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Oferta Formativa

Informações sobre a oferta formativa.

Documentos

Download de documentos e formulários.

Avaliação Externa de Docentes I AEDD 2025/2026

Documentos

> Memorando do Processo (clique aqui)

> Decreto Regulamentar 26/2012

> Despacho Normativo 24/2012

> Anexos I e II (Despacho n.º 13981/2012)

Apresentação ACD 12 I 25.26

> Indicadores de Observação 

> Manual de utilização da plataforma

Notas: 1. Pertence ao avaliador externo a iniciativa de contacto com o docente avaliado para início do processo; 2. Para esclarecimentos deverá contactar o CFAE AltoTejo, preferencialmente através do endereço eletronico: cfaealtotejo@altotejo.com


 

PLANO DE FORMAÇÃO 24_27

 

 

O Plano de Formação financiado pelo Pessoas 2030 do CFAE AltoTejo, construido em articulação com as Unidades Orgânicas associadas visa corresponder às necessidades formativas diagnosticadas, encontrando-se alinhado com os objetivos e com as políticas educativas na área da (re)qualificação dos docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e outros agentes profissionais do sistema de educação e formação.
O CFAE AltoTejo tem como objetivo a execução de 115 turmas de 55 ações e atingir um universo de 996 formandos, com uma taxa de conclusão mínima de 80%, no período de out/2024 a out/2026.

O Anúncio de pré-informação e seleção de formador externo pode ser consultado aqui.


 

ACADEMIA PORTUGAL DIGITAL

TESTE AS SUAS COMPETENCIAS DIGITAIS (aqui)

REPORTE OS SEUS RESULTADOS (aqui)

* Procedimento de encaminhamento de formandos para a realização de diagnostico de autoavaliação do nível de competências digitais em alinhamento com os objetivos da Academia Portugal Digital, previsto no aviso de abertura da candidatura PESSOAS 2030.


 

DIVULGAÇÃO

526

Ciências Experimentais no 1º Ciclo
Apenas para docentes do 1º Ciclo em exercício de funções no AE Afonso de Paiva

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Professores do 1º Ciclo do A. E. Afonso de Paiva;

AE Afonso de Paiva


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Ref. 352ACD 17 I 25.26 Inscrições abertas até 20-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD 17 I 25.26 I CFAE AltoTejo

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 22-04-2026

Fim: 22-04-2026

Regime: Presencial

Local: AE Afonso de Paiva

Destinatários

Professores do 1º Ciclo do A. E. Afonso de Paiva;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo do A. E. Afonso de Paiva;. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo do A. E. Afonso de Paiva;.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

AE Afonso de Paiva

Conteúdos

metodologia científica no 1º Ciclo experiências simples com materiais acessíveis planeamento e gestão de atividades experimentais segurança e avaliação


Observações

Bibliografia: https://www.dge.mec.pt/gui%C3%B5es-didaticos-eb https://www.casadasciencias.org/recurso/6611 https://www.cdn.gulbenkian.pt/lab-in-a-box/wp-content/uploads/sites/53/2023/11/Lab-in-a-box-1-ciclo-Livro-de-Protocolos-versao-WEB.pdf

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-04-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
527

Formas de Intervenção precoce em crianças com NEE
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente;

Castelo Branco I Sertã

Ao longo dos anos fomos assistindo a mudanças conceptuais da Intervenção Precoce na Infância (IPI), dada a consciencialização crescente da importância que assume uma estimulação em idades precoces, reconhecendo os primeiros anos de vida como determinantes no desenvolvimento da criança. A IPI age assim ...
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Ref. 35355IT01IPND Inscrições abertas até 30-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1331/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 04-05-2026

Fim: 31-07-2026

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco I Sertã

Destinatários

Pessoal não docente;

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

Ao longo dos anos fomos assistindo a mudanças conceptuais da Intervenção Precoce na Infância (IPI), dada a consciencialização crescente da importância que assume uma estimulação em idades precoces, reconhecendo os primeiros anos de vida como determinantes no desenvolvimento da criança. A IPI age assim numa perspetiva preventiva de eventuais atrasos ao nível do desenvolvimento ou da minimização das consequências destes. A família passa a ser o centro desta intervenção, devendo toda a comunidade educativa estar sensibilizada para esta importante temática.Combater a lacuna existente nesta "área" por parte de toda na comunidade escolar/pais e outros. Pretende-se contribuir com a presente ação para criação de possibilidades de desenvolvimento de um conjunto de competências pessoais e profissionais, de modo a capacitar a comunidade educativa, no âmbito das escolas de referência ou serviços a que pertencem, para um desenvolvimento pleno da intervenção numa área tão específica como é a intervenção precoce na infância, promovendo o pleno desenvolvimento da criança em causa, com base no apoio à família ou cuidadores.

Objetivos

* Identificar o processo de intervenção precoce em crianças com necessidades especiais de educação. * Dominar a aplicar competências em matérias relacionadas com o desenvolvimento da criança, intervindo ativamente nas áreas mais deficitárias, promovendo assim a sua inclusão educativa.

Conteúdos

Teórica:- O que é a Intervenção Precoce (IP) versus estimulação precoce; (2 horas) Público-alvo; (1 hora Caraterísticas gerais da IPI; (3 hora) Prática: (19 horas)- Sinalização / Intervenção; Rotinas.- Tono muscular; Postura; Cara; Linguagem; Socialização; Hábitos; Cognição; Motricidade grossa e fina; Postura do auxiliar de ação educativa face à intervenção, Família e aluno.

Bibliografia

Portal da Saúde:https://www.dgs.pt/sistema-nacional-de-intervencao-precoce-na-infancia.aspx http://www.dge.mec.pt/escolas-de-referencia-para-intervencao-precoce-na-infancia


Observações

Dependendo do número de formandos inscritos poderão ser realizadas duas turmas. Prioridade na seleção a quem exerce funções no Pré-Escolar.


INSCREVER-ME

527
529

TUTORIA EM CONTEXTO ESCOLAR: O papel do professor tutor
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 inscritos O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado após existência de pelo menos 15 formandos.

Oficina

 

30.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Castelo Branco

A presente ação é uma reacreditação da ação de formação com o mesmo nome com o Registo de acreditação CCPFC/ACC-94026/19. Os desafios que se colocam atualmente às escolas e aos professores, por um lado, a nível da inclusão dos alunos, respondendo à incumbência de promover uma efetiva igualdade de ...
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Ref. 35536IT01I25.26PESSOAS Inscrições abertas até 01-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123742/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30.0 horas (15.0 horas presenciais + 15.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15-05-2026

Fim: 15-07-2026

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Andreia Sofia Rodrigues Balas

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

CFAE AltoTejo

Enquadramento

A presente ação é uma reacreditação da ação de formação com o mesmo nome com o Registo de acreditação CCPFC/ACC-94026/19. Os desafios que se colocam atualmente às escolas e aos professores, por um lado, a nível da inclusão dos alunos, respondendo à incumbência de promover uma efetiva igualdade de oportunidades, e, por outro lado, na gestão da diversidade pessoal, familiar, social, económica e cultural existente na comunidade educativa, impulsionam o exercício de reflexão e reformulação dos modelos de orientação e intervenção educativa praticados. Como uma das respostas possíveis a estes alunos, existe a figura do professor-tutor que se encontra prevista nos documentos de referência da maioria das escolas/agrupamentos de escolas, nomeadamente no Regulamento Interno e nos Projetos Educativo e Curricular. Os objetivos principais da intervenção do professor-tutor junto dos alunos “tutorados” centram-se no apoio individual para melhorar a organização pessoal e o estudo, promover a integração e inclusão escolares, incentivar comportamentos adequados, prevenindo o insucesso, a indisciplina e os comportamentos considerados de risco. É importante a organização fundamentada das metodologias e procedimentos aplicados neste tipo de apoio, assim como clarificar as competências, funções e o perfil da figura do professor-tutor, partindo do que está previsto na legislação respetiva, mas avançando para a prática, com vista a melhorar o processo organizacional das tutorias.

Objetivos

A partir da partilha de experiências pessoais e profissionais pré-existentes, enquadrando-as e fundamentando-as de forma científica, pretende-se que sejam criadas situações que potenciem a reflexão, o questionamento, a discussão e a melhoria das práticas e procedimentos. Além disso, deseja-se que seja possível produzir e realizar a aplicação experimental no terreno de instrumentos, formulários e atividades que possam ser pertinentes para o trabalho com alunos. As sessões presenciais conjuntas focar-se-ão nos constructos teóricos mas também no trabalho individual autónomo de natureza prática, pretendendo-se que sejam reflexivas e renovadoras das propostas materiais.Espera-se, ainda, com esta formação, contribuir para a mudança organizacional, a partir do interior da própria organização, assim como:1. Identificar e implementar as estratégias de orientação educativa mais eficazes; 2. Promover competências pessoais e profissionais dos docentes;3.Incentivar o trabalho em rede, abrindo a Escola a novas e melhores parcerias com a rede social local.

Conteúdos

Módulo 1 -3 horas - Enquadramento da ação tutorial como resposta à diversidade populacional da escola - 1 hora Brainstorming-Leitura e discussão de textos, em pequeno grupo, seguido de apresentação das conclusões em plenário. Clarificação de conceitos;Plano de ação tutorial a nível de escola: operacionalização das tutorias; Análise dos documentos de referência no Agrupamento de Escolas para identificação das referências efetuadas à figura do professor-tutor; Princípios éticos e deontológicos na abordagem de casos;Salvaguarda da confidencialidade e privacidade da informação. Indicações para a codificação de elementos que possam ser identificadores. Exemplos de registos devidamente codificados; Identificação do público-alvo; Procedimentos de sinalização de alunos e emparelhamento com os professores-tutores;Alterações organizacionais subjacentes à existência de tutorias. Módulo 2_3 horas - Perfil do professor - Leitura de texto sobre o perfil do professor tutor; Reflexão escrita acerca do ajustamento do perfil pessoal ao perfil de um tutor; Competências e funções do professor-tutor ; Análise da legislação relevante para esta função; Resposta a um questionário com afirmações sobre as competências e funções do professor-tutor Exemplificação de uma situação em que tenha sido observada uma dessas competências com alunos. Módulo 3_3 horas - Comunicação assertiva – Resposta a um questionário sobre o perfil comunicacional pessoal; Leitura de um texto para clarificação dos estilos comunicacionais passivo, agressivo, manipulador e assertivo. Resposta a um teste, consistindo em diálogos, assinalando o tipo de comunicação utilizado; Partilha e debate a partir de um exemplo pessoal de comunicação não assertiva, propondo uma possível resposta assertive; Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado. Módulo 4_ 2 horas - Inteligência emocional-Resposta a um questionário para avaliação do Quociente Emocional (QE); Leitura de um texto sobre Inteligência Emocional, reflexão e discussão sobre o mesmo; Inserção de, pelo menos, uma sugestão, no glossário de estratégias e atividades para desenvolver a inteligência emocional; Ponto de situação e reflexão sobre o trabalho autónomo já realizado. Módulo 5_4 horas - Perfil do aluno candidato a tutoria - Reflexão conjunta, complementada com informações fornecidas pelo formador, acerca das razões principais para um aluno ser encaminhado para tutorial; Elaboração de um guião de entrevista semiestruturada ao aluno “tutorado” e da ficha de identificação/caracterização; pessoal do aluno (registo com elementos identificadores codificados). Plano de ação tutorial individual – Construção/reformulação, em pequeno grupo, de planos de ação tutorial individuais para alunos Exploração das atividades: Autorretrato presente, passado e futuro e O meu estilo de aprendizagem Importância da comunicação entre o professor-tutor e a família do aluno – Elaboração de propostas para guiões de entrevista semiestruturadas para as famílias; Exploração das atividades: Comboio da vida e A minha Vida como um Estrada; Importância da promoção de parcerias entre o professor-tutor e a Rede Social Local – 1 hora Importância da comunicação regular com a CPCJ; Formas de comunicação eficaz com os serviços médico-hospitalares Princípios a respeitar nas parcerias da Escola com outras entidades; Reflexão/avaliação sobre o trabalho autónomo. Avaliação da ação pelos formandos.

Metodologias

Presencial: A formação compreende sessões presenciais conjuntas com tipologia teórico-prática, implementando os métodos: expositivo, demonstrativo interrogativo e ativo. Nestas sessões serão expostos e discutidos os aspetos teóricos e organizacionais da tutoria em meio escolar, permitindo a interrogação das práticas existentes, a consolidação de procedimentos e a produção de novos materiais de intervenção.No fim de cada sessão de formação presencial será refletido o trabalho autónomo, havendo salvaguarda dos princípios éticos da confidencialidade e privacidade da informação recorrendo à codificação de toda a informação que possa identificar alunos ou famílias. Trabalho Autónomo: Através do trabalho individual autónomo, os participantes serão convidados a refletir sobre as suas práticas, aferir a qualidade e eficácia das mesmas, terão oportunidade para implementar novos métodos e materiais, testar hipóteses e propostas, experimentar novas técnicas e desenvolver as competências pessoais e profissionais respeitantes à sua intervenção educativa.O trabalho autónomo será registado individualmente por cada formando, em formato de portefólio, contendo todas as atividades implementadas.

Avaliação

Regime de avaliação dos formandos Nos termos do artigo 13.º do Regime Jurídico de Formação Contínua, com a redação dada pelo artigo 4.º do Decreto-lei n.º 15/2007 de 19 Janeiro a avaliação dos formandos será quantitativa e expressa na escala de 1 a 10. A avaliação será contínua e os pesos da classificação final serão os seguintes: Nível de participação – 50% Portefólio individual com reflexão pessoal final – 50% Forma de avaliação da acção: Inquéritos de satisfação/avaliação aos formandos; Relatório crítico apresentado pelo Formador; Relatório crítico do formando

Bibliografia

FACHADA, M. (1992). Psicologia das Relações Interpessoais. Lisboa: Edições Rumo.TOPPING, K. (2000). Tutoria. Série Práticas Educativas – 5. UNESCO: International Academy of EducationÁLVARES, M. (Coord.) et al. (2013). Combate ao Abandono Escolar Precoce: Políticas e Práticas – Relatório Final. Lisboa: CIES-IUL.AZEVEDO, N. e NASCIMENTO, A. (2007). Modelo de Tutoria: construção dialógica de sentido(s). Interacções, Vol. 3, N.º 7, pp. 97-115. ISSN 1646-2335. (Consultado em janeiro, 2010, de http://nonio.eses.pt/interaccoes/)SIMÃO e FLORES (2008). Experiências de Tutoria: Problemas e Desafios. Texto não publicado. Universidade de Lisboa, Portugal.


Observações

O período de desenvolvimento referido (de 15/05/2026 a 15/07/2026) é apenas indicativo


INSCREVER-ME

529
530

Gestão da In(Disciplina)
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 inscritos O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado após existência de pelo menos 15 formandos.

Curso

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Professores do Ensino Especial

Castelo Branco

A temática da indisciplina é tema fraturante na comunidade escolar, com consequências a vários níveis, desde o microssistema que é a realidade da sala de aula, passando pelo sucesso académico e chegando a um estado global de todos os agentes educativos que engloba o sentido de competência e bem-estar, ...
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Ref. 35637IT02I2026 PESSOAS Inscrições abertas até 01-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137766/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 15-05-2026

Fim: 15-07-2026

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Andreia Sofia Rodrigues Balas

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Professores do Ensino Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Professores do Ensino Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A temática da indisciplina é tema fraturante na comunidade escolar, com consequências a vários níveis, desde o microssistema que é a realidade da sala de aula, passando pelo sucesso académico e chegando a um estado global de todos os agentes educativos que engloba o sentido de competência e bem-estar, autoestima, motivação e, em última instância, saúde mental. Variáveis diversas podem ser encontradas na génese desta questão, desde a perda de autoridade por parte do grupo docente, dinâmicas familiares mais desestruturantes, desmotivação, falta de sentido de pertença dos alunos e expectativas positivas, entre tantas outras. No entanto, como facilitador dessa reflexão, os intervenientes devem munir-se dos principais construtivos teóricos que orientam as práticas e programas baseados em evidências

Objetivos

Compreensão das variáveis que se encontram na génese no comportamento indisciplinado e/ou agressivo; Desenvolvimento e reforço de estratégias pessoais que permitam uma maior proteção ao stress e uma maior capacidade de intervenção sobre as relações interpessoais em contexto escolar; Desenvolvimento e reforço de ferramentas e técnicas que permitam uma maior eficácia perante incidentes, nomeadamente no que se refere à capacidade de escuta-ativa resposta empática, reformulação e técnicas de comunicação assertiva com pessoas e/ou situações difíceis; Aquisição de ferramentas práticas de gestão de sala de aula e compreensão da importância da coerência e consistência ao longo do tempo.

Conteúdos

Conceito de Indisciplina | 2 horas Evolução, subjetividade e volatilidade do conceito de indisciplina Cultura e (in)disciplina na escola (valores, princípios, referências culturais, enquadramento social) Breve caracterização da realidade do Agrupamento A função e objectivos da indisciplina em diferentes níveis: uma conjugação de fatores A génese da indisciplina/agressão: uma leitura cognitiva do comportamento agressivo A relação pedagógica: mitos, expectativas e papéis | 3 horas Percepção do outro, categorização e rotulagem e seu impacto nas expectativas (ex: efeito de pigmaleão) De quem é o problema? – situações de indisciplina e um novo modelo de olhar para a relação A comunicação verbal e os seus efeitos nos alunos: formas ineficazes de confronto como bloqueios à comunicação Conflitos professores-alunos: quem deve ganhar? A Comunicação Interpessoal e resistência à mudança: abordagem motivacional | 6 Horas A assertividade na relação pedagógica – a construção do respeito mútuo e prevenção da indisciplina Regras e limites do relacionamento em contexto educativo Formas eficazes de confrontar os alunos: Mensagens-eu e mensagens-tu Estratégias para lidar com a resistência: Escuta passiva (silêncio) Respostas empáticas Escuta ativa (feedback) e a descodificação das mensagens Reforço social e Aprovação: requisitos fundamentais O papel do professor: professor como conselheiro? Resolução de conflitos: abordagens perder-ganhar e método “sem vencidos”. Gestão de sala de aula: abordagem comportamental | 4 horas Definição de regras e autoridade dentro da sala Gestão de reforços e punições (reforço positivo, reforço negativo, punição, extinção operante) Time out Contrato comportamental

Metodologias

1) Componente teórica mas participada através do diálogo socrático e autodescoberta de conceitos para garantir motivação e melhor apropriação dos conteúdos; 2) Dinâmicas de grupo; 3) Discussão em pequenos grupos; 4) Visionamento de vídeos e seu relacionamento com os constructos teóricos que facilitem a transferências de comportamentos, técnicas e competências para situações do quotidiano; 5) Apresentação de um plano de melhoria que se adeque à realidade dos docentes e justificação das opções efetuadas

Avaliação

A avaliação final é quantitativa, na escala de 1 a 10, integrando a participação nas sessões e realização de atividades, bem como o relatório de reflexão elaborado por cada formando. Assiduidade mínima de 2/3 do total de horas da ação. Creditação final de acordo com a Carta circular CCPFC- 1/2008: Excelente de 9 a 10 valores; Muito Bom de 8 a 8,9 valores; Bom de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores. - Elaboração de um relatório final pelos formandos

Bibliografia

Amado, J. S. (1998). Pedagogia e atuação disciplinar na aula. Revista Portuguesa de Educação, 11 (2), pp. 35-56. Amado, J. (2000). Interação Pedagógica e Indisciplina na Aula. Lisboa, Edições Asa. Carita, A. & G. Fernandes (1997). Indisciplina na Sala de Aula: Como prevenir? Como Remediar. Lisboa: Editorial PresençaCosta, M. E. & D. Vale (1998). A Violência nas Escolas. Lisboa: IIE. Curto, P. M. (1998). A Escola e a Indisciplina. Porto: Porto Editora. Domingues, I. (1995). Controlo Disciplinar na Escola: Processos e Práticas. Porto: Texto Editora. Estrela, Mª Teresa (1992). Relação Pedagógica, Disciplina e Indisciplina na Aula. Porto: Porto Editora.Estrela, M. T. & Amado, J. S., (2000). Indisciplina, Violência e Delinquência na Escola. Revista Portuguesa de Pedagogia: Ano XXXIV, nº1-3. FACHADA, M. O. (2006). Psicologia das Relações Interpessoais. Lisboa: Rumo. Formosinho, J. (1980). As bases do poder do professor. Separata Revista Portuguesa de Pedagogia: pp. 301-328. Gordon, T. (2003). Teacher effectiveness trainig. New York: Three Rivers Press.Lopes, J. (2009). Comportamento, aprendizagem e “ensinagem” - Na ordem e desordem na sala de aula. Braga: Psiquilíbrios Edições.Lopes. J.; Rutherford, R.; Cruz, M.; Mathur, S. & Quinn, M. (2011). Competências Sociais: aspectos comportamentais, emocionais e da aprendizagem (2ª ed.). Braga: Psiquílibrios. Silva, C.; Nossa, P; Silvério, J. & Ferreira, A. (2008). Incidentes Críticos na sala de aula – análise comportamental aplicada. Coimbra: Quarteto.


Observações

O período de desenvolvimento referido (de 15/05/2026 a 15/07/2026) é apenas indicativo


INSCREVER-ME

530
531

Cidadania e Desenvolvimento: planeamento e implementação
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial

Castelo Branco

O sucesso académico, a inclusão e a cidadania são objetivos a cumprir com a operacionalização da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), e da Autonomia e Flexibilidade Curricular. A Educação para a Cidadania está integrada no ...
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Ref. 35706IT01PESSOAS Inscrições abertas até 01-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137757/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 15-05-2026

Fim: 15-07-2026

Regime: e-learning

Local: Castelo Branco

Formador

Maria de Lurdes Neves Batista Picado

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O sucesso académico, a inclusão e a cidadania são objetivos a cumprir com a operacionalização da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC), do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), e da Autonomia e Flexibilidade Curricular. A Educação para a Cidadania está integrada no currículo, nas atividades letivas e não letivas, nas práticas diárias da vida escolar e articulação com a comunidade, propondo-se, na ENEC que a implementação da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento (CD), abordagem que integre toda a escola. Os domínios de Educação para a Cidadania, devem privilegiar o contributo de cada um para o desenvolvimento dos princípios, dos valores e das áreas de competências do PA. As Aprendizagens Essenciais constituem as orientações curriculares de base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem. Com o Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, e da ENEC, a EC adquire centralidade no currículo, na obrigatoriedade de elaboração e concretização de uma EECE em cada AE/ENA. A componente curricular de CD – integrando as matrizes curriculares das ofertas educativas e formativas – e, a indicação dos domínios de EC intercomunicantes e complementares, pretende-se que os alunos realizam aprendizagens através da participação plural e responsável, no quadro da democracia, do respeito pela diversidade e da defesa dos Direitos Humanos. Na oferta de formação aos docentes focada na operacionalização da componente de CD.

Objetivos

1. Refletir sobre o valor da cidadania nas sociedades democráticas e na defesa dos Direitos Humanos, como fundamental para maior coesão social e para a paz; 2. Promover uma abordagem integrada dos conteúdos de EC; 3. Reforçar a articulação entre as disposições dos referenciais curriculares de EC, que constituem referências curriculares, e os documentos e variáveis do contexto das escolas; 4. Incentivar o trabalho colegial de desenvolvimento curricular das equipas educativas; 5. Promover a utilização de metodologias ativas, centradas na aprendizagem vivencial da cidadania democrática e na abordagem integrada da EC e envolvimento ativo dos stakeholders; 6. Contribuir para a reflexão crítica sobre as partes e a componente do currículo de CD.

Conteúdos

1. A componente de Cidadania e Desenvolvimento: enquadramento curricular e articulação com as referências e referencias curriculares (7h) 2. Os conteúdos da Educação para a Cidadania fixados nos referenciais curriculares: níveis de articulação compreendendo o PA, as Aprendizagens Essenciais (AE), os perfis profissionais/referenciais de competência, quando aplicável, e os domínios de Educação para a Cidadania (7h) 3. Avaliação (7h) 4. Apresentação de trabalhos (4h)

Metodologias

As sessões terão uma abordagem teórico-prática, conjugando a exploração de conteúdos teóricos com a realização e experimentação de atividades e de momentos de reflexão e de debate sobre os mesmos. Utilizar-se-ão metodologias ativas de forma a promover a respetiva implementação pelos docentes nas suas práticas pedagógicas.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua”. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos.

Bibliografia

Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julhoDecreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julhoDecreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julhoDespacho n.º 6605-A/2021, de 6 de julhoPortaria n.º 194/2021, de 17 de setembro


Observações

O período de desenvolvimento referido (de 15/05/2026 a 15/07/2026) é apenas indicativo


INSCREVER-ME

531
479

Capacitação Digital de Docentes da educação pré-escolar
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância

Castelo Branco

Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no ...
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Ref. 27507IT02I25.26IPESSOAS Inscrições abertas até 01-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-123473/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 29-05-2026

Fim: 30-07-2026

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco

Formador

Teresa Isabel dos Santos Mota Saraiva

Destinatários

Educadores de Infância

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Considera-se fundamental no PTD a integração e capacitação digital dos educadores de infância nas suas práticas pedagógicas. Esta capacitação representa uma forte aposta no processo de valorização e no desenvolvimento profissional dos docentes no domínio da literacia digital e das competências digitais, no sentido de os dotar das competências necessárias à integração transversal, de modo a que estas se afirmem como facilitadoras das práticas profissionais e pedagógicas e, simultaneamente, promotoras de inovação no processo de ensino e de aprendizagem. O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores é o referencial que dá suporte a este plano, contribuindo para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional.

Objetivos

Pretende-se apoiar os educadores na promoção de estratégias e de ações integradoras do digital que permitam melhorar a qualidade do trabalho realizado. São objetivos específicos da oficina: Conceber, selecionar e partilhar recursos digitais no âmbito da educação de infância; Integrar o digital nas propostas educativas, numa perspetiva da articulação plena das aprendizagens; Planificar, avaliar e comunicar com recurso ao digital. Capacitar os docentes da EPE para a promoção da utilização crítica e responsável de diferentes suportes digitais nas atividades do quotidiano das crianças.

Conteúdos

1. Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 2. Exploração de estratégias de promoção do uso pedagógico de tecnologias digitais. 3. Exploração, seleção e adequação de Recursos Educativos Digitais (RED) ao contexto de aprendizagem. 4. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Exploração de recursos digitais de apoio ao planeamento e à avaliação das aprendizagens. 6. Planificação de atividades, projetos e outras metodologias com recurso às tecnologias digitais. 7. Utilização de estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da cidadania digital das crianças. 8. Apresentação e partilha das atividades desenvolvidas pelos formandos na oficina. 9. Reflexão e debate sobre as atividades apresentadas e análise dos resultados obtidos pela sua implementação. 10. Avaliação e conclusões.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://ec.europa.eu/education/sites/education/files/document-library-docs/deap-swd-sept2020_en.pdfLucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora.Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdfKampylis, P., Punie, Y. & Devine, J. (2015); Promoting Effective Digital-Age Learning - A European Framework for Digitally-Competent Educational Organisations. Disponível: http://publications.jrc.ec.europa.eu/repository/bitstream/JRC98209/jrc98209_r_digcomporg_final.pdfLopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L. e Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: ME/DGE. Disponível em: http://www.dge.mec.pt/ocepe/sites/default/files/Orientacoes_Curriculares.pdf


Observações

O período de realização é meramente indicativo e está dependente do cumprimento do numero mínimo de formandos e do cronograma a divulgar.


INSCREVER-ME

479
524

Socorrismo básico
A ação só será desenvolvida com um mínimo de 15 formandos. O Cronograma de desenvolvimento da ação será divulgado oportunamente.

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente;

Castelo Branco I Sertã

Em função do plano de atividades: Qualquer pessoa pode ver-se, inesperadamente, na necessidade de prestar Primeiros Socorros, num esforço de preservar a vida de outra pessoa, diminuir a sua capacidade e minorar o seu sofrimento. A Escola, quer pela população que abrange, quer pelo tipo de actividades que ...
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Ref. 35053IT01PND Inscrições abertas até 30-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1330/2024

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 01-06-2026

Fim: 15-07-2026

Regime: Presencial

Local: Castelo Branco I Sertã

Formador

João Paulo Ramos Ramalho

Destinatários

Pessoal não docente;

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

Em função do plano de atividades: Qualquer pessoa pode ver-se, inesperadamente, na necessidade de prestar Primeiros Socorros, num esforço de preservar a vida de outra pessoa, diminuir a sua capacidade e minorar o seu sofrimento. A Escola, quer pela população que abrange, quer pelo tipo de actividades que nela são desenvolvidas, é um espaço onde poderão ocorrer, com alguma frequência, incidentes que atingem principalmente os alunos. Assim sendo, reveste-se de extrema importância dotar as pessoas que com eles lidam , assistentes técnicos, assistentes SASE, assistentes operacionais, psicólogos.... de conhecimentos que lhe permitam agir em conformidade com a situação e assim prestar aos acidentados a primeira assistência Em função dos destinatários: Carências neste domínio no pessoal não docente.

Objetivos

Identificar os principais sinais e sintomas em situações de doença súbita e trauma. Aplicar os procedimentos de Socorrismo, de acordo com os sinais e sintomas em situação de doença súbita e/ou trauma.

Conteúdos

Sistema integrado de emergência médica - 2 horas Exame da vítima - 3 horas Suporte básico de vida - 6 horas Emergências Médicas - 9 horas Perda de conhecimento, acidente vascular cerebral; dor torácica, diabetes, dificuldade respiratória, convulsão Intoxicações Controlo de hemorragias Lesões da pele Fraturas Traumatologia - 5horas Traumatismos crânio-encefálicos e de coluna Imobilização e extração de vítimas

Bibliografia

Cruz Vermelha Portuguesa ( 1989; Manual de primeiros socorros - como atuar numa emergência em casa, no trabalho, em viagem" Porto Editora, Porto.MILLS, S. (S.D.); "Indicações práticas da terapêutica da diabetes", Hoechst Portuguesa, LisboaMILLES, S. (1979 "Manual dos primeiros Socorros" Publicações Europa América.


Observações

Dependendo do número de formandos inscritos poderão ser realizadas duas turmas.


INSCREVER-ME

524