção do uso profissional da voz através da informação sobre o seu mecanismo, sinais e sintomas de patologia, e estratégias de prevenção e aquecimento vocal.

Objetivos

No final desta Oficina de Formação, os formandos deverão ser capazes de: - Conhecer o funcionamento do aparelho fonador e mecanismos básicos de produção vocal, com referência às patologias vocais mais comuns, tipos de disfonia, sintomas e fatores causais; - Dotar o profissional da voz de estratégias de prevenção de mau u so e abuso vocal; - Dotar o profissional da voz de técnicas vocais com o objectivo de potenciar o seu aparelho vocal e prevenir o aparecimento de perturbações vocais; - Por em prática um programa de aquecimento e arrefecimento vocal.

Conteúdos

- Apresentação; 0,5h - Funcionamento do a parelho fonador; 1h - Tipos de disfonia / Patologias vocais; 1h - Sintomas vocais; 1h - Estratégias de prevenção de mau uso e abuso vocal;1h - Sinais de risco/alerta de patologia vocal;1h - Impacto da patologia vocal no desempenho da profissão; 1h - Padrões de postura, respiração e projeção vocal; 2h - Técnicas facilitadoras para a promoção de uma melhor qualidade vocal; 2h - Avaliação funcional de voz; 4h - Avaliação final 0,5h

Metodologias

No início da ação de formação irá ser re alizada uma avaliação funcional de voz a cada um dos formandos. Ao longo das sessões de formação, os formandos irão ser dotados de conhecimentos que lhe permitirão melhorar o desempenho vocal individual. No final da formação irão ser realizadas novas avaliações funcionais. Cada formando será avaliado segundo a evolução da sua capacidade vocal que demonstrou adquirir no decorrer da ação de formação

Avaliação

Trabalhos práticos e reflexões efetuadas a partir das e nas sessões presenciais de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007.Os formandos deverão elaborar um relatório final.

Bibliografia

Doenças Relacionadas ao trabalhoA voz do professor: um instrumento que precisa de cuidadoSAÚDE VOCAL E O PROFESSOR DE ENSINO - Editora Realize


Observações

O período de desenvolvimento referido (de 05/06/2026 a 15/07/2026) é apenas indicativo


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539
540

Avaliação formativa para as aprendizagens
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

30.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico e Professores de Educação Especial

Castelo Branco

Com a publicação dos Decretos-lei n.º 54/2018 e n.º 55/2018, colocam-se aos professores novos desafios, sendo um deles a avaliação para aprendizagens, numa abordagem multinível, fortalecida pela relação da intervenção pedagógica e educativa, com vista à promoção do sucesso escolar de todos. Neste ...
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Ref. 36205IT02I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139575/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Joaquim José Manteigas Picado

Destinatários

Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

Com a publicação dos Decretos-lei n.º 54/2018 e n.º 55/2018, colocam-se aos professores novos desafios, sendo um deles a avaliação para aprendizagens, numa abordagem multinível, fortalecida pela relação da intervenção pedagógica e educativa, com vista à promoção do sucesso escolar de todos. Neste sentido, esta oficina de formação foi concebida tendo em conta a circular nº 3/2019 e enquadra-se no âmbito dos pontos 1 e 2, do Artigo 3.º do Despacho n.º779/2019 de, e construída e fundamenta-se na necessidade de desenvolver nos formandos competências para assegurar um processo avaliativo formativo com vista a uma classificação justa.

Objetivos

• Compreender a evolução histórica da avaliação formativa até aos nossos dias. • Realizar uma leitura única do documento legal e dos princípios orientadores da sua conceção, operacionalização e avaliação das aprendizagens. • Reconhecer que tipo/s de avaliação que se realiza de acordo com as práticas que utilizadas. • Identificar estratégias para aprender, habilidades (comportamentos, atitudes e valores) e conhecimentos científicos. ¬ • Conceber e utilizar diferentes estratégias para aprender, definir e aplicar técnicas de avaliação.¬ • Apresentar e partilhar estratégias para aprender e como avaliar.

Conteúdos

• Evolução histórica da avaliação formativa. – 3h • Enquadramento legal da avaliação das aprendizagens. – 3h • Avaliação das práticas avaliativas. – 1h 30 min • Estratégias para aprender e como avaliar. 1h 30 min • Planificação de estratégias para aprender e como avaliar. – 3h • Reflexão e partilha da aplicação de estratégias para a aprender e de com o avaliar. – 3h

Metodologias

Presencial: As tarefas a realizar na ação, concretizar-se-ão em sessões conjuntas e de trabalho autónomo, durante as quais, os formandos terão de analisar, discutir e planear estratégias para aprender, bem como definir técnicas para avaliar as aprendizagens dos alunos com vista à classificação. 1ª sessão- aplicação de um questionário de espectativas. apresentação dialógica da evolução histórica da avaliação formativa. Constituição de grupos de trabalho para elaborar, aplicar, refletir e reorientar estratégias para aprender e avaliar, em cada uma das suas salas de aula, aquando da aplicação de técnicas de avaliação para as aprendizagens. Nas quatro sessões seguintes, serão trabalhados os restantes conteúdos da ação, recorrendo a uma estratégia participativa e reflexiva, onde cada formando será convidado a relacionar a sua prática com os conhecimentos construídos durante as sessões presenciais e aplicação em contexto educativo (sala de aula, ginásio, laboratório, biblioteca…). Trabalho Autónomo: será desenvolvido em qualquer contexto educativo, onde se devolvem metodologias e práticas e técnicas de avaliação trabalhadas nas sessões presenciais, concretizadas através da conceção, aplicação em contexto de ensino/aprendizagem, reflexão individual e em grupo, bem como uma proposta de reorientação futura. Acompanhamento do trabalho autónomo será realizado em contexto e/ou com recurso às tecnologias de informação e comunicação. No fim da ação, será elaborado um documento, que deverá conter a planificação da/s estratégia/as para aprender, bem como as técnicas de recolha de informação para avaliar formativamente utilizadas, uma breve reflexão individual e a proposta de reorientação, no máximo de duas páginas.

Avaliação

A avaliação terá um carácter qualitativo e quantitativo, espelhado numa escala classificativa de 0 a 10 valores. Serão consideradas duas componentes de avaliação: a) participação; b) trabalhos e atividades realizadas durante as sessões; c) relatório final.

Bibliografia

FERNANDES, D. (2007). Vinte e Cinco anos de Avaliação das Aprendizagens: Uma síntese interpretativa de livros publicados em Portugal. In A. Estrela (org). Investigação em Educação. Teorias e Práticas. Lisboa: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação. (pp. 261-305).FERREIRA, C. (2007). A Avaliação no Quotidiano da Sala de Aula. Porto: Porto Editora.LEITE, C. (2002). Avaliação das aprendizagens dos alunos: novos contextos, novas práticas. Poto: ASAPERRENOUD, P. Não mexam na minha avaliação! Para uma abordagem sistêmica da mudança pedagógica. In: NÓVOA, A. Avaliação em educação: novas perspectivas. Porto, Portugal: Porto Editora, 1993.DECRETO- LEI Nº 55/2018, de 6 de junho, 1ª série – N.º 129


Observações

as datas de inicio e fim são meramente indicativas.


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540
541

Capacitação de Docentes para a exploração pedagógica de Laboratórios de Educação Digital (LED)
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

b-learning

 

Professores do Ensino Básico, Secundário e EE

Castelo Branco

Os LED, enquadrados na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), visam a inovação educativa e pedagógica, o desenvolvimento de competências digitais e a promoção da recuperação das aprendizagens, no âmbito do definido no Plano 21|23 Escola+, sobre a ação específica "Recuperar com o ...
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Ref. 29810IT06I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123889/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: b-learning

Local: Castelo Branco

Destinatários

Professores do Ensino Básico, Secundário e EE

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Ensino Básico, Secundário e EE. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Os LED, enquadrados na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), visam a inovação educativa e pedagógica, o desenvolvimento de competências digitais e a promoção da recuperação das aprendizagens, no âmbito do definido no Plano 21|23 Escola+, sobre a ação específica "Recuperar com o Digital". A exploração pedagógica destes espaços diferenciadores e o desenvolvimento de metodologias promotoras de diversificação da aprendizagem, têm um papel determinante na promoção da igualdade e na inclusão dos alunos, tornando-se necessário capacitar os docentes neste domínio, dotando-os das competências necessárias à integração das tecnologias digitais e às práticas pedagógicas potenciadas pelos LED. A instalação de LED nas escolas deverá contribuir para a integração das tecnologias digitais no ensino e na aprendizagem, para proporcionar a professores e a alunos a utilização de recursos tecnológicos, em estreita articulação com atividades curriculares e/ou extracurriculares. Com esses recursos, será possível pesquisar, organizar, modelar, manipular, realizar experiências, analisar resultados, automatizar processos e criar artefactos, potenciando e desenvolvendo a experiência de ensino e de aprendizagem. Para tal, será necessário, em contexto formativo, criar cenários/guiões de aprendizagem, aplicáveis a vários contextos disciplinares e interdisciplinares, desenvolvidos com os professores para posterior implementação com os alunos.

Objetivos

Pretende-se apoiar os docentes na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. São objetivos específicos do curso: ● Conhecer a contextualização e finalidades do projeto LED; ● Integrar o digital nas propostas educativas, numa perspetiva da articulação plena das aprendizagens; ● Capacitar os docentes para a utilização crítica e responsável de diferentes suportes digitais nas atividades do quotidiano com os seus alunos; ● Pesquisar, organizar, modelar, manipular e realizar experiências com recurso ao digital; ● Criar cenários/guiões de aprendizagem, aplicáveis a vários contextos disciplinares e interdisciplinares; ● Conceber, selecionar e partilhar recursos digitais.

Conteúdos

Os LED na Educação ● Contextualização e finalidades do projeto LED; ● Documentos de enquadramento. A capacitação de docentes no âmbito dos LED ● Exploração de estratégias de promoção do uso pedagógico de tecnologias digitais. ● Exploração, seleção e adequação de Recursos Educativos Digitais (RED) ao contexto de aprendizagem. ● Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. ● Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais. ● Apresentação e partilha das atividades desenvolvidas pelos formandos. ● Reflexão e debate sobre as atividades apresentadas e análise dos resultados obtidos pela sua implementação. ● Avaliação e conclusões.

Metodologias

A presente ação é dinamizada na modalidade de b-learning, com recurso a diversas ferramentas, nomeadamente um sistema de gestão de aprendizagem (LMS) e ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona. A formação decorrerá numa plataforma digital, organizada com os conteúdos de formação e onde decorrem interações múltiplas entre os diferentes atores, formadores, formandos e outros especialistas. O contexto de formação visa estimular a criação de comunidades de partilha de conhecimento, recursos e experiências formativas, onde os formandos tomarão contato com as diversas funções e atividades que lhes estão atribuídas.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos desenvolvidos pelos formandos, bem como a elaboração de um trabalho final individual (em formato multimédia) por parte dos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur- lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=ENComissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/publications/blended- learning-guidelines.htmDias, P. (2012). Comunidades de educação e inovação na sociedade digital. Educação, Formação e Tecnologias, 5 (2), 3-9.Licht, A., Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/Open_book_of_Innovational_Education.pdfComissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended- learning-guidelines.htm


Observações

as datas de inicio e fim da formação são meramente indicativas.


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541
543

Aplicações da Inteligência Artificial na Educação: Plataformas potenciadoras da aprendizagem - ChatGPT, DALL-e e outras
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Plataforma Digital

A mais recente evolução da Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML) e da sua materialização em soluções disponíveis para a sociedade em geral, como o ChatGPT, Dall-E e outras ferramentas e plataformas semelhantes, permite-nos afirmar hoje que iremos assistir ao crescimento exponencial das suas ...
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Ref. 30913IT06I26.27 PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123405/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: e-learning

Local: Plataforma Digital

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A mais recente evolução da Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML) e da sua materialização em soluções disponíveis para a sociedade em geral, como o ChatGPT, Dall-E e outras ferramentas e plataformas semelhantes, permite-nos afirmar hoje que iremos assistir ao crescimento exponencial das suas aplicações e que muito em breve farão parte do nosso quotidiano pessoal e profissional. A capacidade de trabalhar com IA e ML será uma das competências-chave do século XXI. Ao capacitar professores para conhecer e utilizar soluções existentes e emergentes nestas áreas, assegura-se que estão atualizados e alinhados com as questões e inovações tecnológicas contemporâneas, o que lhes permitirá retirar os mais variados benefícios quer na sua prática docente, quer na formação dos alunos. É importante realçar que a IA e o ML são multidisciplinares, podendo os professores de diversas disciplinas integrar os conceitos para enriquecer o conteúdo das suas aulas e as suas práticas pedagógicas. A integração de tecnologias emergentes pode também aumentar o empenho e a motivação dos alunos. Dado o seu crescente potencial de influência no mundo moderno, é igualmente importante estar preparado para estimular o pensamento crítico e discutir questões éticas e de responsabilidade na utilização da IA e ML.

Objetivos

. Familiarizar os professores com os conceitos e o estado da arte da IA e ML, abordando as mais recentes evoluções e as suas aplicações em ferramentas e plataformas como o ChatGPT, DALL-E, entre outros. •Capacitar os docentes a identificar e utilizar ferramentas e plataformas emergentes em IA e ML, mantendo-se atualizados com inovações tecnológicas contemporâneas, equipando os professores com habilidades práticas para integrar IA e ML nas suas práticas docentes. •Habilitar os docentes a transmitir competências essenciais de IA e ML aos alunos e a realizar a sua aplicação em áreas multidisciplinares, visando aumentar o empenho e a motivação dos alunos. •Permitir que os professores possam formar os alunos para serem cidadãos informados e conscientes, entendendo os impactos e implicações da IA e ML no mundo moderno e estimular o pensamento crítico, lógico e analítico nos professores e alunos, compreendendo como a IA influencia decisões e a sociedade.

Conteúdos

Sessão Síncrona #1 (3 horas) • Conceitos, evolução e aplicações de IA e ML o Definição e conceitos de IA e ML o Teste de Turing, sistemas periciais e primeiros conceitos de utilização de IA o Distinção entre aprendizagem supervisionada vs não supervisionada o Conceitos e aplicações das diferentes técnicas e algoritmos de IA e ML o Evolução recente da Inteligência Artificial e Machine Learning: redes neuronais, deep learning e LLM o Aplicações atuais e futuras da IA e ML em contexto escolar e na sociedade em geral • Discussão/debate com os formandos sobre a utilização da IA e ML o Numa perspetiva do seu impacto na sociedade em geral atual e futura o Numa perspetiva de utilização nas práticas docentes e contexto escolar • Enunciado pedindo a realização de um primeiro trabalho assíncrono e autónomo individual sobre a caracterização genérica de uma plataforma de IA e/ou ML à escolha do formando e as suas possíveis aplicações em contexto educativo ou na sociedade Período de Trabalho Assíncrono / Autónomo (3 horas) Sessão Síncrona #2 (3 horas) • Apresentação do primeiro trabalho autónomo por parte dos formandos • Discussão/debate com os formandos sobre conceitos explorados na formação e como podem e devem ser aplicados no contexto das atividades educativas e de aprendizagem Sessão Síncrona #3 (3 horas) • Exploração e utilização prática de plataformas e ferramentas de IA e ML o Programação em Data Science: Python e R o Plataformas e ferramentas de Data Science: H2O, DataRobot, Azure ML, AWS Sagemaker, Azure Cognitive Services, Cortana, Alexa, SIRI, ChatGPT, DALL-E, Claude.AI Sessão Síncrona #4 (3 horas) • Continuação e conclusão da exploração e utilização prática de plataformas de IA e ML • Realização de uma ficha de trabalho por parte dos formandos consistindo em responder a um questionário sobre os conteúdos da formação • Enunciado pedindo a realização de um trabalho final autónomo individual sobre a aplicação em contexto de sala de aula ou na sociedade de uma plataforma de IA e/ou ML à escolha do formando Período de Trabalho Assíncrono / Autónomo (7 horas) Sessão Síncrona #5 (3 horas) • Apresentação do trabalho final por parte dos formandos • Discussão/debate com os formados sobre conceitos explorados na formação e como podem e devem ser aplicados no contexto das atividades educativas e de aprendizagem

Metodologias

a) Das sessões síncronas: Apresentação dos conteúdos da ação por parte do formador • Utilização de recursos digitais em formato multimédia por parte do formador para apresentação dos conteúdos • Realização de tarefas por parte dos formandos, baseadas em fichas de trabalho presencial • Apresentação por parte dos formados dos trabalhos realizados na componente não presencial b) Das sessões assíncronas: • Realização de dois trabalhos em formato digital com aplicação prática em contexto lectivo.

Avaliação

• Avaliação contínua da componente presencial com acompanhamento por parte do formador na participação ativa e realização das tarefas propostas nas fichas de trabalho presencial. • Avaliação dos dois trabalhos a realizar na componente não presencial / autónoma da formação. • Avaliação do relatório crítico da ação de formação.

Bibliografia

Stephen Wolfram, “O que faz o ChatGPT e como funciona”, Casa das Letras, 2023Lino Oliveira e Mário Pinto, “A Inteligência Artificial na Educação – Ameaças e Oportunidades para o processo de ensino-aprendizagem”, Seminário organizado pela Licenciatura em Tecnologias e Sistemas de Informação para a Web (LTSIW) do Departamento de Informática da Escola Superior de Media Artes e Design, Instituto Politécnico do Porto, 18 Abril 2023, relatório de conteúdos disponível em https://recipp.ipp.pt/bitstream/10400.22/22779/1/LIV_LinoOliveira_2023.pdfCláudia Meirinhos, “Práticas Educativas de Inteligência Artificial no 1º Ciclo do Ensino Básico”, Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Bragança para obtenção do Grau de Mestre em TIC na Educação e Formação, Instituto Politécnico de Bragança, 2022, disponível em https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/26344/1/Cl%C3%A1udia%20Sofia%20Oliveira%20Macedo%20Meirinhos.pdfMartin Ford, “O Futuro da Inteligência Artificial”, Bertrand, 2022Chen Qiufan e Kai-Fu Lee, “Inteligência Artificial 2041”, Relógio D’Água, 2023


Observações

As datas indicadas de principio e fim da formação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

543
544

Aplicações Google _ trabalho colaborativo
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores da Educação Especial

Castelo Branco

Reacreditação da ação com o registo de acreditação nº CCPFC/ACC-93963/19 O uso crescente da tecnologia por toda a comunidade e a estimulação digital precoce dos nossos alunos é potenciadora do uso cada vez maior de diversos dispositivos de uma forma geral. Tendo o professor um papel essencial na ...
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Ref. 29714IT04I26.27 PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123745/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Ana Sofia Barros Teixeira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores da Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores da Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Reacreditação da ação com o registo de acreditação nº CCPFC/ACC-93963/19 O uso crescente da tecnologia por toda a comunidade e a estimulação digital precoce dos nossos alunos é potenciadora do uso cada vez maior de diversos dispositivos de uma forma geral. Tendo o professor um papel essencial na aprendizagem e modernização da escola, também tem de se atualizar, absorvendo a maior quantidade de informação/ conhecimento possível. Apesar de utilizarem as mais diversas ferramentas digitais, os professores por vezes não rentabilizam as tarefas nem as usam de forma versátil. A formação em aplicações no Google procura promover o uso de diferentes serviços e aplicativos que a internet atualmente propicia que, devido à sua flexibilidade e disponibilidade, permitem a adequação didática das mesmas em contexto escolar. É necessário motivar professores e os alunos em trabalho de interajuda e de colaboração de modo a melhorar a criatividade, produtividade e o desempenho de ambos. Pretende-se com esta formação dotar os educadores e professores de um conjunto maior de conhecimentos e competências que lhes permitam aplicar, não só os conhecimentos já adquiridos, mas também rentabilizá-los e incrementá-los usando um conjunto de tarefas/atividades aplicadas a situações concretas. Ao longo dos anos, os programas informáticos vão sofrendo upgrades e aumentando as suas potencialidades, situação mais que justificativa para que também os professores e educadores necessitem de atualizações, proporcionada com formação, pois alguns terão mais dificuldade em fazê-la sozinhos.

Objetivos

Criar suporte digital como apoio das atividades letivas e não letivas em diferentes contextos demonstrando a sua importância; • Estimular estratégias pedagógicas promotoras de metodologias; • Promover o uso de uma plataforma de troca de informação digital – Google; • Promover a produção e utilização de recursos educativos digitais potenciadores da construção do conhecimento mais dinâmico, atrativo e autónomo; • Elevar o uso da tecnologia/internet a fator crítico no sucesso pessoal; • Incentivar e/ou potenciar uma melhor comunicação entre professores e eventualmente entre alunos; • Apresentar sugestões de projetos/atividades que potenciem a utilização das TIC em contextos inter e transdisciplinares; • Promover momentos de reflexão decorrentes da prática letiva.

Conteúdos

Aplicações Google Drive: Documentos do Google (1 hora) Folhas de cálculo do Google (1 hora) Apresentações do Google (1 hora) Criação de formulários do Google - Tratamento de informação dos formulários (4 hora) Planeamento da ação (1 hora) Conteúdos e organização da ação Exploração de necessidades Criação/utilização de uma conta do Gmail (4 horas) Personalização: Criação e organização de pastas Criação de um grupo de contatos (formação) Carregamento de ficheiros: Google fotos (1 hora) Google tradutor (1 hora) Google maps (1 hora) Criação de ferramentas office e sua interligação com o Google Drive (1 hora) Trabalho colaborativo no Google Drive – partilhar (7 horas) Elaboração/apresentação de Recursos Educativos

Metodologias

Utilizar-se-ão sessões teóricas, teórico-práticas e práticas, com trabalhos orientados, sugestões de atividades e análise de casos reais.

Avaliação

Avaliação quantitativa de 1 a 10 valores, de acordo com a Carta Circular CCPFC3/ 2007. A aprovação no Curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na carta circular CCPFC – 3/2007 – setembro 200. Avaliação da ação através do preenchimento de 2 questionários online elaborados para o efeito e entrega de relatório de reflexão critica.

Bibliografia

https://www.google.pt/intl/pt-PT/about/products/Belfo, Fernando Paulo Sousa, Rui Dinis, (2011) Employee incentives in IT companies : what can we learn from Google?, International Association for Development of the Information Society (IADIS)Bottentuit Junior, João Batista Lisboa, Santana Eliana, Coutinho, Clara Pereira, (2011) Google educacional: utilizando ferramentas web 2.0 em sala de aula, UFR-Universidade Federal do Rio de Janeiro - Escola de ComunicaçãoMoura, Adelina. (2009) Geração móvel: um ambiente de aprendizagem suportado por tecnologias móveis para a “geração polegar”, Braga : Centro de Competência da Universidade do Minho, 2009.Moura, Adelina, Carvalho, Ana Amélia Amorim, (2011) Aprendizagem mediada por tecnologias móveis: novos desafios para as práticas pedagógicas, Braga: Centro de Competência da Universidade do Minho, 2011.


Observações

As datas indicadas para inicio e fim da ação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

544
545

Proteção de dados e a Cibersegurança nas Escolas
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

b-learning

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Castelo Branco

O recurso a plataformas de suporte ao ensino não presencial, que podem servir como meio de divulgação, partilha de conteúdos pedagógicos, de interação entre os utilizadores, tem vindo a ser cada mais frequente por parte dos diferentes agentes educativos. Contudo, a sua utilização implica a recolha e o ...
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Ref. 27811IT04I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125890/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: b-learning

Local: Castelo Branco

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O recurso a plataformas de suporte ao ensino não presencial, que podem servir como meio de divulgação, partilha de conteúdos pedagógicos, de interação entre os utilizadores, tem vindo a ser cada mais frequente por parte dos diferentes agentes educativos. Contudo, a sua utilização implica a recolha e o tratamento de um conjunto alargado de informação relativa aos utilizadores, devendo garantir-se a proteção desses mesmos utilizadores. Com esta ação, pretende-se que os formandos implementem junto da comunidade educativa projetos de intervenção, cujo objetivo é a sensibilização para as questões relativas à Proteção de Dados e à Cibersegurança na escola refletindo acerca da integração curricular e transversalidade destas temáticas.

Objetivos

Desenvolver práticas de referência respeitantes a proteção de dados, designadamente abstendo-se de tratar dados pessoais que não sejam essenciais para a finalidade pedagógica e adotando comportamentos responsáveis, quando se tem acesso a dados pessoais de alunos, professores e outros titulares dos dados; Criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção, que abordem estas temáticas em contexto educativo; Articular as temáticas propostas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.º Ciclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Segurança, Responsabilidade e Respeito em Ambientes Digitais, assim como com a ENEC, nomeadamente nos domínios Segurança, Defesa e Paz e Media; Debater estratégias de sensibilização junto dos alunos para a importância da Cidadania Digital, destacando as áreas da Cibersegurança e da Proteção de Dados.

Conteúdos

Módulo 1: Proteção de dados em contexto escolar (4horas –3 horas presenciais+1 hora assíncrona) Reflexão e análise de documentação de referência; Desenvolver práticas relativas à proteção de dados na escola. Módulo 2: A Cibersegurança na Escola (3 horas –2 horas síncronas+1hora assíncrona) As plataformas digitais e as recomendações de segurança; Desenvolver práticas relativas à Cibersegurança na escola. Módulo 3: Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas:(8horas - 3 horas presenciais+3horas síncronas+2 horas assíncronas) Iniciativas e campanhas do Centro de Sensibilização SeguraNet; Iniciativas e campanhas do Centro Nacional de Cibersegurança; O Selo de Segurança Digital; A integração curricular e transversalidade das temáticas. Módulo 4: Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados (5 horas - 3horas síncronas+2horas assíncronas) Análise de projetos existentes no âmbito da Cibersegurança e de proteção de dados; Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando. Módulo 5: Avaliação e reflexão (5horas - 3 horas presenciais+2 assíncronas) Apresentação, partilha e reflexão dos planos desenvolvidos pelos formandos durante o curso.

Metodologias

Sessões: O curso irá decorrer na modalidade de b-Learning com sessões presenciais, síncronas e assíncronas, com a seguinte distribuição: 9 horas presenciais, 8h síncronas e 8h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas Moodle e de videoconferência para dinamizar as sessões. As sessões serão de caráter teórico-prático, baseadas em metodologias essencialmente ativas, com recurso às seguintes técnicas pedagógicas: exposição, brainstorming, reflexão em grupo, seleção e análise das ideias.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.

Bibliografia

Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.ptComissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.ptSeguraNet – Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptRede europeia de Centros Internet Segura – Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/homeDireção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/home


Observações

As datas de inicio e fim da formação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

545
546

Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Inglês nos 1.º e 2.º CEB
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220

Sertã/Proença a Nova

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. 32719IT02I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128289/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: b-learning

Local: Sertã/Proença a Nova

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar, para proporcionar uma aprendizagem globalizante aos alunos de cada ano de escolaridade, refletindo as suas propostas, os seus interesses e as suas preferências; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) - Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) - O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); - As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Características dos alunos dos 1.º e 2.º CEB e metodologias (5h) - Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos - Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo - Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e gestão de comportamento. Módulo 3 – Competência comunicativa: Oralidade (10h) - Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de distintos textos orais; atividades práticas com áudio/vídeo autêntico; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. - Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas preparatórias de apresentação/debate; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 – Competência comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) - Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com distintos tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. - Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, disciplinares ou interdisciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 – Mediação (5h) -no contexto das línguas -nos documentos de referência: PA e AE -na prática letiva: exemplos de atividades Módulo 6 – CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 – Competência intercultural (5h) - Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa; -Identificar e analisar ‘picturebooks’ adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural; -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes; -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

Presencial: A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf ,DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Brewster, J., Ellis G. & Girard, D. (2002). The Primary English Teacher's Guide (New Edition). Harlow: Pearson Education Limited.


Observações

As datas de inicio e fim da formação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

546
547

Geogebra - Aplicações na sala de aula de Matemática
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos grupos 230 e 500

Castelo Branco

Esta ação é uma reacreditação da ação CCPFC/ACC-89830/17 constante da plataforma antiga do CCPFC. No sentido de responder às novas orientações do Currículo Nacional do Ensino Básico, torna-se importante e necessário promover a utilização em situação de sala de aula, das novas tecnologias. Esta ...
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Ref. 30431IT02I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121540/23

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Destinatários

Professores dos grupos 230 e 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 230 e 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 230 e 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Esta ação é uma reacreditação da ação CCPFC/ACC-89830/17 constante da plataforma antiga do CCPFC. No sentido de responder às novas orientações do Currículo Nacional do Ensino Básico, torna-se importante e necessário promover a utilização em situação de sala de aula, das novas tecnologias. Esta organização salienta ainda que a componente matemática inclui a compreensão de um conjunto de noções matemáticas fundamentais e permite estabelecer uma ligação mais fácil aos temas centrais dos programas em vigor no 3º ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário. É imprescindível fornecer aos professores dos níveis de ensino atrás referidos, oportunidades de estabelecerem ligações entre conteúdos transversais aos dois níveis, de modo a promover um trabalho colaborativo. Consequentemente, vai permitir que os alunos adquiram um sentido de continuidade dos diversos conteúdos matemáticos, objectivo este evidenciado no Currículo Nacional do Ensino Básico e Ensino Secundário, contribuindo para uma formação da educação em matemática, sobre a matemática e através da matemática do aluno. A formação de professores assume especial relevância neste processo de mudança de atitudes, contribuindo para despertar nos professores a necessidade de conhecer o percurso dos seus alunos em anos anteriores e preparar as suas aprendizagens futuras. Por outro lado, desde o ano lectivo de 1996/97 que o Ministério de Educação tem proposto algumas alterações nas

Objetivos

Introduzir as novas tecnologias, enquanto metodologias que induzam o aluno a desenvolver as suas capacidades de explorar, enunciar e testar hipóteses. Mudar práticas, procedimentos e materiais didácticos; Incutir no formando a ideia de que os quatro grandes domínios da matemática devem ser tratados de maneira transversal ao longo do Ensino Básico e do Ensino Secundário; Promover o estudo e a reflexão de aspectos teóricos e práticos relacionados com a utilização de materiais na aula de matemática, criando nos professores autonomia para o aprofundamento da utilização de software de geometria dinâmica e paralelamente criando confiança na sua utilização junto dos alunos; Criar actividades/materiais com base no Geogebra, susceptíveis de serem trabalhados na sala de aula, com um desenvolvimento adequado ao 3º ciclo do Ensino Básico e ao Ensino Secundário;Testar essas actividades/materiais em situação de sala de aula, avaliando o seu impacto junto dos aluno; TElaborar relatórios conclusivos das actividades/materiais experimentados pelo formando na sala de aula, no sentido de proceder a um processo de optimização daqueles.

Conteúdos

A- As didácticas do uso do Geogebra na exploração de conceitos geométricos e algébricos (3 horas) B- Apresentação e exploração do software Geogebra e do seu interface (3 horas) C- Exploração do software, com base em desafios (alguns com todos os passos necessários à sua construção (6 horas) propostos pelos formadores D- Desenvolvimento de pequenos projectos pelos formandos (fornecidos os temas e as indicações necessárias)(6 horas) com vista a proporcionar uma maior prática no manejo das várias ferramentas do software e de outras construídas pelos formandos E- Recolha, pesquisa, selecção e organização de materiais específicos (3 horas) F- Criação/Adaptação de materiais para a sala de aula e para a web (trabalho autónomo) (20 horas) G- Experimentação dos materiais na sala/laboratório (trabalho autónomo) (5 horas) H- Visionamento das actividades/materiais elaborados pelos formandos em situação de sala de aula (2 horas), apresentação de relatórios descritivos das ocorrências em situação de sala de aula I- Discussão de métodos/instrumentos para a avaliação do impacto dos materiais produzidos. (2 horas), apresentação das conclusões e correcção das actividades/materiais

Avaliação

A Avaliação dos formandos obedecerá aos critérios Gerais de avaliação definidos em sede de regulamento interno do Centro os quais obedecem ao determinado pelo Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores e pela carta circular nº3/2007 do CCPFC. O resultado da avaliação dos formandos será expresso numa escala de 1 a 10. Formando e formador entregam um relatorio de reflexão critica sobre a ação.

Bibliografia

Veloso, Eduardo; Simetria e transformações Geométricas – Textos de Geometria para professores, Grupo de trabalho de Geometria. Lisboa: Associação de Professores de Matemática, 2012Veloso, Eduardo; Conexões da geometria – A recta real – Textos de Geometria para professores, Grupo de trabalho de Geometria. Lisboa: Associação de Professores de Matemática, 2014Pinto, Margarida Matias, Os Instrumentos Náuticos de Navegação e o Ensino da Geometria, Sociedade Portuguesa de Matemática, Lisboa, Junho 2010 Wilson, Robin, 4000 Anos de Geometria, Sociedade Portuguesa de Matemática, Lisboa, Junho 2010King, James R.; Schattschneider: Geometria dinâmica – selecção de textos do livro Geometry turned on!. APM, Lisboa, 2003.Ponte, J., Brocardo, J., Oliveira, H., Investigações em sala de aula, Lisboa, 2003.


Observações

As datas de realização da formação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

547
548

O Voleibol no âmbito do Desporto Escolar
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620

Castelo Branco

Esta ação de formação terá grande impacto na melhoria das competências dos Professores de EF e dos Responsáveis pelos Grupos/Equipa de Voleibol, sendo esta, numa modalidade com enorme interesse para os alunos, visto serem propostas metodologias muito atuais no ensino e treino da mesma. Esta ação faz ...
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Ref. 36332IT01I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134401/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Destinatários

Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

Esta ação de formação terá grande impacto na melhoria das competências dos Professores de EF e dos Responsáveis pelos Grupos/Equipa de Voleibol, sendo esta, numa modalidade com enorme interesse para os alunos, visto serem propostas metodologias muito atuais no ensino e treino da mesma. Esta ação faz recurso a um conjunto de técnicas, com grande relevância relativamente aos skills básicos que poderão ser transferidos para outras práticas desportivas, permitindo o desenvolvimento integral das crianças e jovens. Os objetivos e os conteúdos desta ação com a duração de vinte e cinco horas, foram definidos e adaptados, concretamente a uma demanda mais tática individual pelo alcance mais especifico para as características formativas únicas no DE.

Objetivos

Contribuir para melhorar o desempenho dos docentes nas metodologias de ensino-aprendizagem do voleibol. Promover um ensino-aprendizagem na modalidade de forma crescente no que diz respeito à introdução das técnicas, numa abordagem de desenvolvimento das capacidades psicomotoras e desenvolvimento da capacidade tática em contextos de oposição e de competição. Promover e incentivar a competitividade inerente ao próprio jogo Desenvolver um modelo de jogo adequado a realidade competitiva do DE Desenvolver modelos de jogo e sistemas táticos adequados as características individuais dos alunos. Proporcionar métodos de treino que estejam de acordo com os meios de treino e com o modelo jogo adoptado.

Conteúdos

Apresentação dos formandos, formador e ação (1:00) INTRODUÇÃO DO JOGO DE VOLEIBOL (0:30) A dimensão do jogo de voleibol de nível mundial Caracterização do voleibol Nacional de competição O voleibol na escola com treinar para competir MODELO DE ENSINO DO JOGO (1:30) Competências psicomotoras especificas a desenvolver em contexto de prática e de competição e condicionantes decisivas para o ensino do jogo A nova abordagem ao ensino das técnicas O treino por blocos mais aleatório e o treino aleatório mais por blocos; A mentalidade e a tipologia de competidor a desenvolver; Ensinar RPE - a ler; a construir um plano de ação e a executar em conformidade; Apresentação da grelha bidimensional de ensino do jogo (níveis de prática cruzado com jogo reduzido) O JOGO DE ENTRADA E DE FIXAÇÃO NA MODALIDADE – VOLEIBOL FÁCIL E COMPETITIVO (1:00) A competição como forma de ensino e de avaliação O PASSE COMO MEIO DE INICIAÇÃO AO JOGO (1:00) O JOGO 1X1 – ler o jogo; agir sobre a bola; encadear tarefas; treino psico-motor Dificuldades e erros mais comuns na abordagem do toque de dedos Competência psico-motoras e físicas de base para o ensino do toque de dedos AS TÉCNICAS NA ACTUAL PERSPECTIVA DE ENSINO DO JOGO (1:00) Manchete O JOGO 2X2 - lado a lado – defesa, passe e contra ataque (3:00) Defesa (1:00) Competências físicas e psico-motoras condicionantes da aprendizagem Passe para ataque (1:00) Competências físicas e psico-motoras condicionantes da aprendizagem Erros mais comuns na abordagem e no ensino do passe Progressão pedagógica e técnica – exercícios O passe no jogo 2x2, 3x3 e 6x6 O ataque e contra ataque (1:00) Competências físicas e psico-motoras condicionantes da aprendizagem Erros mais comuns na abordagem e no ensino do ataque Progressão pedagógica e técnica O passe no jogo 2x2, 3x3 e 6x6 O JOGO 3X3 – Receção, distribuição e ataque (5:00) Receção (1:00) Distribuição (1:00) Ataque (1:00) Serviço em apoio (1:00) Bloco (1:00) O JOGO 6X6 - ORGANIZAÇÃO TÁTICA COLECTIVA (1:30) O modelo de jogo mais ajustado as características dos jovens (0:30) Estrutura do jogo de Voleibol – KI, KII e Transição de KI e KII (0:30) Sistemas de jogo - 6:0; 4:2 (permuta ou penetração) e o 5:1 noções básicas (0:30) O KI (KOMPLEX I) - Receção, distribuição e ataque-CONTRA ATAQUE DE KI – (4:00) Sistemas de receção (1:00) A distribuição com organização ofensiva (1:00) Com permuta ou penetração Organização ofensivas – com 2, 3 ou mais pontos de ataque A organização ofensiva em sistema e fora de sistema O ataque após receção (1:00) Contra ataque de KI (1:00) O KII (KOMPLEX II) – Serviço/Bloco coletivo defesa e contra ataque (5:00) O serviço em suspensão (Suspensão flutuante e em batimento- influência no jogo (1:00) O bloco coletivo - O Sistema bloco/defesa (1:30) O contra ataque em sistema e fora de sistema (0:30) Distribuição e ataque em contra ataque (1:30) Proteção ao próprio ataque (0:30) AVALIAÇÃO DA ACÇÃO (0:30)

Metodologias

As atividades previstas terão um caráter presencial, em sessões teóricas e teórico/práticas num total de 25 horas de duração. As atividades terão um carater predominantemente prático, com 20 horas previstas para esta componente e 5 horas previstas para uma componente teórica (expositiva/demonstrativa) Nas sessões práticas serão utilizados os materiais próprios e específicos da modalidade (cesto e bolas) enquanto que a componente teórica recorrerá a conteúdos multimédia para melhor abordar a temática

Avaliação

Avaliação dos formandos. Assiduidade (presença obrigatória no mínimo de 2/3 das sessões), interesse e participação demonstrada pelos formandos ao longo de toda a acção. Realização de uma progressão pedagógica para o ensino de uma das técnicas A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho nº4594/2015 de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais de avaliação contínua.

Bibliografia

Aide méthodologique Volley Scolaire – Enseignants en education Physyque et sportive, Conseillers techinques sportifs FFVB – Juin 2012Coaching volleybal Building a winning team – Carl McGown; Hilda Fronske; Launa Moser – 2001Il nuovo sistem Pallavolo – Marco Paolini – Aprile 2006La formation du jouer de volleyball – Éditer Daniel Rivet – 2010Volleyball coach’s, Survival guide – Sue Gozansky - 2001


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas.


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548
549

AUTOAVALIAÇÃO DA ESCOLA E MONITORIZAÇÃO
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. Prioritária para diretores, equipas de direção e lideranças intermédias.

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Castelo Branco

O Programa de formação MELHOR ESCOLA MAIS SUCESSO ESCOLAR enquadra-se nas ações que visam darr resposta às necessidades de formação de professores e de acompanhamento das escolas/agrupamentos em diversas áreas, designadamente no âmbito de programas do Ministério da Educação, atualmente em curso, como o ...
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Ref. 36439IT01I16.27PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123738/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Pedro Alexandre Duarte Mendes

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

O Programa de formação MELHOR ESCOLA MAIS SUCESSO ESCOLAR enquadra-se nas ações que visam darr resposta às necessidades de formação de professores e de acompanhamento das escolas/agrupamentos em diversas áreas, designadamente no âmbito de programas do Ministério da Educação, atualmente em curso, como o Programa de Avaliação Externa de Escolas, o Programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária e o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar. A presente formação é uma oportunidade dos Agrupamentos de Escolas associadas do CFAE AltoTejo de consolidarem a sua autonomia em parceria com as instituições de ensino superior, nomeadamente, IPCB, UBI e Uévora. É precisamente com o objetivo de alcançar a qualidade que a escola se tem visto impelida a aderir a uma cultura de avaliação que permita a prestação de contas (decorrente da maior responsabilidade inerente à crescente autonomia) e a capacite para a condução de alunos e estudantes na senda de aprendizagens capazes de proporcionar soluções adequadas e criativas, que permitam responder aos desafios da sociedade global e em constante mudança. Uma escola aprendente e curricularmente inteligente deve ser capaz de construir o seu próprio dispositivo de autoavaliação, o que exige a capacitação dos diversos atores escolares na construção de um referencial avaliativo que permita detetar e compreender os problemas, explicitar os resultados, apoiar a tomada das decisões que sejam promotoras da melhoria da escola e sustentar a avaliação externa

Objetivos

- Perspetivar a autoavaliação como um processo de promoção da qualidade educativa e de desenvolvimento organizacional; -Compreender a importância do uso dos resultados da autoavaliação de escola para a mudança e melhoria das práticas; - Conhecer diferentes modelos de autoavaliação; - Compreender a relação entre os documentos estruturantes da escola e as dimensões de análise, num processo de autoavaliação; - Elaborar instrumentos de recolha de informação para reconstruir, de um modo crítico, a realidade escolar necessária à autoavaliação; - Fomentar a reflexão sobre como apresentar os resultados da autoavaliação; -Capacitar os atores para utilizarem os dados da autoavaliação de escola e da sua avaliação externa na construção coletiva de um plano de melhoria. - Construir referenciais de autoavaliação de escola contextualizados; - Promover o envolvimento dos diferentes atores da comunidade educativa nos procedimentos de autoavaliação de escola;

Conteúdos

1. Desafios da escola atual, numa sociedade global e em constante mudança. 2. A perspetiva da escola aprendente. O papel da avaliação de escola numa escola aprendente. A auto-avaliação de escola: um meio de aprendizagem da escola. 3. Percursos da avaliação de escola em Portugal: Projetos, Programas de avaliação de escola. Enquadramento normativo. 4. Referencialização: Concepções de avaliação. A referencialização como metodologia de avaliação. Análise do quadro referencial a adotar. 5. Construção de um dispositivo de autoavaliação de escola. Princípios e características a ter em conta, caracterização do contexto interno e externo da escola, definição de áreas a avaliar, construção de quadros referenciais de diferentes áreas da organização, construção de instrumentos de recolha de informação, elaboração de uma matriz relativa à construção de relatórios dos resultados decorrentes do processo de autoavaliação de escola. 6. Uso dos resultados de autoavaliação em processos de mudança e melhoria: o ciclo de melhoria da escola; a articulação entre os diversos instrumentos de planificação e melhoria da escola; a construção e implementação do plano de melhoria; a coordenação e monitorização dos diversos planos de ação de melhoria da escola; envolvimento dos atores no processo de melhoria, a divulgação dos resultados da melhoria.

Metodologias

Presencial: Na dimensão presencial conjunta, proceder-se-á à abordagem dos conteúdos identificados, à análise e discussão de textos e de documentos oficiais selecionados e à análise, discussão e reflexão sobre os materiais produzidos. Trabalho Autónomo: Na dimensão de trabalho autónomo, decorrerá a intervenção no terreno através da aplicação dos materiais produzidos e das estratégias definidas. Cada grupo de formandos, representantes de uma equipa de escola, elaborará um portefólio de investigação (que poderá incluir, por exemplo, legislação fundamental, textos académicos selecionados, instrumentos de organização de informação sobre o contexto interno e externo, quadros referenciais relativos às áreas avaliadas e/ou a avaliar na escola, instrumentos de recolha de informação produzidos e/ou utilizados, instrumentos de divulgação do dispositivo de autoavaliação de escola, uma sugestão de matriz de um relatório de autoavaliação; uma sugestão de matriz do plano de melhoria da escola ou os planos de melhoria produzidos face aos dados da autoavaliação e da avaliação externa da escola).

Avaliação

- Participação e assiduidade dos formandos; - Relatório individual do formando; A avaliação dos formandos será feita de uma forma quantitativa, numa escala de 1 a 10 e tendo em conta o disposto na Circular CCPFC-3/2007, bem como o constante do Dec-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro, no que se refere ao sistema de avaliação e classificação dos docentes. Forma de avaliação da acção Preenchimento de dois questionários pelos formandos e formador/es, um no final da ação e outro decorridos 2 meses do terminus da ação para monitorização do impacto da mesma na atividade profissional.

Bibliografia

Correia, A. P. (2016). A avaliação das escolas: Efeitos da avaliação externa nas dinâmicas de Autoavaliação da escola. Tese de Doutoramento. Évora: Universidade de Évora.Correia, S. (2011). Dispositivos de autoavaliação de escola: entre a lógica do controlo e a lógica da regulação (Tese de Doutoramento, Universidade do Minho, Braga).Fernandes, D. (2011). Avaliação de programas e projetos educacionais: Das questões teóricas às questões das práticas. In D. Fernandes (Org.). Avaliação em educação: Olhares sobre uma prática social incontornável (pp. 185-208). Pinhais: Editora Melo.Meuret, D. (2002). O papel da autoavaliação dos estabelecimentos de ensino na regulação dos sistemas educativos. In J. Costa, A. N. Mendes & A. Ventura (Orgs.). Avaliação de organizações educativas (pp. 39-50). Aveiro: Universidade de Aveiro.Rocha, A. (1999). Avaliação de escolas. Porto: Edições ASA.


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas. O cronograma da ação será divulgado oportunamente.


INSCREVER-ME

549
550

Apropriação do Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Castelo Branco

Sete anos, após a publicação do Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), continua a ser importante compreender a sua relevância na organização do ensino, na aprendizagem e na avaliação, em suma: a possibilidade que dá na gestão do currículo, nas estratégias, metodologias e processos ...
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Ref. 33144IT02I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130464/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Joaquim José Manteigas Picado

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Sete anos, após a publicação do Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), continua a ser importante compreender a sua relevância na organização do ensino, na aprendizagem e na avaliação, em suma: a possibilidade que dá na gestão do currículo, nas estratégias, metodologias e processos pedagógicos-didáticos e avaliativos. Uma leitura convergente e compreensiva do PA com os referenciais internos poderá contribuir para um aprofundamento da sua importância. Afigura-se ser fundamental construir a sua análise através da investigação-ação e elaboração de projetos de ação estratégica com a intencionalidade de criar comunidades de aprendizagem e um melhor conhecimento e operacionalização da sua intencionalidade.

Objetivos

• Ler Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória de modo convergente • Reconhecer a sua importância, no quadro curricular português, como fundamental para as decisões de organização e gestão do currículo. • Analisar o Projeto Educativo e verificar e assinalar pontos convergentes e divergentes entre os dois referenciais. • Propor uma ação estratégica de aprendizagem sobre o PASEO a realizar no AE/ Departamento/Grupo Disciplinar… • Aplicar a ação estratégica de aprendizagem sobre o PASEO. • Refletir, reorientar e propor uma nova ação estratégica.

Conteúdos

• Leitura convergente do PASEO: Identificação da sua organização, propósitos e finalidades. • Análise do Projeto Educativo de Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada de acordo com a proposta de organização da gestão do currículo, estratégias e metodologias e processos pedagógicos-didáticos e avaliativos. • Planeamento e ação estratégica de aprendizagem sobre a divulgação do PASEO • Organização de uma ação estratégica de aprendizagem. • Realizar a ação estratégica de aprendizagem sobre o PASEO.

Metodologias

Presencial: Os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de Ações Estratégicas de Aprendizagem sobre o PASEO, a desenvolver nos AE, bem como a elaboração de materiais para a respetiva realização em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica e as mudanças que deverão pensadas para reorientar uma nova ação estratégica Trabalho Autónomo: As sessões serão realizadas em contexto de trabalho, com objetivo de construir e aplicar uma Ação Estratégica de Aprendizagem sobre o PASEO, por Agrupamento de Escolas ou Escolas não Agrupadas assim como os materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 defevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditaçãode Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicadono Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Caldeira, J (2010). Implementação do Balanced Scorecard no Estado. Coimbra: AlmedinaDecreto-lei n.º54/2018 de 6 de julhoDecreto-lei n.º55/2018 de 6 de julhoMartins, G. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Lisboa: DGE / MEROLDÃO, M. PERALTA, H. E MARTINS, I. (2017). Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a Construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Documento de trabalho – Escolas PAFC. Editorial do Ministério da Educação: Lisboa


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas


INSCREVER-ME

550
551

Bem-estar, saúde e competências socioemocionais na Escola
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50.0 horas

 

b-learning

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Castelo Branco

No âmbito das diretrizes do Ministério da Educação relativas à componente do currículo de Cidadania e Desenvolvimento, o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e as aprendizagens essenciais, propõe-se a presente ação procurando promover competências dos docentes para a inclusão de um conjunto ...
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Ref. 36545IT01I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132220/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: b-learning

Local: Castelo Branco

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

No âmbito das diretrizes do Ministério da Educação relativas à componente do currículo de Cidadania e Desenvolvimento, o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e as aprendizagens essenciais, propõe-se a presente ação procurando promover competências dos docentes para a inclusão de um conjunto de valores comuns associados à Cidadania com particular enfoque na promoção do bem-estar, da saúde e das competências socioemocionais. O Programa Nacional para a Saúde Escolar tem como objetivos promover e proteger a saúde da comunidade escolar; apoiar a inclusão de crianças com necessidades de saúde especiais e necessidades educativas especiais; promover a segurança e um envolvimento escolar saudável; reforçar os fatores de proteção relacionados associados a estilos de vida saudáveis; e contribuir para o desenvolvimento de Escolas Promotoras de Saúde (DGS, 2020). Esta ação será pertinente, útil e necessária, como espaço de reflexão, de partilha de experiências, e na colaboração ativa para a criação e desenvolvimento de boas práticas interdisciplinares que orientem e estimulem os/as estudantes nos domínios da Educação para a Cidadania mediante a implementação de conteúdos e estratégias no ambiente da sala de aula e restante comunidade educativa. Pretende-se habilitar os docentes para a promoção de alunos autodeterminados, resilientes, com competências socioemocionais, de comunicação, com capacidade de resolução de problemas e espírito crítico, com comportamentos saudáveis, conhecedores dos seus direitos e responsabilidades, no sentido do seu desenvolvimento integral como cidadãos conscientes e ativos.

Objetivos

Refletir sobre os conceitos de Cidadania e de Educação para a cidadania à luz da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania; - Conhecer as áreas temáticas de Educação para a Cidadania, Linhas Orientadoras e Finalidades das mesmas, de acordo com o Decreto-Lei n.º 55/2018; - Promover práticas de identificação de necessidades, avaliação âmbito da Educação para a Cidadania; - Conhecer programas e estratégias para o desenvolvimento de recursos na área da Educação e promoção da Cidadania em contexto escolar; - Planificar, implementar sessões na sala de aula tendo como suporte recursos disponibilizados nesta Oficina, inseridos num Currículo europeu, denominado PROMEHS – Promover a Saúde Mental nas Escolas, desenvolvido para alunos em idade pré-escolar, 1º, 2º e 3º ciclos e Ensino Secundário; - Avaliar os resultados das práticas implementadas no seio da promoção de competências dos alunos e dos docentes

Conteúdos

Os conteúdos nesta oficina terão como prioridade a construção e a operacionalização de metodologias, instrumentos, recursos pedagógicos e/ou didáticos, com vista à implementação em contexto escolar, ao nível da escola e/ou da sala de aula, abrangendo os domínios de Cidadania e Desenvolvimento, de forma inter e/ou multi e/ou disciplinar. Neste curso será privilegiada a articulação entre conteúdos teórico-práticos abordados em sessões online síncronas, com o trabalho autónomo, abrangendo a conceção, aplicação e avaliação de atividades com os alunos. Nas sessões presenciais serão abordados os seguintes conteúdos: - Conceitos básicos da Educação para Cidadania enquadrados na Estratégia Nacional de Educação para Cidadania – 1 hora; - Áreas temáticas de Educação para a Cidadania e Linhas Orientadoras de acordo com o Decreto-Lei n.º 55/2018 – 1 hora; - Modelos e instrumentos de avaliação no âmbito da Educação para a Cidadania, adequadas a conteúdos e metodologias específicos da área em questão - 1 hora; - Estratégias para o desenvolvimento de recursos associadas à Educação e promoção da Cidadania ao nível da escola, com aprofundamento da Educação para a Saúde; Educação para o Desenvolvimento e para a Saúde – 7 horas; Direitos Humanos, Igualdade de Género e Interculturalidade – 5 horas; Programas e mecanismos de implementação orientados para o sucesso na aquisição de competências no âmbito da Educação para a Cidadania – 10 horas.

Metodologias

Presencial: Utilização dos métodos interrogativo e ativo, recorrendo a estratégias pedagógicas de aprendizagem cooperativa. Componente teórica e conceitual será realizada através do método expositivo. O processo decorrerá da seguinte forma: Sessões presenciais (9h) – discussão entre os formandos, com base em situações reais apresentadas pelo formador e/ou formandos, assim como a vivência de situações simuladas relacionadas com a preparação e aplicação do programa do currículo PROMEHS. Nestas sessões serão promovidas sobretudo metodologias ativas e interrogativas. Sessões online síncronas (16h) – as metodologias expositivas, interrogativas e ativas serão utilizadas para apresentação de conteúdos. As sessões terão por base metodologias expositivas dos conteúdos anteriormente apresentados, sendo em simultâneo promovida a discussão entre os formandos. Ulização de recursos digitais nas sessões presenciais e online síncronas, relevantes para os conteúdos da formação com discussão dos mesmos, bem como a utilização de diversas plataformas digitais que permitem um maior envolvimento dos formandos no processo de aprendizagem. Trabalho Autónomo: Trabalho autónomo (25h) – Incluem a conceção, implementação e avaliação das competências a desenvolver no âmbito da Educação para a Cidadania; Implementação de atividades em contexto de sala de aula/escola, a partir de materiais desenvolvidos nas sessões presenciais; Realização dos trabalhos da componente autónoma para avaliação da ação de formação, sustentando uma reflexão contínua face aos objetivos estabelecidos para esta oficina.

Avaliação

A avaliação será quantitativa e qualitativa sendo classificada numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com a legislação em vigor, nomeadamente o Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro conjugado com os pontos 5. e 6. do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, e terá em consideração uma lógica formativa e de acompanhamento. A avaliação dos formandos seguirá os critérios do AlmadaForma e terá uma incidência de 40% na participação individual e 60% trabalho individual escrito. A participação individual será avaliada em diferentes parâmetros nomeadamente a participação e envolvimento (10%), reflexão, análise e argumentação (20%) e a autonomia profissional (10%). Já o trabalho individual será avaliado pelos parâmetros relativos ao trabalho autónomo e materiais produzidos (40%) e à reflexão crítica (20

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República, N.º 129 1.ª série — Despacho nº5908/2017, de 5 de Julho. Diário da República n.º 128 – 2ª Série.Direção Geral da Saúde. (2020). Programa Nacional de Saúde Escolar. Retirado de: https://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/saude-escolar/programa-nacional-de-saude-escolar.aspxMartins, G. d’O. (coord.) (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE). Retirado de https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfMonteiro, R. (coord.) (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Lisboa: República Portuguesa. Retirado de http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos_Curriculares/Aprendizagens_Essenciais/estrategia_cidadania_original.pdfSimões, C., Santos, M., Lebre, P., Canha, L., Santos, A., Fonseca, A. M., Santos, D., Santina, C., & Matos, M. G. (2020). Projeto PROMEHS - Promover a saúde mental nas escolas. Omnia, 10, 41-50.


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas.


INSCREVER-ME

551
552

Inglês para todos - informação e orientação
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente

Sertã/Proença a Nova

Combater a lacuna e dotar os funcionários/comunidade escolar neste âmbito, de modo a melhorar as interações entre os diferentes "atores" no local de trabalho e não só. Perceber de que forma é que as características desses "atores" (individualmente ou em grupo) influenciam a organização e de que modo são ...
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Ref. 31154IT02I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 2026-08-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1329/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-12-15

Regime: Presencial

Local: Sertã/Proença a Nova

Formador

Mário Jorge Ventura Catanas

Destinatários

Pessoal não docente

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

Combater a lacuna e dotar os funcionários/comunidade escolar neste âmbito, de modo a melhorar as interações entre os diferentes "atores" no local de trabalho e não só. Perceber de que forma é que as características desses "atores" (individualmente ou em grupo) influenciam a organização e de que modo são influenciados por ela, de forma a aplicar/usar as medidas preventivas para o controlo do stress e do erro humano,

Objetivos

Empregar o léxico profissional adequadamente. Traduzir do inglês informação relacionada com a atividade profissional. Interpretar mensagens orais e escritas em inglês relacionadas com a atividade profissional.

Conteúdos

Empregar o léxico profissional adequadamente. Traduzir do inglês informação relacionada com a atividade profissional. Interpretar mensagens orais e escritas em inglês relacionadas com a atividade profissional. Conteúdos: Vocabulário específico à informação e orientação no âmbito do contexto escolar (8 horas) Criar um documento tipo/chave para uma comunicação eficaz (4 horas) Empregar terminologia especifica de contexto de simulação (3 horas) Exercícios Práticos (10 horas)

Avaliação

Participação Relatório de reflexão Trabalhos

Modelo

de 0 a 20 De 10 a 13 valores: Suficiente De 14 a 15 valores: Bom De 16 a 17 valores: Muito Bom De 18 a 20 valores: Excelente

Bibliografia

Manual do Estudante da Língua Inglesa - Copyright 2017 - da Starlin Alta Editora e Consultoria Eureli


Observações

As datas de realização da ação são meramente indicativas.


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