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PLANO DE FORMAÇÃO 24_27_ Candidatura nº PESSOAS-FSE+-01952900

O Plano de Formação financiado pelo Pessoas 2030 do CFAE AltoTejo, construido em articulação com as Unidades Orgânicas associadas visa corresponder às necessidades formativas diagnosticadas, encontrando-se alinhado com os objetivos e com as políticas educativas na área da (re)qualificação dos docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e outros agentes profissionais do sistema de educação e formação.
O CFAE AltoTejo tem como objetivo a execução de 115 turmas de 55 ações e atingir um universo de 996 formandos, com uma taxa de conclusão mínima de 80%, no período de out/2024 a out/2026.
O Anúncio de pré-informação e seleção de formador externo pode ser consultado aqui.
ACADEMIA PORTUGAL DIGITAL
TESTE AS SUAS COMPETENCIAS DIGITAIS (aqui)
REPORTE OS SEUS RESULTADOS (aqui)
* Procedimento de encaminhamento de formandos para a realização de diagnostico de autoavaliação do nível de competências digitais em alinhamento com os objetivos da Academia Portugal Digital, previsto no aviso de abertura da candidatura PESSOAS 2030.
Avaliação Externa de Docentes I AEDD 2025/2026
Documentos
> Memorando do Processo (clique aqui)
> Decreto Regulamentar 26/2012
> Anexos I e II (Despacho n.º 13981/2012)
> Manual de utilização da plataforma
Notas: 1. Pertence ao avaliador externo a iniciativa de contacto com o docente avaliado para início do processo; 2. Para esclarecimentos deverá contactar o CFAE AltoTejo, preferencialmente através do endereço eletronico: cfaealtotejo@altotejo.com
Alteração dos Dados na Plataforma
Deverá proceder ao registo de eventuais alterações do seu perfil na plataforma se por algum motivo os seu dados foram alterados (exemplo: mudança de escalão, de Agrupamento de Escolas, de e-mail, telefone, de resiência, etc.)
DIVULGAÇÃO
AUTOAVALIAÇÃO DA ESCOLA E MONITORIZAÇÃO
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. Prioritária para diretores, equipas de direção e lideranças intermédias.
Oficina
50,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário
O Programa de formação MELHOR ESCOLA MAIS SUCESSO ESCOLAR enquadra-se nas ações que visam darr resposta às necessidades de formação de professores e de acompanhamento das escolas/agrupamentos em diversas áreas, designadamente no âmbito de programas do Ministério da Educação, atualmente em curso, como o ...
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Ref. 36439IT01I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 16 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123738/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 20 de Outubro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Pedro Alexandre Duarte Mendes
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE AltoTejo
Enquadramento
O Programa de formação MELHOR ESCOLA MAIS SUCESSO ESCOLAR enquadra-se nas ações que visam darr resposta às necessidades de formação de professores e de acompanhamento das escolas/agrupamentos em diversas áreas, designadamente no âmbito de programas do Ministério da Educação, atualmente em curso, como o Programa de Avaliação Externa de Escolas, o Programa Territórios Educativos de Intervenção Prioritária e o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar. A presente formação é uma oportunidade dos Agrupamentos de Escolas associadas do CFAE AltoTejo de consolidarem a sua autonomia em parceria com as instituições de ensino superior, nomeadamente, IPCB, UBI e Uévora. É precisamente com o objetivo de alcançar a qualidade que a escola se tem visto impelida a aderir a uma cultura de avaliação que permita a prestação de contas (decorrente da maior responsabilidade inerente à crescente autonomia) e a capacite para a condução de alunos e estudantes na senda de aprendizagens capazes de proporcionar soluções adequadas e criativas, que permitam responder aos desafios da sociedade global e em constante mudança. Uma escola aprendente e curricularmente inteligente deve ser capaz de construir o seu próprio dispositivo de autoavaliação, o que exige a capacitação dos diversos atores escolares na construção de um referencial avaliativo que permita detetar e compreender os problemas, explicitar os resultados, apoiar a tomada das decisões que sejam promotoras da melhoria da escola e sustentar a avaliação externa
Objetivos
- Perspetivar a autoavaliação como um processo de promoção da qualidade educativa e de desenvolvimento organizacional; -Compreender a importância do uso dos resultados da autoavaliação de escola para a mudança e melhoria das práticas; - Conhecer diferentes modelos de autoavaliação; - Compreender a relação entre os documentos estruturantes da escola e as dimensões de análise, num processo de autoavaliação; - Elaborar instrumentos de recolha de informação para reconstruir, de um modo crítico, a realidade escolar necessária à autoavaliação; - Fomentar a reflexão sobre como apresentar os resultados da autoavaliação; -Capacitar os atores para utilizarem os dados da autoavaliação de escola e da sua avaliação externa na construção coletiva de um plano de melhoria. - Construir referenciais de autoavaliação de escola contextualizados; - Promover o envolvimento dos diferentes atores da comunidade educativa nos procedimentos de autoavaliação de escola;
Conteúdos
1. Desafios da escola atual, numa sociedade global e em constante mudança. 2. A perspetiva da escola aprendente. O papel da avaliação de escola numa escola aprendente. A auto-avaliação de escola: um meio de aprendizagem da escola. 3. Percursos da avaliação de escola em Portugal: Projetos, Programas de avaliação de escola. Enquadramento normativo. 4. Referencialização: Concepções de avaliação. A referencialização como metodologia de avaliação. Análise do quadro referencial a adotar. 5. Construção de um dispositivo de autoavaliação de escola. Princípios e características a ter em conta, caracterização do contexto interno e externo da escola, definição de áreas a avaliar, construção de quadros referenciais de diferentes áreas da organização, construção de instrumentos de recolha de informação, elaboração de uma matriz relativa à construção de relatórios dos resultados decorrentes do processo de autoavaliação de escola. 6. Uso dos resultados de autoavaliação em processos de mudança e melhoria: o ciclo de melhoria da escola; a articulação entre os diversos instrumentos de planificação e melhoria da escola; a construção e implementação do plano de melhoria; a coordenação e monitorização dos diversos planos de ação de melhoria da escola; envolvimento dos atores no processo de melhoria, a divulgação dos resultados da melhoria.
Metodologias
Presencial: Na dimensão presencial conjunta, proceder-se-á à abordagem dos conteúdos identificados, à análise e discussão de textos e de documentos oficiais selecionados e à análise, discussão e reflexão sobre os materiais produzidos. Trabalho Autónomo: Na dimensão de trabalho autónomo, decorrerá a intervenção no terreno através da aplicação dos materiais produzidos e das estratégias definidas. Cada grupo de formandos, representantes de uma equipa de escola, elaborará um portefólio de investigação (que poderá incluir, por exemplo, legislação fundamental, textos académicos selecionados, instrumentos de organização de informação sobre o contexto interno e externo, quadros referenciais relativos às áreas avaliadas e/ou a avaliar na escola, instrumentos de recolha de informação produzidos e/ou utilizados, instrumentos de divulgação do dispositivo de autoavaliação de escola, uma sugestão de matriz de um relatório de autoavaliação; uma sugestão de matriz do plano de melhoria da escola ou os planos de melhoria produzidos face aos dados da autoavaliação e da avaliação externa da escola).
Avaliação
- Participação e assiduidade dos formandos; - Relatório individual do formando; A avaliação dos formandos será feita de uma forma quantitativa, numa escala de 1 a 10 e tendo em conta o disposto na Circular CCPFC-3/2007, bem como o constante do Dec-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro, no que se refere ao sistema de avaliação e classificação dos docentes. Forma de avaliação da acção Preenchimento de dois questionários pelos formandos e formador/es, um no final da ação e outro decorridos 2 meses do terminus da ação para monitorização do impacto da mesma na atividade profissional.
Bibliografia
Correia, A. P. (2016). A avaliação das escolas: Efeitos da avaliação externa nas dinâmicas de Autoavaliação da escola. Tese de Doutoramento. Évora: Universidade de Évora.Correia, S. (2011). Dispositivos de autoavaliação de escola: entre a lógica do controlo e a lógica da regulação (Tese de Doutoramento, Universidade do Minho, Braga).Fernandes, D. (2011). Avaliação de programas e projetos educacionais: Das questões teóricas às questões das práticas. In D. Fernandes (Org.). Avaliação em educação: Olhares sobre uma prática social incontornável (pp. 185-208). Pinhais: Editora Melo.Meuret, D. (2002). O papel da autoavaliação dos estabelecimentos de ensino na regulação dos sistemas educativos. In J. Costa, A. N. Mendes & A. Ventura (Orgs.). Avaliação de organizações educativas (pp. 39-50). Aveiro: Universidade de Aveiro.Rocha, A. (1999). Avaliação de escolas. Porto: Edições ASA.
Observações
As datas de realização da ação são meramente indicativas. O cronograma da ação será divulgado oportunamente.
INSCREVER-ME
Ref. 377ACD 03 I 26.27 Inscrições abertas até 16 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 03 I 26.27 I CFAE AltoTejo
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 23 de Outubro de 2026
Fim: 23 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: Auditório do Instituto Português do Desporto e juventude (IPDJ) I Castelo Branco
Formador
Bruno Miguel Martins Calheiros Trindade
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
AE NUNO Álvares/ CPCJ
Objetivos
pretende constituir-se como um espaço de partilha, reflexão e debate entre profissionais, entidades parceiras, escolas e comunidade, promovendo uma análise integrada das realidades que afetam as crianças e os jovens.
Conteúdos
A crescente complexidade dos desafios que influenciam o desenvolvimento das crianças e jovens exige uma abordagem multidisciplinar e articulada, destacando-se temas como a pobreza infantil, a saúde mental, o impacto das redes sociais e o papel da família na construção de ambientes seguros e promotores de desenvolvimento saudável.
Anexo(s)
Observações
Bibliografia: Almeida, G., Oliveira, K., & Bona, V. (2023). AS CRIANÇAS NO TIKTOK: uma análise sobre a exposição infantil na rede social. Anderson, M., Auxier, B., & Nolan, H. (2020). Parenting children in the age of screens. Behenck, V. P., & Cunha, M. M. (2013). A influência das mídias digitais na educação infantil. Revista Eventos Pedagógicos, 4(1), 192–201. Blanco, E., & Silva, B. D. da. (1993). Tecnologia educativa em Portugal: conceito, origens, evolução, áreas de intervenção e investigação. Ciribeli, J. P., & Paiva, V. H. P. (2011). Redes e mídias sociais na internet: realidades e perspectivas de um mundo conectado. Revista Mediação. De Paiva, N. M. N., & Costa, J. (2015). A influência da tecnologia na infância: desenvolvimento ou ameaça. Psicologia. Pt, 1, 1–13.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 13:00 | 3:30 | Presencial |
| 2 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:00 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
A programação e robótica como uma ferramenta para aquisição de competências
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
30,0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 230, 500, 510, 540 e 550
A indústria, a economia e a sociedade dependem cada vez mais de tecnologias nos domínios da Programação e Robótica, sendo indispensável que os alunos possam adquirir conhecimentos e competências nestas áreas. A programação e a robótica também promovem o desenvolvimento de competências como a criatividade, ...
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Ref. 37517T03I26.27 PESSOAS Inscrições abertas até 23 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141814/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 30 de Outubro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Catarina de Jesus Martins Dias
Destinatários
Professores dos Grupos 230, 500, 510, 540 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 500, 510, 540 e 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 230, 500, 510, 540 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A indústria, a economia e a sociedade dependem cada vez mais de tecnologias nos domínios da Programação e Robótica, sendo indispensável que os alunos possam adquirir conhecimentos e competências nestas áreas. A programação e a robótica também promovem o desenvolvimento de competências como a criatividade, o pensamento crítico, a capacidade de análise, de planear, de organizar ideias, de detetar erros e de resolver problemas.Estas competências podem ser desenvolvidas através de projetos, problemas, jogos, histórias, animações ou outras atividades que envolvam processos simples de programação e que sejam realizadas em articulação com as áreas curriculares e/ou transversais. Nesta oficina, pretende-se que os docentes criem e apliquem cenários de aprendizagem recorrendo à Programação e Robótica.
Objetivos
Compreender os processos do pensamento computacional; Programar através de blocos de comandos; Construir e programar objetos que utilizam motores e sensores; Construir e programar robôs para se deslocarem em percursos específicos; Implementar cenários de aprendizagem inovadores com atividades de Programação e Robótica.
Conteúdos
Durante a presente ação de formação serão abordados os seguintes conteúdos: Resolução de problemas recorrendo aos processos do pensamento computacional - dividir o problema em partes mais simples (decomposição), identificar repetições (reconhecimento de padrões), utilizar operações lógicas e algoritmos (ações, ciclos, condições e variáveis), recolher e analisar dados, avaliar soluções (implementar possíveis soluções para o problema com o objetivo de criar a forma mais eficiente de o resolver), identificar e corrigir erros; Desenvolvimento do pensamento computacional sem usar computadores (jogos corporais, CodyRoby, Blue-Bot, BeeBot, Dash¨ e Ozobot); Desenvolvimento do pensamento computacional recorrendo à programação visual por blocos de comandos (Blockly Games, Run Marco!, Bits and Bricks, Lightbot, Code.org, Hour of Code, Tynker e ubbu); Criação de animações, histórias e jogos (Scratch); Construção e programação de objetos e máquinas simples que utilizam motores e sensores para interagirem com o ambiente que os rodeia (Makey Makey, micro:bit e LEGO); Construção e programação de robôs e drones com sensores, para se deslocarem em percursos específicos sequencialmente, seguindo linhas e desviando-se de obstáculos (mBot, micro:bit, LEGO, Parrot e Sphero); Implementação de cenários de aprendizagem inovadores com atividades de Programação e Robótica.
Metodologias
Presencial: As atividades desenvolvidas nas sessões presenciais têm por base a realização de trabalho individual e de grupo, no sentido de criar contextos de aprendizagem motivadores, inovadores e facilitadores do processo de ensino/aprendizagem. Os formandos irão utilizar diferentes ferramentas relacionadas com a Programação e Robótica visando o desenho de cenários de aprendizagem que serão aplicados em contexto de sala de aula. Será promovida a partilha de boas práticas e a reflexão sobre as ferramentas e os conteúdos abordados durante a ação. O trabalho realizado com os alunos será apresentado e avaliado, reforçando-se tanto os aspetos positivos como a criação de uma envolvência propícia à resolução de dificuldades. Trabalho Autónomo: Durante os momentos de trabalho autónomo os formandos irão concretizar a abordagem iniciada nas sessões presenciais, aprofundando os conteúdos aí apresentados, testando as diferentes ferramentas, e produzindo instrumentos de trabalho e recursos que permitam a criação de cenários de aprendizagem que serão aplicados e desenvolvidos com os alunos, de acordo com planos de aula adequados.
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: - Participação nas tarefas (20%); - Trabalho produzido (50%); - Apresentação do trabalho (20%); - Relatório individual (10%).
Bibliografia
Iniciação à Programação no 1.º Ciclo do Ensino Básico - Linhas Orientadoras para a Robótica. Retirado de: http://www.erte.dge.mec.pt/sites/default/files/linhas_orientadoras_para_a_robotica.pdfLearn to Code, Code to Learn. Retirado de: https://www.edsurge.com/news/2013-05-08-learn-to-code-code-to-learnRamos, J. & Espadeiro, R. (2014). Os futuros professores e os professores do futuro. Os desafios da introdução ao pensamento computacional na escola, no currículo e na aprendizagem. Retirado de: http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/462/208Wing, J. (2006). Computational Thinking. In Communications of the ACM. Volume 49, n.º 3. Retirado de: https://www.cs.cmu.edu/~15110-s13/Wing06-ct.pdfPair Programing-in-a-Box: The power of collaborative learning. National Center for Women & information technology (2009). Retirado de: www.ncwit.org/pairprogramming
INSCREVER-ME
Capacitação Digital de Pessoal Não Docente – Nível 2
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Curso
25,0 horas
Presencial
Pessoal não docente;
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais.
Esta ação visa ...
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Ref. 32049IT01I25.26 PESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1326/2024
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 2 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Ana Sofia Barros Teixeira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
PESSOAS 2030 I CFAE AltoTejo
Enquadramento
O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos NÃO docentes do sistema educativo (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras no seu local de trabalho.. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas e administrativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos agentes educativos. Carência de formação do pessoal não docente nesta área das novas tecnologias de informação, tendo em conta, que cada vez mais tem de ser polivalentes. Motivar e sensibilizar o pessoal não docente para a utilização de novos programas/funcionalidades, para uma melhor eficácia e desempenho no seu trabalho, como forma de responder aos objetivos da modernização da escola em Portugal.
Objetivos
Capacitar os Não docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes contexto de trabalho; Capacitar os Não docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento nos diferentes contexto de trabalho; Estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto de trabalho.
Conteúdos
Documentos de enquadramento das políticas educativas. - 2horas Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - 5horas Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - 5horas Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática e da forma estratégica e intencional. Inovação no processo de aprendizagem em diferentes contextos de trabalho. - 5horas Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - 5horas Competências Digitais dos agentes de ação educativa: Promoção das Competência Digitais dos Não docentes de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos agentes utilizando formatos inovadores para promover a sua Competências Digitais. - 3horas
Avaliação
Quantitativa de 0 a 20
Modelo
Participação, elaboração das tarefas, relatório final
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21.Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UAEditora
Observações
O período de realização é meramente indicativo e está dependente do cumprimento do numero mínimo de formandos e do cronograma a divulgar.
INSCREVER-ME
Formas de Intervenção precoce em crianças com NEE
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Curso
25,0 horas
Presencial
Pessoal não docente;
Ao longo dos anos fomos assistindo a mudanças conceptuais da Intervenção Precoce na
Infância (IPI), dada a consciencialização crescente da importância que assume uma estimulação em idades precoces,
reconhecendo os primeiros anos de vida como determinantes no desenvolvimento da criança. A IPI age assim ...
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Ref. 35355IT02IPND_PESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1331/2024
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 2 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Bruno Miguel Martins Calheiros Trindade
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
CFAE AltoTejo
Enquadramento
Ao longo dos anos fomos assistindo a mudanças conceptuais da Intervenção Precoce na Infância (IPI), dada a consciencialização crescente da importância que assume uma estimulação em idades precoces, reconhecendo os primeiros anos de vida como determinantes no desenvolvimento da criança. A IPI age assim numa perspetiva preventiva de eventuais atrasos ao nível do desenvolvimento ou da minimização das consequências destes. A família passa a ser o centro desta intervenção, devendo toda a comunidade educativa estar sensibilizada para esta importante temática.Combater a lacuna existente nesta "área" por parte de toda na comunidade escolar/pais e outros. Pretende-se contribuir com a presente ação para criação de possibilidades de desenvolvimento de um conjunto de competências pessoais e profissionais, de modo a capacitar a comunidade educativa, no âmbito das escolas de referência ou serviços a que pertencem, para um desenvolvimento pleno da intervenção numa área tão específica como é a intervenção precoce na infância, promovendo o pleno desenvolvimento da criança em causa, com base no apoio à família ou cuidadores.
Objetivos
* Identificar o processo de intervenção precoce em crianças com necessidades especiais de educação. * Dominar a aplicar competências em matérias relacionadas com o desenvolvimento da criança, intervindo ativamente nas áreas mais deficitárias, promovendo assim a sua inclusão educativa.
Conteúdos
Teórica:- O que é a Intervenção Precoce (IP) versus estimulação precoce; (2 horas) Público-alvo; (1 hora Caraterísticas gerais da IPI; (3 hora) Prática: (19 horas)- Sinalização / Intervenção; Rotinas.- Tono muscular; Postura; Cara; Linguagem; Socialização; Hábitos; Cognição; Motricidade grossa e fina; Postura do auxiliar de ação educativa face à intervenção, Família e aluno.
Bibliografia
Portal da Saúde:https://www.dgs.pt/sistema-nacional-de-intervencao-precoce-na-infancia.aspx http://www.dge.mec.pt/escolas-de-referencia-para-intervencao-precoce-na-infancia
Observações
As datas de principio e fim da formação são meramente indicativas. Dependendo do número de formandos inscritos poderão ser realizadas duas turmas. Prioridade na seleção a quem exerce funções no Pré-Escolar.
INSCREVER-ME
Geogebra - Aplicações na sala de aula de Matemática
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
50,0 horas
Presencial
Professores dos grupos 230 e 500
Esta ação é uma reacreditação da ação CCPFC/ACC-89830/17 constante da plataforma antiga do CCPFC.
No sentido de responder às novas orientações do Currículo Nacional do Ensino Básico, torna-se importante e
necessário promover a utilização em situação de sala de aula, das novas tecnologias.
Esta ...
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Ref. 30431IT02I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-121540/23
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 2 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Destinatários
Professores dos grupos 230 e 500
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 230 e 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 230 e 500.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação é uma reacreditação da ação CCPFC/ACC-89830/17 constante da plataforma antiga do CCPFC. No sentido de responder às novas orientações do Currículo Nacional do Ensino Básico, torna-se importante e necessário promover a utilização em situação de sala de aula, das novas tecnologias. Esta organização salienta ainda que a componente matemática inclui a compreensão de um conjunto de noções matemáticas fundamentais e permite estabelecer uma ligação mais fácil aos temas centrais dos programas em vigor no 3º ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário. É imprescindível fornecer aos professores dos níveis de ensino atrás referidos, oportunidades de estabelecerem ligações entre conteúdos transversais aos dois níveis, de modo a promover um trabalho colaborativo. Consequentemente, vai permitir que os alunos adquiram um sentido de continuidade dos diversos conteúdos matemáticos, objectivo este evidenciado no Currículo Nacional do Ensino Básico e Ensino Secundário, contribuindo para uma formação da educação em matemática, sobre a matemática e através da matemática do aluno. A formação de professores assume especial relevância neste processo de mudança de atitudes, contribuindo para despertar nos professores a necessidade de conhecer o percurso dos seus alunos em anos anteriores e preparar as suas aprendizagens futuras. Por outro lado, desde o ano lectivo de 1996/97 que o Ministério de Educação tem proposto algumas alterações nas
Objetivos
Introduzir as novas tecnologias, enquanto metodologias que induzam o aluno a desenvolver as suas capacidades de explorar, enunciar e testar hipóteses. Mudar práticas, procedimentos e materiais didácticos; Incutir no formando a ideia de que os quatro grandes domínios da matemática devem ser tratados de maneira transversal ao longo do Ensino Básico e do Ensino Secundário; Promover o estudo e a reflexão de aspectos teóricos e práticos relacionados com a utilização de materiais na aula de matemática, criando nos professores autonomia para o aprofundamento da utilização de software de geometria dinâmica e paralelamente criando confiança na sua utilização junto dos alunos; Criar actividades/materiais com base no Geogebra, susceptíveis de serem trabalhados na sala de aula, com um desenvolvimento adequado ao 3º ciclo do Ensino Básico e ao Ensino Secundário;Testar essas actividades/materiais em situação de sala de aula, avaliando o seu impacto junto dos aluno; TElaborar relatórios conclusivos das actividades/materiais experimentados pelo formando na sala de aula, no sentido de proceder a um processo de optimização daqueles.
Conteúdos
A- As didácticas do uso do Geogebra na exploração de conceitos geométricos e algébricos (3 horas) B- Apresentação e exploração do software Geogebra e do seu interface (3 horas) C- Exploração do software, com base em desafios (alguns com todos os passos necessários à sua construção (6 horas) propostos pelos formadores D- Desenvolvimento de pequenos projectos pelos formandos (fornecidos os temas e as indicações necessárias)(6 horas) com vista a proporcionar uma maior prática no manejo das várias ferramentas do software e de outras construídas pelos formandos E- Recolha, pesquisa, selecção e organização de materiais específicos (3 horas) F- Criação/Adaptação de materiais para a sala de aula e para a web (trabalho autónomo) (20 horas) G- Experimentação dos materiais na sala/laboratório (trabalho autónomo) (5 horas) H- Visionamento das actividades/materiais elaborados pelos formandos em situação de sala de aula (2 horas), apresentação de relatórios descritivos das ocorrências em situação de sala de aula I- Discussão de métodos/instrumentos para a avaliação do impacto dos materiais produzidos. (2 horas), apresentação das conclusões e correcção das actividades/materiais
Avaliação
A Avaliação dos formandos obedecerá aos critérios Gerais de avaliação definidos em sede de regulamento interno do Centro os quais obedecem ao determinado pelo Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores e pela carta circular nº3/2007 do CCPFC. O resultado da avaliação dos formandos será expresso numa escala de 1 a 10. Formando e formador entregam um relatorio de reflexão critica sobre a ação.
Bibliografia
Veloso, Eduardo; Simetria e transformações Geométricas Textos de Geometria para professores, Grupo de trabalho de Geometria. Lisboa: Associação de Professores de Matemática, 2012Veloso, Eduardo; Conexões da geometria A recta real Textos de Geometria para professores, Grupo de trabalho de Geometria. Lisboa: Associação de Professores de Matemática, 2014Pinto, Margarida Matias, Os Instrumentos Náuticos de Navegação e o Ensino da Geometria, Sociedade Portuguesa de Matemática, Lisboa, Junho 2010 Wilson, Robin, 4000 Anos de Geometria, Sociedade Portuguesa de Matemática, Lisboa, Junho 2010King, James R.; Schattschneider: Geometria dinâmica selecção de textos do livro Geometry turned on!. APM, Lisboa, 2003.Ponte, J., Brocardo, J., Oliveira, H., Investigações em sala de aula, Lisboa, 2003.
Observações
As datas de realização da formação são meramente indicativas.
INSCREVER-ME
Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Física e Química
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores do grupo de recrutamento 510
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. 37057IT01I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128566/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 2 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Castelo Branco I Plataforma Digital
Formador
Maria José Sobreira Rafael
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 510
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina Física e Química, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover o ensino prático e experimental com recurso a diferentes materiais.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Ondas e Eletromagnetismo: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais/laboratoriais com recurso a novas tecnologias em alternativa aos equipamentos existentes nos laboratórios. Módulo 3 - Eletricidade e Fenómenos Elétricos: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos eletricidade e magnetismo. Planificação de atividades experimentais de eletricidade e fenómenos elétricos. Modulo 4 - Energia, fenómenos térmicos e radiação: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos associados ao tema. Transição energética e a utilização sustentável de recursos. Planificação de atividades experimentais sobre fenómenos térmicos e radiação. Módulo 5 - Luz e Som: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais com materiais e equipamentos de baixo custo. Módulo 6 - Reações químicas: implicações na sustentabilidade (5 horas) Abordagens de reações químicas à microescala e com recurso a reagentes alternativos. Os novos materiais e os desafios da sociedade Atual. Novas tecnologias no ensino das ciências experimentais: IA / Programas de análise da estrutura molecular. Planificação de procedimentos experimentais que garantam a sustentabilidade social, económica e ambiental. Módulo 7 Clima, Alterações climáticas e Desenvolvimento Sustentável: interpretação com base na Física e na Química (5 horas) A importância da Física e da Química na análise das alterações climáticas. Propostas de articulação interdisciplinar. Planificação de atividades práticas e experimentais. Módulo 8 Manuseamento e descarte de reagentes de laboratório. (5 horas) Segurança e Gestão de Resíduos no Laboratório (antes, durante e após as aulas laboratoriais). Seleção de reagentes (questão económica e ambiental). Boas práticas na proteção do ambiente e na sustentabilidade do Planeta Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial: A oficina é constituída por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais Os 4 módulos a selecionar de entre os 7 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 2,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. O trabalho autónomo será intercalado com as sessões presenciais e online. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em:https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfJacinto, Vitor (2017). Laboratório de eletricidade e magnetismo uma abordagem prática de alguns conceitos de eletricidade e de magnetismo na sala de aula. FCT Universidade Nova de Lisboa. https://run.unl.pt/bitstream/10362/29906/1/Jacinto_2017.pdfPinto, Vitor (2011). Actividades elementares sobre som e luz. Tese de mestrado da Universidade da Beira Interior https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/2496/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20-%20Actividades%20elementares%20sobre%20som%20e%20luz.pdf
Observações
O período de realização divulgado é meramente indicativo.
INSCREVER-ME
Desenvolvimento Digital das Escolas - Plano de Ação
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. Apenas para os docentes designados pelas respetivas direções das unidades orgânicas associadas.
Oficina
50,0 horas
Presencial
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
O Plano de Ação para a Transição Digital, decorrente da Resolução do Conselho de Ministros n.º 30/2020, preconiza a transformação das escolas como forma de contribuir para a melhoria das aprendizagens dos alunos, alicerçada no desenvolvimento do nível de proficiência digital dos docentes. Pretende, assim, ...
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Ref. 37312IT001I2627 PESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123612/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 6 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Luís Paulo Afonso Gonçalves
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Plano de Ação para a Transição Digital, decorrente da Resolução do Conselho de Ministros n.º 30/2020, preconiza a transformação das escolas como forma de contribuir para a melhoria das aprendizagens dos alunos, alicerçada no desenvolvimento do nível de proficiência digital dos docentes. Pretende, assim, a integração transversal dos recursos digitais nas práticas pedagógicas e profissionais dos docentes. Para tal, cada escola deverá elaborar o seu Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital da Escola (PADDE), envolvendo dirigentes, docentes e alunos em todo o processo. Visando o desenvolvimento da proficiência digital das organizações escolares, esta formação tem como finalidade apoiar as escolas na elaboração do seu PADDE, auxiliando-as a pensar e a estruturar a escola, através de mecanismos de diagnóstico que lhes permitam definir metas e objetivos, bem como a implementar e monitorizar o plano de ação definido.
Objetivos
Com esta oficina de formação pretende-se ajudar os formandos a: - refletir sobre processos organizativos, pedagógicos e tecnológicos que, com recurso a ferramentas e a ambientes digitais, promovam a qualidade do processo educativo; - construir um instrumento de diagnóstico, focado no contexto específico das escolas (SELFIE - Self-reflection on Effective Learning by Fostering the use of Innovative Educational technologies / Autorreflexão sobre a aprendizagem eficaz através da promoção da utilização de tecnologias educativas inovadoras); - conceber um PADDE para a organização escolar, com base no diagnóstico Check-In (Ferramenta de Avaliação das Competências Digitais dos Docentes) e SELFIE; - implementar um PADDE, envolvendo os docentes em comunidades de prática, suportadas em trabalho colaborativo e interdisciplinar; - construir instrumentos de suporte ao acompanhamento e monitorização do PADDE; - avaliar e reformular o PADDE em função da adequação dos níveis de implementação e consecução das metas e objetivos definidos; - refletir sobre a utilização crítica do digital em contexto educativo.
Conteúdos
Os conteúdos da ação decorrem da necessidade de capacitar os docentes para a conceção e implentação do PADDE em cada contexto educativo, de acordo com o diagnóstico da proficiência digital da organização escolar: 1. Documentos de enquadramento das políticas educativas (DigCompEdu e DigCompOrg); 2. A competência digital de uma organização educativa e processos de mudança; 3. Utilização pedagógica das tecnologias digitais no apoio à melhoria do ensino, da aprendizagem e da avaliação; 4. Inovação pedagógica nas organizações educativas com o digital; 5. Processos de liderança na era digital e desenvolvimento profissional dos professores; 6. Estratégias de diagnóstico e reflexão das organizações educativas como instrumentos orientadores da tomada de decisão: - Check-In (instrumento de autoreflexão das competências digitais dos docentes); - SELFIE (ferramenta de diagnóstico das práticas pedagógicas e organizativas com o digital nas organizações educativas). 7. Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas: - objetivos e dimensões de intervenção; - metas e ações de concretização; - metodologias de implementação, monitorização e avaliação - técnicas de comunicação. 8. Processo de intervenção/ação, avaliação /monitorização, reflexão e reformulação do PADDE. 9. Estratégias de divulgação do PADDE e dos seus resultados.
Metodologias
Presencial: A formação assenta em sessões presenciais e não presenciais, interdependentes, de cariz teórico, prático e de debate plenário, nomeadamente as seguintes: - Apresentações teóricas e/ou de exemplos pelos formadores, acompanhadas de propostas de reflexão em grupos de trabalho; - Realização de trabalhos pelos formandos, individuais e de grupo, e sua discussão plenária; - Análise das situações vivenciadas durante a conceção e implementação dos instrumentos inerentes à construção do PADDE, designadamente a SELFIE; - Definição das etapas de elaboração do PADDE; - Conceção e implementação de instrumentos de diagnóstico; - Definição de estratégias de monitorização e acompanhamento da implentação do PADDE; - Reflexão e partilha dos resultados com vista reformulação e melhoria do PADDE; - Definição de estratégias de divulgação dos resultados. Trabalho Autónomo: As atividades realizadas em regime não presencial supõem supervisão por parte dos formadores, em formato a acordar com cada formando/ grupo de formandos. Destacam-se as seguintes etapas metodológicas: - Conceção e implementação de instrumentos de diagnóstico; - Aplicação dos instrumentos e materiais elaborados aos professores e aos alunos; - Organização e análise de dados; - Aferição dos resultados; - Reflexão e avaliação do impacto nos resultados obtidos.
Avaliação
A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Empenho e participação nas sessões; - Trabalhos de grupo; - Trabalho individual escrito.
Bibliografia
Bocconi, S., Kampylis, P., & Punie, Y. (2013). Innovating teaching and learning practices: Key elements for developing Creative Classrooms in Europe. eLearning Papers, Special edition 2013, 8-20.Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA EditoraKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfUNESCO. (2011). UNESCO ICT Competency Framework for Teachers. Retrieved 10 July 2015, from http://unesdoc.unesco.org/images/0021/002134/213475e.pdf
INSCREVER-ME
A Inteligência artificial ao serviço da educação
Apenas para docentes em exercício de funções no Agrupamento de Escolas Proença a Nova
ACD
3,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Ref. 378ACD 04 I 26.27 Inscrições abertas até 6 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD 04 I 26.27 I CFAE AltoTejo
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 11 de Novembro de 2026
Fim: 11 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Sala do Futuro I Escola Básica e Secundária Pedro da Fonsca_Proença a Nova
Formador
Mário Jorge Ventura Catanas
Célia Maria Guardado Antunes Rolo Santiago
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
AE Proença a Nova
Conteúdos
- A inteligência artificial no apoio à participação, criatividade e aprendizagem diferenciada; - Questões éticas relacionadas com a IA na educação; − Experimentação de uma atividade de aprendizagem com recurso a ferramentas de IA.
Observações
Bibliografia: https://erasmustrainingcourses.com/pt/blog/exploring-ai-in-education-a-week-of-practical-learning-in-athens
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Capacitação Digital de Docentes da educação pré-escolar
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
50,0 horas
Presencial
Educadores de Infância
Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no ...
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Ref. 27507IT02I25.26IPESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123473/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 13 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Teresa Isabel dos Santos Mota Saraiva
Destinatários
Educadores de Infância
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no sentido de os dotar das competências necessárias à integração transversal, de modo a que estas se afirmem como facilitadoras das práticas profissionais e pedagógicas e, simultaneamente, promotoras de inovação no processo de ensino e de aprendizagem. O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores é o referencial que dá suporte a este plano, contribuindo para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional.
Objetivos
Pretende-se apoiar os educadores na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. São objetivos específicos da oficina: Conceber, selecionar e partilhar recursos digitais no âmbito da educação de infância; Integrar o digital nas propostas educativas, numa perspetiva da articulação plena das aprendizagens; Planificar, avaliar e comunicar com recurso ao digital. Capacitar os docentes da EPE para a promoção da utilização crítica e responsável de diferentes suportes digitais nas atividades do quotidiano das crianças.
Conteúdos
1. Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 2. Exploração de estratégias de promoção do uso pedagógico de tecnologias digitais. 3. Exploração, seleção e adequação de Recursos Educativos Digitais (RED) ao contexto de aprendizagem. 4. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens. 6. Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais. 7. Utilização de estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da cidadania digital das crianças. 8. Apresentação e partilha das atividades desenvolvidas pelos formandos na oficina. 9. Reflexão e debate sobre as atividades apresentadas e análise dos resultados obtidos pela sua implementação. 10. Avaliação e conclusões.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfLopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. Disponível em: http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf
Observações
O período de realização é meramente indicativo e está dependente do cumprimento do numero mínimo de formandos e do cronograma a divulgar.
INSCREVER-ME
Género, Igualdade e Cidadania
Pessoal Não Docente - A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Curso
25,0 horas
Presencial
Pessoal não docente;
Os agentes de ação educativa são pontos estratégicos na mudança social necessária para valores e padrões culturais que promovam a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, pois é através da educação que se podem desconstruir muitos dos estereótipos de género vigentes. A Estratégia Nacional de ...
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Ref. 32152IT01I25.26IPESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1328/2024
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 13 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Jorge Manuel Clemente Cameira
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
PESSOAS 2030 I CFAE AltoTejo
Enquadramento
Os agentes de ação educativa são pontos estratégicos na mudança social necessária para valores e padrões culturais que promovam a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, pois é através da educação que se podem desconstruir muitos dos estereótipos de género vigentes. A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania introduziu a disciplina “Cidadania e Desenvolvimento” que integra na estrutura curricular o tema da Igualdade de Género. Atualmente já está plenamente implementada e é fundamental reforçar as competências dos Não docentes para abordar a igualdade de género nas escolas, fundamental para promover uma sociedade mais justa e igualitária. Lacuna de formação nesta temática, uma vez que cada vez mais na escola há vários estereótipos, tendo em conta, que se deve ter uma atitude/postura correta na forma como se fala/ se gesticula .... A Escola é um meio de integração social. A Escola é de todos e para todos.
Objetivos
Contribuir para a construção de uma sociedade mais igualitária, onde as pessoas - homens e mulheres - se possam realizar em função das suas potencialidades e aspirações, sem as limitações de estereótipos que estabelecem e condicionam a sua liberdade de escolha e de realização individual. Reforçar as competências dos agentes da ação educativa enquanto actores-chave na promoção de uma cultura de igualdade e não discriminação.
Conteúdos
1. A ORDEM SOCIAL DE GÉNERO ‐ 5h a. Conceitos de sexo e de género: descrever e compreender a realidade de homens e de mulheres b. Estereótipos de género e representações sociais de homens e de mulheres c. Papéis sociais de género e organização social d. Relações de género: hierarquias e relações de poder entre mulheres e homens; discriminações sexuais diretas e indiretas; violência de género 2. GÉNERO, EDUCAÇÃO E CURRÍCULO – 5h a. As diferentes dimensões do currículo (formal, informal, oculto, nulo) b. Comunicação, linguagem e recursos pedagógicos: (in)visibilidades e estereotipias c. Género, saberes e competências: conhecimento e memória 3. ÁREAS E DIMENSÕES DE INTERVENÇÃO EDUCATIVA –5h a. Género, espaços, ambientes e interações entre os sexos b. Género, corpo, saúde e cuidado 4. EDUCAR PARA A IGUALDADE: DESAFIOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA E DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR – 10h a. Guiões de educação género e cidadania: o caminho da integração curricular coerente e continuada da igualdade entre mulheres e homens b. Escolhas vocacionais e o desafio da desconstrução dos estereótipos sexistas
Metodologias
Quantitativa 0 a 20
Avaliação
realização de tarefas, participação e relatório de reflexão
Bibliografia
CARDONA, Maria João (coord.) et al. (2015), Guião de Educação. Género e Cidadania. Pré-escolar, Lisboa, CIG CARDONA, Maria João (coord.) et al. (2015), Guião de Educação. Género e Cidadania. 1º ciclo, Lisboa, CIG POMAR, Clarinda (Coord.) et al. (2012), Guião de Educação. Género e Cidadania.2º Ciclo, Lisboa CIG
Observações
O período de realização é meramente indicativo e está dependente do cumprimento do numero mínimo de formandos e do cronograma a divulgar.
INSCREVER-ME
Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Português (2.º ciclo)
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. 32623IT02I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128589/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 13 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Sertã/Proença a Nova I Plataforma Digital
Formador
Anabela Macedo Pinto Ferreira Santos
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 200, 210, 220 e 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Português (2.º ciclo), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Repensar as práticas que potencializem o desenvolvimento, de forma articulada, dos domínios da Oralidade, Leitura, Educação Literária, Escrita e Gramática. - Refletir sobre a importância da aplicação de estratégias integradas nas áreas críticas do Português; - Associar as AE da disciplina de Português ao desenvolvimento das áreas de competências do PA; - Refletir sobre os contributos da disciplina de Português para o exercício de uma cidadania ativa.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Escrita e Leitura: da teoria do texto (texto e textualidade) às técnicas de escrita criativa (desbloqueadores de criatividade, modelos de escrita): clube de leitura; dramatizações; jornal escolar. (5 horas) Módulo 3 Leitura e Educação Literária: da teoria do texto (pragmática; retórica / argumentação) ao projeto de leitura (dinamização do processo; interdisciplinaridade): criação de antologias; tertúlia literária dialógica; plataformas digitais de suporte literário. (5 horas) Módulo 4 Escrita e Educação Literária: das técnicas de escrita (escrita para transmissão de conhecimento e para defesa de opinião fundamentada) à valorização de culturas, vivências e mundivisões na Literatura(s) para a infância: oficinas poéticas; ebook de texto criativo; oficina de escrita. (5 horas) Módulo 5 Escrita e Gramática: das técnicas de escrita (planificação, textualização e revisão) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (plano sintático, plano semântico e plano textual-discursivo, observando áreas críticas - regências verbos/preposições; coesão e coerência textual ): plano esquemático; técnicas de revisão linguística; recursos interativos digitais. (5 horas) Módulo 6 Leitura e Gramática: da semântica do texto (sentido global, inferências, tema, ideias principais, pontos de vista e estrutura) à Linguística descritiva no Dicionário Terminológico (morfologia e classes de palavras, observando áreas críticas - pronominalização, processos de formação de palavras ): campeonato de gramática; recursos interativos digitais; workshop de ortografia. (5 horas) Módulo 7 Oralidade e Escrita: da comunicação e interação discursivas (ato de fala; processos interpretativos e inferenciais; géneros formais e públicos; intenção comunicativa: pertinência da informação) à escrita de textos de caráter narrativo e de textos de opinião: exposição, reconto, resumo, tomada de posição; guiões de apoio à oralidade; clube de debate. (5 horas) Módulo 8 Oralidade e Leitura: das técnicas performativas na oralidade (processos de escuta; produção discursiva planificada, espontânea e interativa; retórica da oralidade (postura corporal, expressão) à análise textual e procedimentos de registo e tratamento de informação: técnicas de anotação; webinars; workshop sobre performance. (5 horas) Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial: A oficina é constituída por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. Disponível em https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Costa, A. et al. (2010). Muitas ideias, um mar de palavras propostas para o ensino da escrita. Fundação Calouste Gulbenkian
Observações
As datas de inicio e fim da ação são meramente indicativas.
INSCREVER-ME
Socorrismo básico
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 12 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Curso
25,0 horas
Presencial
Pessoal não docente;
Em função do plano de atividades: Qualquer pessoa pode ver-se, inesperadamente, na necessidade de prestar Primeiros
Socorros, num esforço de preservar a vida de outra pessoa, diminuir a sua capacidade e minorar o seu sofrimento. A Escola, quer
pela população que abrange, quer pelo tipo de actividades que ...
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Ref. 35053IT01IPESSOAS_PND Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1330/2024
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 13 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
João Paulo Ramos Ramalho
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Enquadramento
Em função do plano de atividades: Qualquer pessoa pode ver-se, inesperadamente, na necessidade de prestar Primeiros Socorros, num esforço de preservar a vida de outra pessoa, diminuir a sua capacidade e minorar o seu sofrimento. A Escola, quer pela população que abrange, quer pelo tipo de actividades que nela são desenvolvidas, é um espaço onde poderão ocorrer, com alguma frequência, incidentes que atingem principalmente os alunos. Assim sendo, reveste-se de extrema importância dotar as pessoas que com eles lidam , assistentes técnicos, assistentes SASE, assistentes operacionais, psicólogos.... de conhecimentos que lhe permitam agir em conformidade com a situação e assim prestar aos acidentados a primeira assistência Em função dos destinatários: Carências neste domínio no pessoal não docente.
Objetivos
Identificar os principais sinais e sintomas em situações de doença súbita e trauma. Aplicar os procedimentos de Socorrismo, de acordo com os sinais e sintomas em situação de doença súbita e/ou trauma.
Conteúdos
Sistema integrado de emergência médica - 2 horas Exame da vítima - 3 horas Suporte básico de vida - 6 horas Emergências Médicas - 9 horas Perda de conhecimento, acidente vascular cerebral; dor torácica, diabetes, dificuldade respiratória, convulsão Intoxicações Controlo de hemorragias Lesões da pele Fraturas Traumatologia - 5horas Traumatismos crânio-encefálicos e de coluna Imobilização e extração de vítimas
Bibliografia
Cruz Vermelha Portuguesa ( 1989; Manual de primeiros socorros - como atuar numa emergência em casa, no trabalho, em viagem" Porto Editora, Porto.MILLS, S. (S.D.); "Indicações práticas da terapêutica da diabetes", Hoechst Portuguesa, LisboaMILLES, S. (1979 "Manual dos primeiros Socorros" Publicações Europa América.
Observações
As datas de principio e fim da formação são meramente indicativas.
INSCREVER-ME
TUTORIA EM CONTEXTO ESCOLAR: O papel do professor tutor
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 inscritos O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado após existência de pelo menos 15 formandos.
Oficina
30,0 horas
Presencial
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
A presente ação é uma reacreditação da ação de formação com o mesmo nome com o Registo de acreditação CCPFC/ACC-94026/19.
Os desafios que se colocam atualmente às escolas e aos professores, por um lado, a nível da inclusão dos alunos, respondendo à incumbência de promover uma efetiva igualdade de ...
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Ref. 35536IT01I25.26PESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123742/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 13 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Andreia Sofia Rodrigues Balas
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE AltoTejo
Enquadramento
A presente ação é uma reacreditação da ação de formação com o mesmo nome com o Registo de acreditação CCPFC/ACC-94026/19. Os desafios que se colocam atualmente às escolas e aos professores, por um lado, a nível da inclusão dos alunos, respondendo à incumbência de promover uma efetiva igualdade de oportunidades, e, por outro lado, na gestão da diversidade pessoal, familiar, social, económica e cultural existente na comunidade educativa, impulsionam o exercício de reflexão e reformulação dos modelos de orientação e intervenção educativa praticados. Como uma das respostas possíveis a estes alunos, existe a figura do professor-tutor que se encontra prevista nos documentos de referência da maioria das escolas/agrupamentos de escolas, nomeadamente no Regulamento Interno e nos Projetos Educativo e Curricular. Os objetivos principais da intervenção do professor-tutor junto dos alunos tutorados centram-se no apoio individual para melhorar a organização pessoal e o estudo, promover a integração e inclusão escolares, incentivar comportamentos adequados, prevenindo o insucesso, a indisciplina e os comportamentos considerados de risco. É importante a organização fundamentada das metodologias e procedimentos aplicados neste tipo de apoio, assim como clarificar as competências, funções e o perfil da figura do professor-tutor, partindo do que está previsto na legislação respetiva, mas avançando para a prática, com vista a melhorar o processo organizacional das tutorias.
Objetivos
A partir da partilha de experiências pessoais e profissionais pré-existentes, enquadrando-as e fundamentando-as de forma científica, pretende-se que sejam criadas situações que potenciem a reflexão, o questionamento, a discussão e a melhoria das práticas e procedimentos. Além disso, deseja-se que seja possível produzir e realizar a aplicação experimental no terreno de instrumentos, formulários e atividades que possam ser pertinentes para o trabalho com alunos. As sessões presenciais conjuntas focar-se-ão nos constructos teóricos mas também no trabalho individual autónomo de natureza prática, pretendendo-se que sejam reflexivas e renovadoras das propostas materiais.Espera-se, ainda, com esta formação, contribuir para a mudança organizacional, a partir do interior da própria organização, assim como:1. Identificar e implementar as estratégias de orientação educativa mais eficazes; 2. Promover competências pessoais e profissionais dos docentes;3.Incentivar o trabalho em rede, abrindo a Escola a novas e melhores parcerias com a rede social local.
Conteúdos
Módulo 1 -3 horas - Enquadramento da ação tutorial como resposta à diversidade populacional da escola - 1 hora Brainstorming-Leitura e discussão de textos, em pequeno grupo, seguido de apresentação das conclusões em plenário. Clarificação de conceitos;Plano de ação tutorial a nível de escola: operacionalização das tutorias; Análise dos documentos de referência no Agrupamento de Escolas para identificação das referências efetuadas à figura do professor-tutor; Princípios éticos e deontológicos na abordagem de casos;Salvaguarda da confidencialidade e privacidade da informação. Indicações para a codificação de elementos que possam ser identificadores. Exemplos de registos devidamente codificados; Identificação do público-alvo; Procedimentos de sinalização de alunos e emparelhamento com os professores-tutores;Alterações organizacionais subjacentes à existência de tutorias. Módulo 2_3 horas - Perfil do professor - Leitura de texto sobre o perfil do professor tutor; Reflexão escrita acerca do ajustamento do perfil pessoal ao perfil de um tutor; Competências e funções do professor-tutor ; Análise da legislação relevante para esta função; Resposta a um questionário com afirmações sobre as competências e funções do professor-tutor Exemplificação de uma situação em que tenha sido observada uma dessas competências com alunos. Módulo 3_3 horas - Comunicação assertiva Resposta a um questionário sobre o perfil comunicacional pessoal; Leitura de um texto para clarificação dos estilos comunicacionais passivo, agressivo, manipulador e assertivo. Resposta a um teste, consistindo em diálogos, assinalando o tipo de comunicação utilizado; Partilha e debate a partir de um exemplo pessoal de comunicação não assertiva, propondo uma possível resposta assertive; Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado. Módulo 4_ 2 horas - Inteligência emocional-Resposta a um questionário para avaliação do Quociente Emocional (QE); Leitura de um texto sobre Inteligência Emocional, reflexão e discussão sobre o mesmo; Inserção de, pelo menos, uma sugestão, no glossário de estratégias e atividades para desenvolver a inteligência emocional; Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado. Módulo 5_4 horas - Perfil do aluno candidato a tutoria - Reflexão conjunta, complementada com informações fornecidas pelo formador, acerca das razões principais para um aluno ser encaminhado para tutorial; Elaboração de um guião de entrevista semiestruturada ao aluno tutorado e da ficha de identificação/caracterização; pessoal do aluno (registo com elementos identificadores codificados). Plano de ação tutorial individual Construção/reformulação, em pequeno grupo, de planos de ação tutorial individuais para alunos Exploração das atividades: Autorretrato presente, passado e futuro e O meu estilo de aprendizagem Importância da comunicação entre o professor-tutor e a família do aluno Elaboração de propostas para guiões de entrevista semiestruturadas para as famílias; Exploração das atividades: Comboio da vida e A minha Vida como um Estrada; Importância da promoção de parcerias entre o professor-tutor e a Rede Social Local 1 hora Importância da comunicação regular com a CPCJ; Formas de comunicação eficaz com os serviços médico-hospitalares Princípios a respeitar nas parcerias da Escola com outras entidades; Reflexão/avaliação sobre o trabalho autónomo. Avaliação da ação pelos formandos.
Metodologias
Presencial: A formação compreende sessões presenciais conjuntas com tipologia teórico-prática, implementando os métodos: expositivo, demonstrativo interrogativo e ativo. Nestas sessões serão expostos e discutidos os aspetos teóricos e organizacionais da tutoria em meio escolar, permitindo a interrogação das práticas existentes, a consolidação de procedimentos e a produção de novos materiais de intervenção.No fim de cada sessão de formação presencial será refletido o trabalho autónomo, havendo salvaguarda dos princípios éticos da confidencialidade e privacidade da informação recorrendo à codificação de toda a informação que possa identificar alunos ou famílias. Trabalho Autónomo: Através do trabalho individual autónomo, os participantes serão convidados a refletir sobre as suas práticas, aferir a qualidade e eficácia das mesmas, terão oportunidade para implementar novos métodos e materiais, testar hipóteses e propostas, experimentar novas técnicas e desenvolver as competências pessoais e profissionais respeitantes à sua intervenção educativa.O trabalho autónomo será registado individualmente por cada formando, em formato de portefólio, contendo todas as atividades implementadas.
Avaliação
Regime de avaliação dos formandos Nos termos do artigo 13.º do Regime Jurídico de Formação Contínua, com a redação dada pelo artigo 4.º do Decreto-lei n.º 15/2007 de 19 Janeiro a avaliação dos formandos será quantitativa e expressa na escala de 1 a 10. A avaliação será contínua e os pesos da classificação final serão os seguintes: Nível de participação 50% Portefólio individual com reflexão pessoal final 50% Forma de avaliação da acção: Inquéritos de satisfação/avaliação aos formandos; Relatório crítico apresentado pelo Formador; Relatório crítico do formando
Bibliografia
FACHADA, M. (1992). Psicologia das Relações Interpessoais. Lisboa: Edições Rumo.TOPPING, K. (2000). Tutoria. Série Práticas Educativas 5. UNESCO: International Academy of EducationÁLVARES, M. (Coord.) et al. (2013). Combate ao Abandono Escolar Precoce: Políticas e Práticas Relatório Final. Lisboa: CIES-IUL.AZEVEDO, N. e NASCIMENTO, A. (2007). Modelo de Tutoria: construção dialógica de sentido(s). Interacções, Vol. 3, N.º 7, pp. 97-115. ISSN 1646-2335. (Consultado em janeiro, 2010, de http://nonio.eses.pt/interaccoes/)SIMÃO e FLORES (2008). Experiências de Tutoria: Problemas e Desafios. Texto não publicado. Universidade de Lisboa, Portugal.
Observações
O período de desenvolvimento referido (de 27/05/2026 a 15/07/2026) é apenas indicativo
INSCREVER-ME
Avaliação formativa para as aprendizagens
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
30,0 horas
Presencial
Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico e Professores de Educação Especial
Com a publicação dos Decretos-lei n.º 54/2018 e n.º 55/2018, colocam-se aos professores novos desafios, sendo um deles a avaliação para aprendizagens, numa abordagem multinível, fortalecida pela relação da intervenção pedagógica e educativa, com vista à promoção do sucesso escolar de todos.
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Ref. 36205IT02I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139575/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 13 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Joaquim José Manteigas Picado
Destinatários
Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE AltoTejo
Enquadramento
Com a publicação dos Decretos-lei n.º 54/2018 e n.º 55/2018, colocam-se aos professores novos desafios, sendo um deles a avaliação para aprendizagens, numa abordagem multinível, fortalecida pela relação da intervenção pedagógica e educativa, com vista à promoção do sucesso escolar de todos. Neste sentido, esta oficina de formação foi concebida tendo em conta a circular nº 3/2019 e enquadra-se no âmbito dos pontos 1 e 2, do Artigo 3.º do Despacho n.º779/2019 de, e construída e fundamenta-se na necessidade de desenvolver nos formandos competências para assegurar um processo avaliativo formativo com vista a uma classificação justa.
Objetivos
Compreender a evolução histórica da avaliação formativa até aos nossos dias. Realizar uma leitura única do documento legal e dos princípios orientadores da sua conceção, operacionalização e avaliação das aprendizagens. Reconhecer que tipo/s de avaliação que se realiza de acordo com as práticas que utilizadas. Identificar estratégias para aprender, habilidades (comportamentos, atitudes e valores) e conhecimentos científicos. ¬ Conceber e utilizar diferentes estratégias para aprender, definir e aplicar técnicas de avaliação.¬ Apresentar e partilhar estratégias para aprender e como avaliar.
Conteúdos
Evolução histórica da avaliação formativa. 3h Enquadramento legal da avaliação das aprendizagens. 3h Avaliação das práticas avaliativas. 1h 30 min Estratégias para aprender e como avaliar. 1h 30 min Planificação de estratégias para aprender e como avaliar. 3h Reflexão e partilha da aplicação de estratégias para a aprender e de com o avaliar. 3h
Metodologias
Presencial: As tarefas a realizar na ação, concretizar-se-ão em sessões conjuntas e de trabalho autónomo, durante as quais, os formandos terão de analisar, discutir e planear estratégias para aprender, bem como definir técnicas para avaliar as aprendizagens dos alunos com vista à classificação. 1ª sessão- aplicação de um questionário de espectativas. apresentação dialógica da evolução histórica da avaliação formativa. Constituição de grupos de trabalho para elaborar, aplicar, refletir e reorientar estratégias para aprender e avaliar, em cada uma das suas salas de aula, aquando da aplicação de técnicas de avaliação para as aprendizagens. Nas quatro sessões seguintes, serão trabalhados os restantes conteúdos da ação, recorrendo a uma estratégia participativa e reflexiva, onde cada formando será convidado a relacionar a sua prática com os conhecimentos construídos durante as sessões presenciais e aplicação em contexto educativo (sala de aula, ginásio, laboratório, biblioteca ). Trabalho Autónomo: será desenvolvido em qualquer contexto educativo, onde se devolvem metodologias e práticas e técnicas de avaliação trabalhadas nas sessões presenciais, concretizadas através da conceção, aplicação em contexto de ensino/aprendizagem, reflexão individual e em grupo, bem como uma proposta de reorientação futura. Acompanhamento do trabalho autónomo será realizado em contexto e/ou com recurso às tecnologias de informação e comunicação. No fim da ação, será elaborado um documento, que deverá conter a planificação da/s estratégia/as para aprender, bem como as técnicas de recolha de informação para avaliar formativamente utilizadas, uma breve reflexão individual e a proposta de reorientação, no máximo de duas páginas.
Avaliação
A avaliação terá um carácter qualitativo e quantitativo, espelhado numa escala classificativa de 0 a 10 valores. Serão consideradas duas componentes de avaliação: a) participação; b) trabalhos e atividades realizadas durante as sessões; c) relatório final.
Bibliografia
FERNANDES, D. (2007). Vinte e Cinco anos de Avaliação das Aprendizagens: Uma síntese interpretativa de livros publicados em Portugal. In A. Estrela (org). Investigação em Educação. Teorias e Práticas. Lisboa: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação. (pp. 261-305).FERREIRA, C. (2007). A Avaliação no Quotidiano da Sala de Aula. Porto: Porto Editora.LEITE, C. (2002). Avaliação das aprendizagens dos alunos: novos contextos, novas práticas. Poto: ASAPERRENOUD, P. Não mexam na minha avaliação! Para uma abordagem sistêmica da mudança pedagógica. In: NÓVOA, A. Avaliação em educação: novas perspectivas. Porto, Portugal: Porto Editora, 1993.DECRETO- LEI Nº 55/2018, de 6 de junho, 1ª série N.º 129
Observações
as datas de inicio e fim são meramente indicativas.
INSCREVER-ME
Proteção de dados e a Cibersegurança nas Escolas
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Curso
25,0 horas
b-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial
O recurso a plataformas de suporte ao ensino não presencial, que podem servir como meio de divulgação, partilha de conteúdos pedagógicos, de interação entre os utilizadores, tem vindo a ser cada mais frequente por parte dos diferentes agentes educativos. Contudo, a sua utilização implica a recolha e o ...
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Ref. 27811IT04I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125890/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 13 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Castelo Branco
Formador
Vítor Hugo de Brito Alves Ângelo
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O recurso a plataformas de suporte ao ensino não presencial, que podem servir como meio de divulgação, partilha de conteúdos pedagógicos, de interação entre os utilizadores, tem vindo a ser cada mais frequente por parte dos diferentes agentes educativos. Contudo, a sua utilização implica a recolha e o tratamento de um conjunto alargado de informação relativa aos utilizadores, devendo garantir-se a proteção desses mesmos utilizadores. Com esta ação, pretende-se que os formandos implementem junto da comunidade educativa projetos de intervenção, cujo objetivo é a sensibilização para as questões relativas à Proteção de Dados e à Cibersegurança na escola refletindo acerca da integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Objetivos
Desenvolver práticas de referência respeitantes a proteção de dados, designadamente abstendo-se de tratar dados pessoais que não sejam essenciais para a finalidade pedagógica e adotando comportamentos responsáveis, quando se tem acesso a dados pessoais de alunos, professores e outros titulares dos dados; Criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção, que abordem estas temáticas em contexto educativo; Articular as temáticas propostas com as Orientações Curriculares TIC para o 1.º Ciclo, no domínio da Cidadania Digital, com as Aprendizagens Essenciais da disciplina TIC, no domínio da Segurança, Responsabilidade e Respeito em Ambientes Digitais, assim como com a ENEC, nomeadamente nos domínios Segurança, Defesa e Paz e Media; Debater estratégias de sensibilização junto dos alunos para a importância da Cidadania Digital, destacando as áreas da Cibersegurança e da Proteção de Dados.
Conteúdos
Módulo 1: Proteção de dados em contexto escolar (4horas 3 horas presenciais+1 hora assíncrona) Reflexão e análise de documentação de referência; Desenvolver práticas relativas à proteção de dados na escola. Módulo 2: A Cibersegurança na Escola (3 horas 2 horas síncronas+1hora assíncrona) As plataformas digitais e as recomendações de segurança; Desenvolver práticas relativas à Cibersegurança na escola. Módulo 3: Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas:(8horas - 3 horas presenciais+3horas síncronas+2 horas assíncronas) Iniciativas e campanhas do Centro de Sensibilização SeguraNet; Iniciativas e campanhas do Centro Nacional de Cibersegurança; O Selo de Segurança Digital; A integração curricular e transversalidade das temáticas. Módulo 4: Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados (5 horas - 3horas síncronas+2horas assíncronas) Análise de projetos existentes no âmbito da Cibersegurança e de proteção de dados; Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando. Módulo 5: Avaliação e reflexão (5horas - 3 horas presenciais+2 assíncronas) Apresentação, partilha e reflexão dos planos desenvolvidos pelos formandos durante o curso.
Metodologias
Sessões: O curso irá decorrer na modalidade de b-Learning com sessões presenciais, síncronas e assíncronas, com a seguinte distribuição: 9 horas presenciais, 8h síncronas e 8h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas Moodle e de videoconferência para dinamizar as sessões. As sessões serão de caráter teórico-prático, baseadas em metodologias essencialmente ativas, com recurso às seguintes técnicas pedagógicas: exposição, brainstorming, reflexão em grupo, seleção e análise das ideias.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.
Bibliografia
Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.ptComissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.ptSeguraNet Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.ptRede europeia de Centros Internet Segura Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/homeDireção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/home
Observações
As datas de inicio e fim da formação são meramente indicativas.
INSCREVER-ME
Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Inglês nos 1.º e 2.º CEB
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. 32719IT02I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128289/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 13 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Sertã/Proença a Nova
Formador
Mário Jorge Ventura Catanas
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 120 e 220.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar, para proporcionar uma aprendizagem globalizante aos alunos de cada ano de escolaridade, refletindo as suas propostas, os seus interesses e as suas preferências; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação e que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5h) - Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) - O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); - As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 Características dos alunos dos 1.º e 2.º CEB e metodologias (5h) - Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos - Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo - Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e gestão de comportamento. Módulo 3 Competência comunicativa: Oralidade (10h) - Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de distintos textos orais; atividades práticas com áudio/vídeo autêntico; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. - Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas preparatórias de apresentação/debate; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 Competência comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) - Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com distintos tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. - Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, disciplinares ou interdisciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 Mediação (5h) -no contexto das línguas -nos documentos de referência: PA e AE -na prática letiva: exemplos de atividades Módulo 6 CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 Competência intercultural (5h) - Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa; -Identificar e analisar picturebooks adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural; -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes; -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial: A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf ,DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Brewster, J., Ellis G. & Girard, D. (2002). The Primary English Teacher's Guide (New Edition). Harlow: Pearson Education Limited.
Observações
As datas de inicio e fim da formação são meramente indicativas.
INSCREVER-ME
Bem-estar, saúde e competências socioemocionais na Escola
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
50,0 horas
b-learning
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
No âmbito das diretrizes do Ministério da Educação relativas à componente do currículo de Cidadania e Desenvolvimento, o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e as aprendizagens essenciais, propõe-se a presente ação procurando promover competências dos docentes para a inclusão de um conjunto ...
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Ref. 36545IT01I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132220/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 13 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Castelo Branco
Formador
Paulo Jorge Ferreira Gomes
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE AltoTejo
Enquadramento
No âmbito das diretrizes do Ministério da Educação relativas à componente do currículo de Cidadania e Desenvolvimento, o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e as aprendizagens essenciais, propõe-se a presente ação procurando promover competências dos docentes para a inclusão de um conjunto de valores comuns associados à Cidadania com particular enfoque na promoção do bem-estar, da saúde e das competências socioemocionais. O Programa Nacional para a Saúde Escolar tem como objetivos promover e proteger a saúde da comunidade escolar; apoiar a inclusão de crianças com necessidades de saúde especiais e necessidades educativas especiais; promover a segurança e um envolvimento escolar saudável; reforçar os fatores de proteção relacionados associados a estilos de vida saudáveis; e contribuir para o desenvolvimento de Escolas Promotoras de Saúde (DGS, 2020). Esta ação será pertinente, útil e necessária, como espaço de reflexão, de partilha de experiências, e na colaboração ativa para a criação e desenvolvimento de boas práticas interdisciplinares que orientem e estimulem os/as estudantes nos domínios da Educação para a Cidadania mediante a implementação de conteúdos e estratégias no ambiente da sala de aula e restante comunidade educativa. Pretende-se habilitar os docentes para a promoção de alunos autodeterminados, resilientes, com competências socioemocionais, de comunicação, com capacidade de resolução de problemas e espírito crítico, com comportamentos saudáveis, conhecedores dos seus direitos e responsabilidades, no sentido do seu desenvolvimento integral como cidadãos conscientes e ativos.
Objetivos
Refletir sobre os conceitos de Cidadania e de Educação para a cidadania à luz da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania; - Conhecer as áreas temáticas de Educação para a Cidadania, Linhas Orientadoras e Finalidades das mesmas, de acordo com o Decreto-Lei n.º 55/2018; - Promover práticas de identificação de necessidades, avaliação âmbito da Educação para a Cidadania; - Conhecer programas e estratégias para o desenvolvimento de recursos na área da Educação e promoção da Cidadania em contexto escolar; - Planificar, implementar sessões na sala de aula tendo como suporte recursos disponibilizados nesta Oficina, inseridos num Currículo europeu, denominado PROMEHS Promover a Saúde Mental nas Escolas, desenvolvido para alunos em idade pré-escolar, 1º, 2º e 3º ciclos e Ensino Secundário; - Avaliar os resultados das práticas implementadas no seio da promoção de competências dos alunos e dos docentes
Conteúdos
Os conteúdos nesta oficina terão como prioridade a construção e a operacionalização de metodologias, instrumentos, recursos pedagógicos e/ou didáticos, com vista à implementação em contexto escolar, ao nível da escola e/ou da sala de aula, abrangendo os domínios de Cidadania e Desenvolvimento, de forma inter e/ou multi e/ou disciplinar. Neste curso será privilegiada a articulação entre conteúdos teórico-práticos abordados em sessões online síncronas, com o trabalho autónomo, abrangendo a conceção, aplicação e avaliação de atividades com os alunos. Nas sessões presenciais serão abordados os seguintes conteúdos: - Conceitos básicos da Educação para Cidadania enquadrados na Estratégia Nacional de Educação para Cidadania 1 hora; - Áreas temáticas de Educação para a Cidadania e Linhas Orientadoras de acordo com o Decreto-Lei n.º 55/2018 1 hora; - Modelos e instrumentos de avaliação no âmbito da Educação para a Cidadania, adequadas a conteúdos e metodologias específicos da área em questão - 1 hora; - Estratégias para o desenvolvimento de recursos associadas à Educação e promoção da Cidadania ao nível da escola, com aprofundamento da Educação para a Saúde; Educação para o Desenvolvimento e para a Saúde 7 horas; Direitos Humanos, Igualdade de Género e Interculturalidade 5 horas; Programas e mecanismos de implementação orientados para o sucesso na aquisição de competências no âmbito da Educação para a Cidadania 10 horas.
Metodologias
Presencial: Utilização dos métodos interrogativo e ativo, recorrendo a estratégias pedagógicas de aprendizagem cooperativa. Componente teórica e conceitual será realizada através do método expositivo. O processo decorrerá da seguinte forma: Sessões presenciais (9h) discussão entre os formandos, com base em situações reais apresentadas pelo formador e/ou formandos, assim como a vivência de situações simuladas relacionadas com a preparação e aplicação do programa do currículo PROMEHS. Nestas sessões serão promovidas sobretudo metodologias ativas e interrogativas. Sessões online síncronas (16h) as metodologias expositivas, interrogativas e ativas serão utilizadas para apresentação de conteúdos. As sessões terão por base metodologias expositivas dos conteúdos anteriormente apresentados, sendo em simultâneo promovida a discussão entre os formandos. Ulização de recursos digitais nas sessões presenciais e online síncronas, relevantes para os conteúdos da formação com discussão dos mesmos, bem como a utilização de diversas plataformas digitais que permitem um maior envolvimento dos formandos no processo de aprendizagem. Trabalho Autónomo: Trabalho autónomo (25h) Incluem a conceção, implementação e avaliação das competências a desenvolver no âmbito da Educação para a Cidadania; Implementação de atividades em contexto de sala de aula/escola, a partir de materiais desenvolvidos nas sessões presenciais; Realização dos trabalhos da componente autónoma para avaliação da ação de formação, sustentando uma reflexão contínua face aos objetivos estabelecidos para esta oficina.
Avaliação
A avaliação será quantitativa e qualitativa sendo classificada numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com a legislação em vigor, nomeadamente o Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro conjugado com os pontos 5. e 6. do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, e terá em consideração uma lógica formativa e de acompanhamento. A avaliação dos formandos seguirá os critérios do AlmadaForma e terá uma incidência de 40% na participação individual e 60% trabalho individual escrito. A participação individual será avaliada em diferentes parâmetros nomeadamente a participação e envolvimento (10%), reflexão, análise e argumentação (20%) e a autonomia profissional (10%). Já o trabalho individual será avaliado pelos parâmetros relativos ao trabalho autónomo e materiais produzidos (40%) e à reflexão crítica (20
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho. Diário da República, N.º 129 1.ª série Despacho nº5908/2017, de 5 de Julho. Diário da República n.º 128 2ª Série.Direção Geral da Saúde. (2020). Programa Nacional de Saúde Escolar. Retirado de: https://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/saude-escolar/programa-nacional-de-saude-escolar.aspxMartins, G. dO. (coord.) (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE). Retirado de https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdfMonteiro, R. (coord.) (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Lisboa: República Portuguesa. Retirado de http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Projetos_Curriculares/Aprendizagens_Essenciais/estrategia_cidadania_original.pdfSimões, C., Santos, M., Lebre, P., Canha, L., Santos, A., Fonseca, A. M., Santos, D., Santina, C., & Matos, M. G. (2020). Projeto PROMEHS - Promover a saúde mental nas escolas. Omnia, 10, 41-50.
Observações
As datas de realização da ação são meramente indicativas.
INSCREVER-ME
Proteção de dados e a Cibersegurança nas Escolas
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Curso
25,0 horas
Presencial
Pessoal não docente
Carência de formação do pessoal não docente nesta área das novas tecnologias de informação,
tendo em conta, que cada vez mais tem de ser polivalentes.
Motivar e sensibilizar o pessoal não docente para a utilização de novos programas, para uma melhor eficácia e desempenho no seu trabalho.
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Ref. 31051IT01I24.25IPESSOAS Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1324/2024
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 20 de Novembro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco
Formador
Vítor Hugo de Brito Alves Ângelo
Destinatários
Pessoal não docente
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
CFAE AltoTejo
Enquadramento
Carência de formação do pessoal não docente nesta área das novas tecnologias de informação, tendo em conta, que cada vez mais tem de ser polivalentes. Motivar e sensibilizar o pessoal não docente para a utilização de novos programas, para uma melhor eficácia e desempenho no seu trabalho.
Objetivos
Desenvolver práticas de referência respeitantes a proteção de dados, designadamente abstendo-se de tratar dados pessoais que não sejam essenciais para a finalidade pedagógica e adotando comportamentos responsáveis, quando se tem acesso a dados pessoais de alunos, professores e outros titulares dos dados; Criar espaços de reflexão que proporcionem a exploração de recursos e ferramentas, bem como a conceção de planos de intervenção, que abordem estas temáticas em contexto educativo/laboral;
Conteúdos
Módulo 1: Proteção de dados em contexto escolar – 4 horas Reflexão e análise de documentação de referência; Desenvolver práticas relativas à proteção de dados na escola. Módulo 2: A Cibersegurança na Escola - 3 horas As plataformas digitais e as recomendações de segurança; Desenvolver práticas relativas à Cibersegurança na escola. Módulo 3: Iniciativas promotoras da Proteção de Dados e da Cibersegurança nas Escolas: 8horas Iniciativas e campanhas do Centro de Sensibilização SeguraNet; Iniciativas e campanhas do Centro Nacional de Cibersegurança; O Selo de Segurança Digital; A integração curricular e transversalidade das temáticas. Módulo 4: Desenvolvimento de projetos de Cibersegurança e de proteção de dados - 5 horas Análise de projetos existentes no âmbito da Cibersegurança e de proteção de dados; Conceção de projetos adequados à realidade da comunidade educativa de cada formando. Módulo 5: Avaliação e reflexão - 5horas Apresentação, partilha e reflexão dos trabalhos desenvolvidos pelos formandos durante o curso
Metodologias
Presencial
Avaliação
Relatório final de reflexão Desempenho das tarefas Trabalho solicitado
Modelo
Classificação de 0 a 20
Bibliografia
Centro Nacional de Cibersegurança. Disponível em: https://www.cncs.gov.pt Comissão Nacional de Proteção de Dados. Disponível em: https://www.cnpd.pt SeguraNet – Navegar em Segurança. Disponível em: http://www.seguranet.pt Rede europeia de Centros Internet Segura – Insafe. Disponível em: https://youth.betterinternetforkids.eu/web/portal/home Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência. Disponível em: https://www.dgeec.mec.pt/np4/home
Observações
As datas de realização da ação são meramente indicativas.
INSCREVER-ME
Apropriação do Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
50,0 horas
Presencial
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Sete anos, após a publicação do Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), continua a ser importante compreender a sua relevância na organização do ensino, na aprendizagem e na avaliação, em suma: a possibilidade que dá na gestão do currículo, nas estratégias, metodologias e processos ...
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Ref. 33144IT02I26.27IPESSOAS Inscrições abertas até 4 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130464/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 8 de Janeiro de 2027
Fim: 31 de Março de 2027
Regime: Presencial
Local: Castelo Branco/Sertã
Formador
Joaquim José Manteigas Picado
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Sete anos, após a publicação do Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), continua a ser importante compreender a sua relevância na organização do ensino, na aprendizagem e na avaliação, em suma: a possibilidade que dá na gestão do currículo, nas estratégias, metodologias e processos pedagógicos-didáticos e avaliativos. Uma leitura convergente e compreensiva do PA com os referenciais internos poderá contribuir para um aprofundamento da sua importância. Afigura-se ser fundamental construir a sua análise através da investigação-ação e elaboração de projetos de ação estratégica com a intencionalidade de criar comunidades de aprendizagem e um melhor conhecimento e operacionalização da sua intencionalidade.
Objetivos
Ler Perfil de Aprendizagem à Saída da Escolaridade Obrigatória de modo convergente Reconhecer a sua importância, no quadro curricular português, como fundamental para as decisões de organização e gestão do currículo. Analisar o Projeto Educativo e verificar e assinalar pontos convergentes e divergentes entre os dois referenciais. Propor uma ação estratégica de aprendizagem sobre o PASEO a realizar no AE/ Departamento/Grupo Disciplinar Aplicar a ação estratégica de aprendizagem sobre o PASEO. Refletir, reorientar e propor uma nova ação estratégica.
Conteúdos
Leitura convergente do PASEO: Identificação da sua organização, propósitos e finalidades. Análise do Projeto Educativo de Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada de acordo com a proposta de organização da gestão do currículo, estratégias e metodologias e processos pedagógicos-didáticos e avaliativos. Planeamento e ação estratégica de aprendizagem sobre a divulgação do PASEO Organização de uma ação estratégica de aprendizagem. Realizar a ação estratégica de aprendizagem sobre o PASEO.
Metodologias
Presencial: Os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de Ações Estratégicas de Aprendizagem sobre o PASEO, a desenvolver nos AE, bem como a elaboração de materiais para a respetiva realização em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica e as mudanças que deverão pensadas para reorientar uma nova ação estratégica Trabalho Autónomo: As sessões serão realizadas em contexto de trabalho, com objetivo de construir e aplicar uma Ação Estratégica de Aprendizagem sobre o PASEO, por Agrupamento de Escolas ou Escolas não Agrupadas assim como os materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 defevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditaçãode Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicadono Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado e apresentado pelos formandos.
Bibliografia
Caldeira, J (2010). Implementação do Balanced Scorecard no Estado. Coimbra: AlmedinaDecreto-lei n.º54/2018 de 6 de julhoDecreto-lei n.º55/2018 de 6 de julhoMartins, G. (2017). Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. Lisboa: DGE / MEROLDÃO, M. PERALTA, H. E MARTINS, I. (2017). Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a Construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Documento de trabalho Escolas PAFC. Editorial do Ministério da Educação: Lisboa
Observações
As datas de realização da ação são meramente indicativas
INSCREVER-ME
Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Geografia
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores do grupo de recrutamento 420
O Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, ...
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Ref. 32921IT01I25.26IPESSOAS Inscrições abertas até 15 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128377/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 15 de Janeiro de 2027
Fim: 31 de Março de 2027
Regime: b-learning
Local: Castelo Branco I Plataforma Digital
Formador
Anabela Cunha dos Reis David
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 420
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Geografia e Geografia A, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover a revisão das práticas pedagógicas, com particular destaque para o desenvolvimento de competências na utilização das TIC (bigdata) e das TIG (websig), na exploração de imagens e vídeos e na utilização de Casos de Estudo, Estudo de Caso e de PBL.
Conteúdos
Módulo 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos Módulo 2 (5 horas) Representação gráfica e cartográfica Orientação e Localização Módulo 3 - (5 horas) Tempo e clima (inclui radiação solar) Ambiente biogeográficos Módulo 4 - (5 horas) Recursos Hídricos (gestão sustentável/ impactes das alterações dos níveis das águas, ODS) Recursos Marítimos (gestão, litoral/ economia do mar, ODS) Módulo 5- (5 horas) Transportes e Telecomunicações (redes e modos) Mobilidade verde Módulo 6 - (5 horas) Indicadores demográficos / evolução e distribuição Mobilidade e fluxos migratórios Módulo 7- (5 horas) Recursos do Subsolo Espaços Rurais em mudança Módulo 8 - (5 horas) Áreas e Rede Urbana Planear cidades verdes Módulo 9 - (5 horas) Análise paisagem Tipos de paisagem (a partir da função) Módulo 10 - (5 horas) Gestão e ordenamento do território (inclui instrumentos de planeamento) SIG Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina
Metodologias
Presencial: A oficina é constituída por 11 módulos (2 obrigatórios e 9 opcionais): Módulo 1 e módulo final Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Didática da Geografia para uma Cidadania Territorial. Uma bússola para um mundo em profunda transformação (2023), Livro de Atas (Atas XCIDG_vf1.pdf (cfpor.pt)
Observações
A indicação de data de inicio e fim da ação é meramente indicativa enquanto não estiverem reunidos os requisitos de desenvolvimento da ação e publicitado o cronograma.
INSCREVER-ME
Inglês para todos - informação e orientação
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Curso
25,0 horas
Presencial
Pessoal não docente
Combater a lacuna e dotar os funcionários/comunidade escolar neste âmbito, de modo a melhorar as interações entre os diferentes "atores" no local de trabalho e não só.
Perceber de que forma é que as características desses "atores" (individualmente ou em grupo) influenciam a organização e de que modo são ...
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Ref. 31154IT02I26.27PESSOAS Inscrições abertas até 18 de Dezembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1329/2024
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 15 de Janeiro de 2027
Fim: 31 de Março de 2027
Regime: Presencial
Local: Sertã/Proença
Formador
Mário Jorge Ventura Catanas
Destinatários
Pessoal não docente
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
CFAE AltoTejo
Enquadramento
Combater a lacuna e dotar os funcionários/comunidade escolar neste âmbito, de modo a melhorar as interações entre os diferentes "atores" no local de trabalho e não só. Perceber de que forma é que as características desses "atores" (individualmente ou em grupo) influenciam a organização e de que modo são influenciados por ela, de forma a aplicar/usar as medidas preventivas para o controlo do stress e do erro humano,
Objetivos
Empregar o léxico profissional adequadamente. Traduzir do inglês informação relacionada com a atividade profissional. Interpretar mensagens orais e escritas em inglês relacionadas com a atividade profissional.
Conteúdos
Empregar o léxico profissional adequadamente. Traduzir do inglês informação relacionada com a atividade profissional. Interpretar mensagens orais e escritas em inglês relacionadas com a atividade profissional. Conteúdos: Vocabulário específico à informação e orientação no âmbito do contexto escolar (8 horas) Criar um documento tipo/chave para uma comunicação eficaz (4 horas) Empregar terminologia especifica de contexto de simulação (3 horas) Exercícios Práticos (10 horas)
Avaliação
Participação Relatório de reflexão Trabalhos
Modelo
de 0 a 20 De 10 a 13 valores: Suficiente De 14 a 15 valores: Bom De 16 a 17 valores: Muito Bom De 18 a 20 valores: Excelente
Bibliografia
Manual do Estudante da Língua Inglesa - Copyright 2017 - da Starlin Alta Editora e Consultoria Eureli
Observações
As datas de realização da ação são meramente indicativas.
INSCREVER-ME
Perturbação do Espetro do Autismo: Da Intervenção Precoce à Intervenção Escolar na Educação Inclusiva
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.
Curso
25,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial
Este plano de formação visa atender a uma necessidade crescente nas escolas de promover a inclusão e o desenvolvimento integral de alunos do espetro autista. A seguir, destacam-se os principais problemas e necessidades que justificam a realização desta formação: aumento da prevalência de autismo, pois o ...
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Ref. 36904IT01BI26.27PESSOAS Inscrições abertas até 31 de Janeiro de 2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140460/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 15 de Fevereiro de 2027
Fim: 11 de Março de 2027
Regime: e-learning
Local: Plataforma Digital
Formador
Sónia Pereira Camba
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Este plano de formação visa atender a uma necessidade crescente nas escolas de promover a inclusão e o desenvolvimento integral de alunos do espetro autista. A seguir, destacam-se os principais problemas e necessidades que justificam a realização desta formação: aumento da prevalência de autismo, pois o número de diagnósticos de autismo tem aumentado significativamente nos últimos anos, o que exige que as escolas estejam preparadas para receber e apoiar esses alunos de maneira adequada. Daí surge a necessidade de conhecimento específico e muitos professores e profissionais da educação carecem de conhecimentos específicos sobre as características do espetro autista e as melhores práticas para a sua inclusão e intervenção eficaz. Para uma intervenção precoce é preciso saber identificar sinais precoces de autismo e implementar intervenções adequadas desde a infância pois é crucial para o desenvolvimento das crianças autistas. Os desafios na comunicação e interação são diversos e as crianças autistas frequentemente enfrentam dificuldades na comunicação e na interação social. Os professores precisam de estratégias específicas para facilitar a comunicação e promover a interação inclusiva no ambiente escolar. É essencial promover o desenvolvimento das habilidades sociais e emocionais dos alunos autistas. A constante atualização e capacitação dos professores são necessárias para acompanhar as novas pesquisas e práticas em educação inclusiva e autismo. A formação proporciona aos professores o conhecimento e as ferramentas necessários para enfrentar os desafios associados à inclusão de alunos do espetro autista, promovendo um ambiente escolar mais inclusivo e eficaz para todos os estudantes.
Objetivos
1.Reconhecer os princípios e valores que estão na base da Educação Inclusiva e Equitativa; 2.Conhecer o conceito de Perturbação do Espetro do Autismo e proposta de metodologias de intervenção; 3.Compreender as características e necessidades dos alunos do espetro autista; 4.Identificar sinais precoces de autismo e reconhecer a importância da intervenção precoce em contexto escolar; 5.Desenvolver estratégias pedagógicas inclusivas no ambiente escolar; 6.Promover a colaboração entre a escola, a família e outros profissionais/técnicos para uma educação inclusiva
Conteúdos
Módulo 1: Introdução ao Autismo e Educação Inclusiva (5 horas): Exposição dos princípios e valores da educação inclusiva e equitativa; Definição e características do espetro autista; Compreensão das necessidades específicas dos alunos autistas; Mitos e realidades sobre o autismo e a inclusão escolar. Módulo 2: Identificação e Intervenção Precoce (5 horas): Caracterizar sinais precoces de autismo; Explorar a importância da intervenção precoce; Estratégias eficazes de intervenção precoce; Apresentação de estudos de caso e discussão. Módulo 3: Estratégias Pedagógicas Inclusivas (7 horas): Planeamento de atividades inclusivas; Exploração de medidas educativas, com base na legislação de suporte à aprendizagem e à inclusão: Decreto-Lei 54/2018, de 6 de julho; Utilização de recursos visuais e tecnologias assistivas; Adaptação do ambiente físico e social; Apresentação de estudos de caso práticos e role-playing. Módulo 4: Intervenção no Ambiente Escolar (5 horas): Promoção de habilidades sociais e emocionais; Regulação e mediação de comportamentos desafiantes; Estruturação de rotinas e atividades diárias; Colaboração com a equipa multidisciplinar. Módulo 5: Colaboração Escola-Família (3 horas): Importância da colaboração entre escola e família; Estratégias para envolver a família no processo educativo; Ferramentas de comunicação eficazes; Reflexão e desenvolvimento de um plano de ação colaborativo
Metodologias
Ao longo das sessões, desta formação, serão predominantemente teórico-práticas, aulas expositivas: apresentação de conceitos teóricos e práticas. Reflexão em grupo sobre práticas e partilha de experiências. Atividades práticas: Role-playing, estudos de caso, e discussão. Utilização de recursos audiovisuais: Vídeos e ferramentas tecnológicas. Trabalho colaborativo: Elaboração de planificação de atividades, em grupo, adequadas aos vários perfis das crianças com autismo à luz da educação inclusiva.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formanda/o será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.
Bibliografia
1. Associação Americana de Psiquiatria. (2014). Manual Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais: DSM-5. Porto Alegre: Artmed.2. Nogueira, R. (2019). Manual de Educação Inclusiva para Crianças do Espetro Autista. Lisboa: Edições Sílabo.3. Pereira, A. (2016). Intervenção Precoce no Autismo. Lisboa: Texto Editores.4. Silva, A. P., & Mendes, C. (2018). Neurociência Social e Autismo: Perspetivas e Desafios. Porto: Porto Editora.5. Teixeira, C., & Almeida, J. (2018). Autismo: Estratégias de Intervenção na Escola. Porto: Porto Editora.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 15-02-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:15 | 3:15 | Online síncrona |
| 2 | 18-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 22-02-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:15 | 3:15 | Online síncrona |
| 4 | 25-02-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 01-03-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 04-03-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:15 | 3:15 | Online síncrona |
| 7 | 08-03-2027 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 11-03-2027 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:15 | 3:15 | Online síncrona |
INSCREVER-ME


